Publicado em 26 de Maio, 2010, por Bruno Miguel
Hoje, em vez de escrever um post acerca de mais um marco positivo para o software livre, que têm sido em cada vez maior número à medida que o tempo avança, vou fazer uma pequena menção a um projecto que se inspirou nestes ideais.
Duas das grandes mais valias do software livre são a abertura e a grande componente social que acarreta e proporciona. Estas foram a inspiração para um projecto do engenheiro americano Daniel Christadoss.
Daniel desenvolveu uma ideia, com base nos princípios do software livre, para ajudar a alimentar as pessoas. Ela consiste num recipiente modular e portátil que recorre à energia solar ou a combustíveis fósseis para cozinhar vários alimentos para 100 ou mais pessoas. O desenho deste recipiente será aberto e livre; qualquer pessoa terá acesso a ele e poderá fazer as alterações que bem entender.
Neste momento, a ideia ainda está na fase de desenvolvimento. Se quiserem dar uma ajuda, basta visitarem a página do projecto. Até uma simples sugestão pode ser uma excelente contribuição para este projecto.
via Ostatic.com
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Temas: alimentação, ideiais, projecto, recipiente, Software Livre
Publicado em 25 de Janeiro, 2010, por Bruno Miguel
Dando seguimento a um plano piloto apresentado no ano passado, o governo Neozelandês prepara-se para substituir Windows por Linux nos desktops de três agências governamentais.
Em Agosto do ano transacto, foi reportado pelo site computerworld.co.nz que o governo Neozelandês estava a preparar um programa piloto, chamado «Public Sector Remix», com vista à substituição de Windows por uma distribuição de GNU/Linux em vários departamentos e agências estatais. A distribuição pensada na altura foi o Linux Mint 9.04.
No dia 20 do corrente mês, durante o evento «linux.conf.au», que decorreu em Wellington, o presidente da «New Zealand Open Source Society» (NZOSS), anunciou que o programa piloto vai finalmente arrancar. As agências estatais que farão parte dele são: «Department of Prime Minister and Cabinet», «Horizons Regional Council» e «NZ Post».
Em vez do Linux Mint, será usado o Ubuntu; Firefox será o browser de eleição; o OpenOffice.org estará encarregue das aplicações de produtividade; Alfresco será o CMS usado.
Apesar de ser comum o uso de software livre em servidores – por exemplo, vários organismos estatais neozelandeses usam Red Hat -, o desktop tem ficado à margem. Com este programa, pretende-se abrir caminho para que cada vez mais seja utilizado software livre nesta vertente.
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