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O ACTA É UMA AMEAÇA AOS DIREITOS FUNDAMENTAIS E AO ACESSO AO CONHECIMENTO
Este Anti-Counterfeiting Trade Agreement, negociado em segredo, iria:
  • transformar os ISPs numa polícia private do copyright.

  • impor penas duras e injustas sobre utilizadores e consumidores.

  • dificultar o acesso a medicamentos e conhecimento essencial nos países pobres.

  • inibir a inovação.

  • estabelecer novos processos legislativos anti-democráticos que contornam os parlamentos.

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Instituição bancária vietnamita muda infraestrutura para GNU/Linux

Publicado em 8 de Agosto, 2010, por Bruno Miguel

Uma das maiores instituições bancárias do , o Joint Stock Bank for Industry and Trade (VietinBank) anunciou recentemente a mudança da sua infraestrutura para

O Vietnam Joint Stock Bank for Industry and Trade é uma das maiores instituições bancárias do Vietnam. Recentemente, anunciou a escolha dos sistemas 10 da para expandir a sua infraestrutura. A gerir toda a informação, estará um sistema GNU/Linux.

Com isto, o VietinBank torna-se na primeira instituição do país a usar um sistema GNU/Linux num mainframe.

De acordo com Pham Anh Tuan, um dos responsáveis desta instituição, esta mudança deveu-se à redução de custos, melhor eficiência na gestão da plataforma, maior e flexibilidade, e maior capacidade para processamento de grande volume de dados.

Também, o VietinBank terá ao seu dispor mais de 3 mil aplicações livres compatíveis com o mainframe System z, o que lhe confere maior liberdade, tanto a nível de dependência de uma entidade externa, como na melhoria das aplicações para corresponderem às necessidades reais da instituição.

via muktware.com

Categoria: Software Livre | 2 comentários »
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Governo Neozelandês testa Linux no desktop

Publicado em 25 de Janeiro, 2010, por Bruno Miguel

Dando seguimento a um plano piloto apresentado no ano passado, o Neozelandês prepara-se para substituir Windows por Linux nos desktops de três agências governamentais.

Em Agosto do ano transacto, foi reportado pelo site computerworld.co.nz que o governo Neozelandês estava a preparar um programa piloto, chamado «Public Sector Remix», com vista à substituição de Windows por uma distribuição de em vários departamentos e agências estatais. A distribuição pensada na altura foi o 9.04.

No dia 20 do corrente mês, durante o evento «linux.conf.au», que decorreu em Wellington, o presidente da «New Zealand Open Source Society» (NZOSS), anunciou que o programa piloto vai finalmente arrancar. As agências estatais que farão parte dele são: «Department of Prime Minister and Cabinet», «Horizons Regional Council» e «NZ Post».

Em vez do Linux Mint, será usado o ; será o browser de eleição; o .org estará encarregue das aplicações de produtividade; Alfresco será o CMS usado.

Apesar de ser comum o uso de em servidores – por exemplo, vários organismos estatais neozelandeses usam Red Hat -, o tem ficado à margem. Com este programa, pretende-se abrir caminho para que cada vez mais seja utilizado software livre nesta vertente.

Categoria: Software Livre | Ainda sem comentários »
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Conficker substitui Windows por GNewSense

Publicado em 1 de Abril, 2009, por Rui Seabra

Finalmente chegou o dia 1 de Abril, dia das mentiras, aniversário de um amigo, e também o dia das consequências do Conficker, esse worm que as notícias de alguma forma não clarificam que só funciona, claro, em Microsoft Windows. Todos os que utilizam estão safos.

O que ninguém estava a contar, era que o Conficker estivesse orientado para ser o último worm. Último porque a sua função é instalar o GNewSense, uma distribuição  de GNU/Linux que ambiciona ser 100% livre em todos os seus repositórios de software, desinstalando-se no instante em que o disco é formatado pelo instalador Wubi.

