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DRM: Confia no seu computador?

Publicado em 26 de Maio, 2008, por Rui Seabra

Em 2002, RIchard Stallman escreveu um composição intitulada Confia no seu computador? onde descreve como as tecnologias do Treacherous Computing retiram o controlo do PC aos seus utilizadores. Quem não gosta do Software Livre diz que é fantasia de um louco paranóico. Quem gosta e tem acompanhado a evolução dos computadores já será capaz de dizer antes… decididamente visionário. O Presidente da Atari, Nolan Bushnell, descreve como o TPM (Trusted Treacherous Platform Module) pode ser utilizado para retirar o controlo dos utilizadores, utilizando como argumento o engodo da segurança:

«(…) game piracy will soon be a thing of the past thanks to a new chip.» — Nolan Bushnell, fundador da Atari

E como é que isto é feito? É cada vez mais frequente os computadores virem com um chip que torna possível retirar o controlo do computador em vários contextos. Esse chip chama-se TPM, e a maioria das pessoas desconhece que ele vem no seu computador, ou por vezes é enganada pois aparece na descrição das funcionalidades como uma vantagem face outros computadores.

A sua natureza, contudo, é bem descrita por Bushnell:

«There is a stealth encryption chip called a TPM that is going on the motherboards of most of the computers that are coming out now,» — Nolan Bushnell, fundador da Atari

Aqueles que são contra o Software Livre chamam a esta tecnologia “Trusted” Computing, mas quem recebe confiança não é o dono do computador, a realidade é bem mais negra: quem recebe confiança é uma terceira parte que pode ter interesses diametralmente opostos ao do dono do computador.

«The technical idea underlying is that the computer includes a digital encryption and signature device, and the keys are kept secret from you. Proprietary programs will use this device to control which other programs you can run, which documents or data you can access, and what programs you can pass them to. These programs will continually download new authorization rules through the Internet, and impose those rules automatically on your work. If you don’t allow your computer to obtain the new rules periodically from the Internet, some capabilities will automatically cease to function.» — Richard Stallman, fundador da Free Software Foundation, na composição “Can you trust your computer?

Ora aqui está mais um bom motivo para não utilizar software proprietário, é que apenas com a colaboração software/hardware é que estas tecnologias nos podem retirar direitos, o problema é que uma vez que existe o Imposto Microsoft, nada nos garante que um computador com o Windows já instalado não tenha instruções protegidas com o TPM (Trusted Treacherous Platform Module) para impedir o arranque de um outro sistema operativo…
Graças a leis insensatas que têm sido publicadas, como a nossa 50/2004, poderá bem ser ilegal contornar estas limitações:

puts the existence of free operating systems and free applications at risk, because you may not be able to run them at all. Some versions of would require the operating system to be specifically authorized by a particular company. Free operating systems could not be installed. Some versions of would require every program to be specifically authorized by the operating system developer. You could not run free applications on such a system. If you did figure out how, and told someone, that could be a crime.

Onde posso saber mais?

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Categoria: Software Livre | 205 comentários »
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205 comentários

Ainda a pouco tempo foi abordado esse tema numa cadeira de segurança que estou a fazer. Não é que seja mau existir um chip que permita uma transmissão de dados mais segura(atraves de encriptação pela “chave desconhecida” do chip), mas até como mostrado na terceira quote, a ideia que é discutida é abusadora de autoridade.
Poderá ser util em empresas em que a nivel de segurança tem que ser elevado, e o acesso do “exterior ao trabalho” tiver que ser controlado.

Diogo, em

A questão é que não é o dono do computador que controla as chaves da sua máquina e é por isso que podem haver abusos de diversos tipos. Por exemplo a industria de software proprietário e a industria de hardware, podem conspirar para impedir que o Software Livre possa ser utilizado em comercio electrónico.

Quanto à utilidade para controlo de acesso… Que eu saiba existem inúmeros mecanismos de controlo de acesso eficientes e que não precisam de retirar o controlo do computador ao seu dono.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Não percebo qual é o problema de desligar o TPM, ou escolher uma motherboard sem ele. E para muito boa gente ou organização pode ser muito interessante a sua utilização sim. Quem não necessitar ou não quiser não é obrigada a ter ou a utilizar.

