Publicado em 28 de Setembro, 2008, por EnsinoLivre
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Temas: AZ, Software Livre, workshops
Publicado em 23 de Setembro, 2008, por Rui Seabra
O nosso leitor racoq fez uma boa review do Acer Aspire One, que certamente poderá ser útil a quem esteja a pensar comprar um µ-portátil.
Cobre o hardware e a distribuição de GNU/Linux que vem de raíz, o Linpus, e foi um excelente trabalho!
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Temas: µ-portateis, Software Livre
Publicado em 20 de Setembro, 2008, por Rui Seabra
Hoje, 20 de Setembro, é o Dia Internacional do Software Livre, e por todo o mundo existem celebrações aqui e acolá. Por cá, a falta de recursos impediu a organização de um evento que se desejava fazer neste dia. É a vida, espero que sirva de motivação para um evento no próximo ano

A filosofia do Software Livre encontra as suas raízes na livre troca de conhecimentos e de pensamentos que podem tradicionalmente ser encontrada no campo científico. Tal como as ideias, os programas de computador não são tangíveis e podem ser copiados sem perda. A sua distribuição é a base de um processo de evolução que alimenta o desenvolvimento do pensamento.
No inicio dos anos 80, Richard M. Stallman foi o primeiro a formalizar esta maneira de pensar para o software sobre a forma de quatro liberdades:
- 1ª liberdade:
- A liberdade de executar o software, para qualquer uso.
- 2ª liberdade:
- A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades.
- 3ª liberdade:
- A liberdade de redistribuir cópias.
- 4ª liberdade:
- A liberdade de melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que a comunidade inteira beneficie da melhoria.
O software que siga esses quatro princípios é chamado Software Livre.
Estas liberdades são direitos que temos como seres humanos que utilizam computadores. Querer retirar-nos algum destes direitos tem tanta justificação como retirar o qualquer dos direitos estabelecidos na Carta Universal dos Direitos do Homem. Em particular destaco os seguintes artigos à definição de Software Livre (em destaque acima):
- 1ª liberdade:
- Artigo 2,Artigo 24
- 2ª liberdade:
- Artigo 4, Artigo 18, Artigo 19, Artigo 26, Artigo 27
- 3ª liberdade:
- Artigo 1, Artigo 20
- 4ª liberdade:
- Artigo 1, Artigo 20
Até mesmo o actor britânico Stephen Fry (Melchior no Black Adder) se junta à festa do Software Livre:

A maior parte das pessoas não entende a falta que nos fazem os direitos essenciais até vê-los removidos, e frequentemente não entendem porque é que alguém há-de lutar pela sua manutenção, afinal eles já os têm… mas constantemente há quem nos tente remover estes direitos, e uma das formas são as patentes de software, que estão a voltar ao de cima na Europa. Acabem com as patentes de software!
Happy hacking!
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Temas: Software Freedom Day, Software Livre
Publicado em 20 de Setembro, 2008, por Rui Seabra
Mas também não sou um fato cinzento com personalidade quadrada

GNU+Linux: uma dupla de sucesso

OpenBSD: livre, funclonal, seguro.

RockBox: toca todas as músicas
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Temas: Memes, Software Livre
Publicado em 19 de Setembro, 2008, por Rui Seabra
Aos felizardos que compraram um OpenMoko, se não têm acompanhado as actualizações diárias então saibam que finalmente saiu a actualização que a de Agosto deveria ter sido
Pois é, saiu a actualização de Setembro do OpenMoko, e as correcções são, naturalmente, mais que muitas e sobretudo muito bem vindas!
As sugestões agora são:
Ah, e não é preciso pagar nem pedir autorização a ninguém para tornar o software que se escreve disponível para instalação (como acontece com o iDictatorPhone)! Isto é Software Livre para hardware de especificação aberta.
OpenMoko: Liberta o teu telefone!
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Temas: OpenMoko, Software Livre
Publicado em 19 de Setembro, 2008, por Rui Seabra
A Toshiba entrou no mercado dos µ-portáteis introduzindo um modelo de aspecto sóbrio (com 3 cores, prateado, preto ou dourado), provavelmente para chegar a homens de negócio, habitualmente mais adversos aos aspectos joviais de outros µ-portáteis, como o Asus Eee-PC e o ACER Aspire One.
Este portátil leva um CPU Intel Atom a 1.6GHz, 512MB de memória e até 120 GB de disco, utilizando como sistema operativo o Ubuntu 8.04, com o habitual software incluído, GNOME, OpenOffice 2.4, Firefox, etc…
[Actualização]: Más notícias para Portugal: 70€ mais caro que no Reino Unido e com Imposto Microsoft obrigatório (via TekSapo).
Sugiro que as pessoas reclamem junto da Direcção Geral do Consumidor.
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Temas: µ-portateis, Não Quero Imposto Microsoft, Software Livre
Publicado em 9 de Setembro, 2008, por Rui Seabra
Estivemos em reunião com a Autoridade da Concorrência por causa da prática restritiva de mercado conhecida como Imposto Microsoft. Tivemos oportunidade de apresentar o nosso ponto de vista e um pacote de documentação constituído por:
Da reunião surgiu uma clarificação do que tem a ver com concorrência ou não. A legislação da concorrência afecta o funcionamento entre empresas, não entre empresas e o consumidor (isso é âmbito do direito do consumidor).
[Ler o resto do artigo no Não Quero Imposto MS]
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Temas: ANSOL, Não Quero Imposto Microsoft
Publicado em 3 de Setembro, 2008, por Rui Seabra