Por isso não estranhem a súbita actividade de download na Internet, só nos resta esperar que a largura de banda do GNewSense dê para alimentar todos os milhões de Microsoft Windows instalados.

Categoria: Humor, Notícia | 4 comentários »
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Erros no Magalhães: ataque ao Governo, Software Livre ou ambos?

Publicado em 10 de Março, 2009, por Rui Seabra

O semanário Expresso dá destaque de primeira página a um ataque a uma política do (o Magalhães ClassMate, do qual sabem bem os leitores frequentes eu também não sou um fã)… só que:

  1. O ataque usa como ariete uma má tradução de um , cuja versão pré-instalada tem muitos erros de português (e alguns efectivamente graves)
  2. O ataque é também pessoal a um membro da comunidade de Software Livre, chega ao nível do insulto foleiro (a expressão “emigrante com a 4º classe” é do mais depreciativo possível em Português), mas o número de imprecisões e omissões (e algumas graves) do artigo no Expresso são preocupantes!
  3. Mas existem actualizações na Caixa Mágica que corrigem muitos destes erros que o nem o Deputado nem o Expresso levaram em conta.
  4. Este Software Livre chama-se GCompris (trocadilho francês com j’ai compris, ou seja, compreendi), repleto de actividades educativas e divertidas é orientado ao básico (2 a 10 anos, ou seja em grande parte crianças que ainda não aprenderam nem ler nem contar)
  5. Seja como for, há já umas 3 ou 4 actualizações às traduções (duas delas entre 6ª passada e esta segunda). O problema dos erros de tradução é grave, mas o tempo de resposta foi razoável.
  6. Como termo de comparação, há quem só publique actualizações de graves problemas de segurança a um ritmo mensal.
  7. Problemas estes que por vezes demoram meses ou anos até ser corrigidos
  8. Durante este tempo, a instalação de spyware, pornware, vírus e outras calamidades informáticas é muito mais fácil.
  9. Juntemos a isto o facto de que o Windows XP deixa de ter suporte da parte da Microsoft dentro de uns dois ou três meses.
  10. Assim, cada crianças fica facilmente exposta aos evidentes riscos que estas coisas acarretam.

Mas eis que mais ou menos na mesma altura a Patrícia Fernandes (Relações Públicas e Gestora da Imagem Corporativa da Microsoft ), lança umas curiosas mensagens:

  • não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti
  • erros do Magalhães e a Caixa Mágica — experiência curiosa, não é?
  • o barato sai caro
  • Pobres crianças com Magalhães em Linux.
Patrícia F revela algumas cores?

Patrícia Fernandes revela algumas cores?

Desconstruamos estas mensagens com um pouco de ficção:

  • A Microsoft não gostou da exposição que recebeu do Vortalgate (que apenas teve uma menção com graves incorrecções factuais na mesma edição do Expresso). Tomem lá a resposta apenas com 2 dias de intervalo.
  • Magalhães com Caixa Mágica é um erro (não interessa que tenha sido meramente a tradução de um em mais de mil programas, nem que o Software Livre em causa tenha mais de 100 actividades)
  • Toma lá, ó Governo que é para veres o que acontece ao escolher incluir Software Livre em vez de ser só Microsoft…

Sr. Primeiro Ministro, tudo indica que por trás deste caso há mais que uma cabecinha pensadora… isto é um ataque dois-em-um, tal como os champôs anti-caspa:

  1. Ataque violento ao Governo
  2. Ataque violento ao no Magalhães

Portanto, se quer retirar algum software, pense bem no que quer retirar:

  • software de qualidade cuja tradução era má (mas que foi melhorada ao ritmo do Software Livre quando se encontram problemas),
  • ou software que coloca as crianças em risco!

ACTUALIZAÇÃO (2009/03/10 10:50): A Patrícia Fernandes está muito empenhada em promover o Expresso:

A Patrícia continua...

A Patrícia continua...