Mito 1: pode-se escolher uma motherboard sem TPM (Trusted Treacherous Platform Module)

Realidade: Boshnell chama-lhe stealth encryption chip de forma muito apropriada. A maioria dos consumidores não está informada para saber escolher, e as motherboards com TPM (Trusted Treacherous Platform Module) são cada vez mais.

Mais ainda: existe uma aliança da maioria dos fornecedores (Trusted Treacherous Computing Platform Alliance) para inserir estas tecnologias no hardware todo (discos, gravadores de discos ópticos, cpu, placas gráficas/áudio/rede…

Mito 2: o TPM (Trusted Treacherous Platform Module) pode ser desligado.

Vou dar o exemplo do portátil que a empresa onde trabalho me concedeu como exemplo prático.

É um Dell D531 e o TPM (Trusted Treacherous Platform Module) não pode ser desligado, para já apenas posso escolher entre estar disponível ao sistema ou não (esta foi a opção que pude fazer).

A prazo, não teremos escolha. Faz parte dos planos e chama-se uma introdução gradual para evitar a rejeição imediata do consumidor.

Mais coisas interessantes:

Por que é que um conhecido Astroturfer (o Victor) vem à defesa do TPM (Trusted Treacherous Platform Module)?

Porque a Microsoft é uma das peças fundamentais da Trusted Treacherous Computing Platform Alliance (procurar por Palladium, NGSCB, “Microsoft safer computing”, etc…

Onde posso saber mais?

Porque raio é que, quando é uma empresa, o spyware não é criminalizado? Anda tudo à caça dos crackers de jeans, mas ninguém quer chamar à pedra os crackers de fato.

Jorge, em

Eu acho muito bem que exista essa coisa do TPM, como acho igualmente bem que exista uma ferramenta de recolha de provas forenses (vulgo backdoor)!

Só mentes retorcidas é que pensam o contrário, que constroem cenários de conspiração organizada, etc, etc.

Penso isto e muitos mais, aliás, penso tudo aquilo que me pagarem para dizer!

;-)

Gil, em

Apesar de tudo parece haver aqui uma oportunidade para surgir um fabricante de h/w que construa motherboards sem TPM. Que tal pôr as faculdades a produzir mais uma coisa útil para a sociedade?

:)

Diogo, em

Vitor o problema é que embora o TPM possa teoricamente ser desligado, ou não existir em algumas motherboards. Na realidade não pode.

Quem desligar o TPM ficara praticamente off-line. Porque os sitios de comercio electrónico e os sítios que querem utilizar tecnologias de DRM, ficaram inacessíveis a quem não tiver TPM e ligado.

Posso traçar o paralelo, com o não utilizar plugin para flash (embora hajam algumas diferenças), ou não utilizar o m$n. Quem não o fizer é drasticamente penalizado na sua capacidade de comunicar com a maior parte dos utilizadores da Internet. E tendo em conta a importância de conseguir comunicar sem obstáculos com a maioria dos utilizadores e sitios, então podes ver que na verdade seremos obrigados a utilizar o TPM. E isto irá agravar-se quando houver hardware que não funcione, ou que funcione pior sem o TPM activado.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Eu acho muito bem que exista essa coisa do TPM, como acho igualmente bem que exista uma ferramenta de recolha de provas forenses (vulgo backdoor)!

O Jorge insiste nesta ideia da backdoor, que não existe, e que igualmente ninguém confirmou. Já lhe demonstrei o que é este tipo de actividade, e que tipo de técnicas e ferramentas são utilizadas. Tipicamente não são exploradas vulnerabilidades das plataformas, mas tira-se partido do acesso fisico aos sistemas e isto aplica-se a QUALQUER plataforma. Não entendo a sua insistência, já que me parece simples de perceber mas para alguém que não seja um especialista.

Só mentes retorcidas é que pensam o contrário, que constroem cenários de conspiração organizada, etc, etc.