PageUp/PageDown Pwned by Microsoft
A Microsoft parece decidida em demonstrar ao mundo como as patentes de software só servem para prejudicar a concorrência, os utilizadores, e apropriar-se de tudo à face na terra como se fosse invenção sua. Repare no seu teclado, tem um par de teclas “Page Up” e “Page Down”. Há muitos anos.
Agora estão patenteadas. A Microsoft patenteou as teclas “Page Up” e “Page Down”.
E é com chapadas destas na cara que depois vem feita virgem ofendida (e com toda a lata) mostrar-se triste por não oferecermos a outra face para a chapada seguinte.
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Temas: Monopolsoft, Patentes de Software
Publicado em 2 de Setembro, 2008, por Rui Seabra
Segundo uma reportagem no SOL, no dia 3 de Outubro Steve Ballmer vem a Portugal para «estabelecer contactos com empresários e governantes portugueses».
Será que tem alguma coisa a ver com o Projecto de Lei de Normas Abertas?
Pretende a Microsoft influenciar os governantes portugueses, que detém maioria absoluta no Parlamento, por forma a aniquilar ou alterar até à insignificância o Projecto de Lei?
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Temas: Governo, Monopolsoft, Normas Abertas
Publicado em 1 de Setembro, 2008, por Rui Seabra
Seis organizações estatais, da África do Sul, Brasil, Venezuela, Equador, Cuba e Paraguai, protestam contra a decisão da ISO de rejeitar os recursos contra o Microsoft OOXML:

Os abaixo assinados representantes de organizações estatais de TI da África do Sul, Brasil, Venezuela, Equador, Cuba e Paraguai, fazem notar o seu desapontamento face à nota para a imprensa da ISO/IEC/JTC-1 de 20 de Agosto respeitante aos recursos registados pelos representantes nacionais do Brasil, África do Sul, Índia e Venezuela. Os seus representantes nacionais, junto com a Índia, independentemente levantaram um número de preocupações sérias sobre o processo respeitante à aprovação em Fast Track do DIS29500. Essas preocupações não terem sido adequadamente respondidas na forma de um painel de conciliação mancha a integridade dessas instituições internacionais de desenvolvimento de normas.
Enquanto que não pretendem fazer desperdiçar mais nenhum recurso pressionando os seus representantes nacionais para que prossigam nos recursos, sentem ser importante tornar os seguintes pontos bem claros:
- O contornar das regras para facilitar o processamento em Fast Track do DIS29500 continua a ser de preocupação significativa. Que o TMB da ISO não tenha considerado responder adequadamente aos recursos coloca necessariamente em questão a confiança na capacidade dessas instituições atingirem os nossos requisitos.
- A sobreposição em termos de matéria com o já existente ISO/IEC 26300 (OpenDocument Format) continua a ser um tema preocupante. Muitos destes países fizeram comentários significativos à utilização do ISO/IEC 26300, quanto mais não fosse por já existir desde 2006 como norma ISO.
- A vasta escala de adopção de uma norma de formatos de office é um exercício longo e caro, com projectos pluri-anuais a decorrer em cada um desses países. Muitos dedicaram porções significativas de tempo e recursos neste esforço. Por exemplo, no Brasil, o processo de tradução do ISO/IEC 26300 demorou mais de um ano.
Os temas que surgiram desde há um ano, colocam todos numa encruzilhada difícil. Dada a inaptidão da organização em seguir as suas próprias regras, não há mais a confiança que a ISO/IEC seja capaz de se transformar numa organização de definição de normas abertas e independentes do fornecedor. O que é agora claro é que terá que, com relutância, reavaliar o valor da ISO/IEC, particularmente na sua relevância para os vários programas-quadro de interoperabilidade. Enquanto que no passado se assumia que uma norma ISO/IEC deveria poder ser automaticamente utilizada pelo Governo, claramente essa posição hoje não é sustentável.
- Aslam Raffee, África do Sul, Chairman, Government IT Officer’s Council Working Group on Open Standards Open Source Software
- Marcos Vinicius Ferreira Mazoni, Brasil, Presidente, Servico Federal de Processamento de Dados
- Carlos Eloy Figueira, Venezuela, Presidente, Centro Nacional de Tecnologías de Información
- Eduardo Alvear Simba, Equador, Director de Software Libre, Presidencia de la República
- Tomas Ariel Duarte C., Paraguai, Director de Informática, Presidencia de la República
- Miriam Valdés Abreu, Cuba, Directora de Análisis, Oficina para la Informatización.
Cá em Portugal, apesar do II admitir descaradamente numa apresentação não ter seguido as regras de formação da CT-173, disse ao Parlamento estar tudo bem, não existirem quaisquer problemas, algo que eu contrario com o meu testemunho pessoal.
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Temas: ISO, OOXML Assim Não!