Categoria: Software Livre | 56 comentários »
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GNU/Linux apoia Metro de Londres no PCI:DSS e contra vendor lock-in

Publicado em 22 de Maio, 2008, por Rui Seabra

O é um cartão multi-modal de transportes utilizado em , que utilizava uma infra-estrutura de design inflexível e centrada à volta de aplicações proprietárias, exigindo computadores específicos., e prejudicando a implementação de ideias novas estendendo os serviços que poderiam tomar partido do .

No Open Source Forum em Londres Michael Robinson, um consultor sénior da Deloitte, explica como o GNU/Linux salvou “o dia” para o Oyster, tanto na independência do fornecedor (sofriam de vendor lock-in) como no respeito pelos standard de PCI:DSS. O da arte resume-se desta forma:

«(…) o sistema online não estava adequado ao trabalho. Era muito caro, não tinha qualidade de serviço suficiente e não respondia o suficiente para suportar as promoções que a Tfl pretendia. (…) não respondia às alterações de negócio e não escalava. (…) Para além disso, necessitava ser actualizado para respeitar o standard PCI DSS»

Para responder a estas necessidades criaram camadas “exteriores” com recurso ao , ao servidor de páginas web Apache e ao servidor aplicacional JBoss. Infelizmente mantiveram a base de dados que estava a ser utilizada, o Oracle, embora tenham feito um esforço e utilizam queries SQL de acordo com as normas.

Dizem que poderiam ter utilizado MySQL ou PostgreSQL também, mas isso necessitaria de mais serviço de consultoria para tratar da migração do modelo de dados, e aqui surge uma das declarações chave emitidas pela Deloitte:

«Utilizámos , e não uma versão proprietária delas; por exemplo as normas de SQL em vez da variante própria da Oracle (…) os produtos opensource tendem a respeitar melhor os standards abertos» [do que os productos proprietários -- Rui]

E o resultado foi uma redução de 80% nos custos, mais que compensando o trabalho de um ano da Deloitte, com o benefício extra de respeitar o PCI:DSS e funcionar com muito mais performance e extensibilidade.

P.S. Tenho algumas reservas sobre este artigo uma vez que promove a utilização de RFID, mas por outro lado penso que há certas coisas que foram ditas que são muito importantes, sobretudo por serem ditas por uma consultora de renome como a Deloitte.

Categoria: Software Livre | 3 comentários »
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Guia para Distribuições de Software Livre

Publicado em 18 de Maio, 2008, por Rui Seabra

O GNU baseou-se no Análise de Software Livre do Fedora para criar um guia genérico que auxilie as distribuições de a melhor determinarem se toda a informação prática numa distribuição de (como as de ) é completamente Livre, ajudando assim as pessoas a criá-las.

Para o Guia para Distribuições de Software Livre, informação prática inclui software, documentação, tipos de letra e outros dados que tenham aplicações funcionais directas, mas não inclui obras artísticas sem fim prático imediato, ou declarações de opinião.

Os temas em que se foca são:

  • as regras de licenciamento (recomendando as licenças de Software Livre),
  • como remover o firmware proprietário,
  • em que condições pode ser aceitável shareware (por exemplo, incluir o Quake GPL junto com os os paks de níveis, sendo estes em shareware), apesar de o shareware não ser Software Livre,
  • documentação com licença livre (e que não recomende instalação de software não-livre),
  • patentes, indicando que, como é impossível ter a certeza (devido ao seu texto e à sua quantidade) sob se qualquer programa infringe ou não alguma patente, não é moralmente incorrecto incluí-lo, tal como não é moralmente incorrecto excluí-lo para se proteger de custosos processos judiciais.

Categoria: Software Livre | 12 comentários »
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Distribuições portuguesas de GNU/Linux

Publicado em 10 de Maio, 2008, por Rui Seabra

Na sequência de um artigo de finais de 2007 do RedTux, lembrei-me de fazer uma sobre quais das distribuições de portuguesas são as mais preferidas :)

Portanto, das portuguesas quais preferes?

Categoria: Software Livre | 8 comentários »
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