Esteja atento aos meus próximos comentários e vai ver se este tipo de artigos não são uma excelente forma de desinformar, e espalhar o medo, a incerteza e a dúvida.

Penso isto e muitos mais, aliás, penso tudo aquilo que me pagarem para dizer!

O Jorge lá saberá por que valores se rege, eu pelo menos não estou aqui a falar consigo em representação de ninguém, e por isso esta representa sim, a minha opinião pessoal e aquilo em que acredito. Não me parece que sejamos obrigados a concordar, o Jorge terá a sua opinião e se não concorda comigo isso não me incomoda, mas não espere que voi deixar de dizer o que penso.

Victor

P, em

Correcção ao post anterior: “não vou deixar de dizer o que [a Microsoft diz que] penso”

João Costa, em

A lei 50/2004 é bastante ilegível porque não tem o texto na integra mas apenas as alterações. (Não li o texto completamente.)

Este assuntos hoje em dia anteriormente era apenas lutas localizadas de informáticos… hoje em dia trata-se de lutar pelo bom funcionamento da sociedade dado que esta interliga-se cada vez mais com a informática. Será provavelmente necessário começarmos a ter cada vez mais um papel mais interventivo na sociedade na sua forma formal do estado. Fica o apelo aos restantes.

Jorge, em

Victor

Explique lá então o que se passa?

Agora não percebi!

Não percebi porque se dirigiu a mim :-(

Mas uma coisa reirei do seu comentário “Já lhe demonstrei o que é este tipo de actividade, e que tipo de técnicas e ferramentas são utilizadas. Tipicamente não são exploradas vulnerabilidades das plataformas, mas tira-se partido do acesso fisico aos sistemas e isto aplica-se a QUALQUER plataforma.”

Quer, portanto, dizer que quando o Victor demonstra passa a ser uma verdade insofismável é isso?

Não há machado que corte
A raiz ao pensamento
Não há morte para o vento
Não há morte

Se ao morrer o coração
Morresse a luz que lhe é querida
Sem razão seria a vida
Sem razão

Nada apaga a luz que vive
Num amor num pensamento
Porque é livre como o vento
Porque é livre

ANTÓNIO GEDEÃO

Jorge, em

Victor,

Não perca tempo connosco, vá lar ler o tal relatório, aguardamos pacientemente novidades!

Jorge

O Gabinete do Direito de Autor tem uma versão concisa do Código de Direito de Autor e Direitos Conexos incluindo as alterações introduzidas pela 50/2004.

Mas acabei de reparar que silenciosamente em Abril entrou em vigor a IPRED.

Há que ver as consequências da sua implementação.

Jorge, em

POdemos ver nessa lei
TÍTULO II
Regimes jurídicos da propriedade industrial
CAPÍTULO I
Invenções
SUBCAPÍTULO I
Patentes
SECÇÃO I
Disposições gerais
Artigo 51.º
Objecto

Artigo 51.º
Objecto
1 — Podem ser objecto de patente as invenções novas,
implicando actividade inventiva, se forem susceptíveis de aplicação industrial, mesmo quando incidam sobre um produto composto de matéria biológica, ou que contenha matéria biológica, ou sobre um processo que permita produzir,
tratar ou utilizar matéria biológica.

2 — Podem obter -se patentes para quaisquer invenções, quer se trate de produtos ou processos, em todos os domínios da tecnologia, desde que essas invenções respeitem o que se estabelece no número anterior.

3 — Podem igualmente ser objecto de patente os processos novos de obtenção de produtos, substâncias ou composições já conhecidos.

4 — A protecção de uma invenção que respeite as condições estabelecidas no n.º 1 pode ser feita, por opção do requerente, a título de patente ou de modelo de utilidade.

5 — A mesma invenção pode ser objecto, simultânea ou
sucessivamente, de um pedido de patente e de um pedido de modelo de utilidade.

Artigo 52.º
Limitações quanto ao objecto
1 — Exceptuam -se do disposto no artigo anterior:

a) As descobertas, assim como as teorias científicas e os métodos matemáticos;
b) Os materiais ou as substâncias já existentes na natureza e as matérias nucleares;
c) As criações estéticas;
d) Os projectos, os princípios e os métodos do exercício de actividades intelectuais em matéria de jogo ou no domínio das actividades económicas, assim como os programas de computadores, como tais, sem qualquer contributo;
e) As apresentações de informação.

2 — Não podem ser patenteados os métodos de tratamento cirúrgico ou terapêutico do corpo humano ou animal e os métodos de diagnóstico aplicados ao corpo humano ou animal, podendo contudo ser patenteados os produtos, substâncias ou composições utilizados em qualquer desses métodos.
3 — O disposto no n.º 1 só exclui a patenteabilidade
quando o objecto para que é solicitada a patente se limite aos elementos nele mencionados.

3 — Não podem ainda ser objecto de patente:
a) O corpo humano, nos vários estádios da sua constituição e do seu desenvolvimento, bem como a simples descoberta de um dos seus elementos, incluindo a sequência ou a sequência parcial de um gene, sem prejuízo do disposto na alínea b) do n.º 1 do artigo seguinte;

b) As variedades vegetais ou as raças animais, assim
como os processos essencialmente biológicos de obtenção de vegetais ou animais.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Diogo:

Vitor o problema é que embora o TPM possa teoricamente ser desligado, ou não existir em algumas motherboards. Na realidade não pode.

Diogo, eu já tinha lido um pouco sobre TPM e voltei a rever a informação que tinha, olhei para as especificações, para alguns artigos interessantes, para os “links de referência” que o Rui aqui colocou, e sobre isto diria o seguinte.

Não me parece que aquilo que afirma seja verdade de todo, o artigo e os comentários tentam passar muitas destas ideias como factos quando pela leitura das especificações são pura especulação.

A componente de hardware per se nada faz sem o software conhecedor destes componentes e desta cadeia. No limite pega num sistema formata-o com um sistema que não suporte o TPM e voilá, este deixa de ser utilizado. Como disse ao nivel da BIOS o TPM pode ser desabilitado, e mesmo activo sem o software adequado nada faz.

O utilizador pode sempre adquirir ou instalar aplicações que não suportem o TPM.

Aqui estão uma série de recuros onde encontra muita da informação que o ajudarão a conhecer os factos sobre este tema, agora que já conhece os mitos, e em seguida formar a sua opinião, mas agora fundamentada.

Especificações TPM
https://www.trustedcomputinggroup.org/specs/TPM/

Linux and trusted computing
http://lwn.net/Articles/144681/

Open Trusted Computing (OpenTC)
http://www.opentc.net/

Trusted Computing
http://trousers.sourceforge.net/faq.html#2.2

Take control of TCPA
http://www.linuxjournal.com/article/6633

Trusted computing for Linux
http://domino.research.ibm.com/comm/research_projects.nsf/pages/gsal.TCG.html/$FILE/TCFL-TPM_intro.pdf

Clarifying Misinformation on TCPA
http://domino.research.ibm.com/comm/research_projects.nsf/pages/gsal.TCG.html/$FILE/tcpa_rebuttal.pdf

Quem desligar o TPM ficara praticamente off-line. Porque os sitios de comercio electrónico e os sítios que querem utilizar tecnologias de DRM, ficaram inacessíveis a quem não tiver TPM e ligado.

Como vê está-se a criar suporte para este também para Linux. Na teoria tudo é possivel, mesmo as ideias mais delirantes de alguns iluminados, mas existem tantas barreiras para a adopção de tecnologia que retire o controlo de um utilizador na utilização do seu computador, da forma que lhe convier, que eu considero que esse risco não corremos, para além de não existir algum tipo de motivação económica para levar a cabo essa limitação para esse tipo de utilização.

Mais uma vez o cenário que descreve nem sequer é prático ou simples de gerir, para além de e do ponto de vista de negócio quem estará interessado em limitar plataformas? Reduzir mercado em vez de abrir? Para quê? Fazer a vontade à Microsoft? As coisas não funcionam assim, não faz sentido nenhum.

Posso traçar o paralelo, com o não utilizar plugin para flash (embora hajam algumas diferenças), ou não utilizar o m$n. Quem não o fizer é drasticamente penalizado na sua capacidade de comunicar com a maior parte dos utilizadores da Internet.

No dominio das aplicações é mesmo assim, nem todos gostamos do mesmo, eu não consigo garantir que toda a gente vai usar a minha aplicação, é até muito pouco provável, mas ainda assim existem bons exemplos de adopção alargada de determinados produtos. Mas as decisões sobre construir uma aplicação para todas as plataformas são do fabricante, ninguém o pode obrigar a fazê-lo para todas, mas se o fizer está a abrir-se e não a fechar-se e a criar condições para uma adopção mais alargada.

Não espera que utilizemos todos o mesmo software? Apesar de tudo as ferramentas que temos já nos permitem bons niveis de interoperabilidade e estão a melhorar.

Como lhe disse já leu informação de um dos lados, leia agora a informação do outro e seguramente ficará mais informado e menos disponivel para as teorias da conspiração que costumam contar por estes lados.

Victor

Jorge, em

TÍTULO VI
Protecção das medidas de carácter tecnológico
e das informações para a gestão electrónica dos direitos

Artigo 217.º
Protecção das medidas tecnológicas
1 — É assegurada protecção jurídica, nos termos previstos neste Código, aos titulares de direitos de autor e conexos, bem como ao titular do direito sui generis previsto no Decreto -Lei n.º 122/2000, de 4 de Julho, com a excepção dos programas de computador, contra a neutralização de qualquer medida eficaz de carácter tecnológico.
2 — Para os efeitos do disposto no número anterior,
entende -se por «medidas de carácter tecnológico» toda a técnica, dispositivo ou componente que, no decurso do seu funcionamento normal, se destinem a impedir ou restringir actos relativos a obras, prestações e produções protegidas, que não sejam autorizados pelo titular dos direitos de propriedade
intelectual, não devendo considerar -se como tais:
a) Um protocolo;
b) Um formato;
c) Um algoritmo;
d) Um método de criptografia, de codificação ou de
transformação.

3 — As medidas de carácter tecnológico são consideradas «eficazes» quando a utilização da obra, prestação ou produção protegidas, seja controlada pelos titulares de direitos mediante a aplicação de um controlo de acesso ou de um processo de protecção como, entre outros, a codificação, cifragem ou outra transformação da obra, prestação ou produção protegidas, ou um mecanismo de controlo da cópia, que garanta a realização do objectivo de protecção.

4 — A aplicação de medidas tecnológicas de controlo
de acesso é definida de forma voluntária e opcional pelo detentor dos direitos de reprodução da obra, enquanto tal for expressamente autorizado pelo seu criador intelectual.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Não perca tempo connosco, vá lar ler o tal relatório, aguardamos pacientemente novidades!

Sabe Jorge, eu não deixo ninguém sem resposta. Já o mesmo não posso dizer de si, temos algumas conversas interrompidas por si com o argumento de que voltaria a elas e sinceramente não tenho grande esperança, e olhe que nesse caso deveria manter a sua palavra como o tem feito noutros casos…

Então a espécie de relatório está aqui:

http://www.pctools.com/news/view/id/206/

Já agora a fonte foi:

* Research conducted over 6 months by using anonymous statistics from the ThreatFire community. Threats are confirmed against third-party antivirus scanners.

Sobre isto não tenho nada a dizer, vale o que vale e certamente, o âmbito é o que eles controlam e por isso sendo uma tendência revelada nessa análise, nada tenho a dizer. Este comentário é apenas para que não se esqueça que o universo não é o mundo inteiro, e só para mostrar que não é garantido que noutras fontes os resultados sejam os mesmos.

O “relatório” de facto só tem comentários negativos, por isso o Vista deve ser mesmo mau.

Ah, mas para que não nos esqueçamos aqui vai uma boa razão para levar este relatório a sério:

While the rhetoric may suggest otherwise, PC Tools recommends that users never run Vista without additional antivirus and antispyware protection.

“E já que aqui está já reparou que até temos muitas soluções para si?”

Mas uns dias depois lá resolveram prestar mais uns esclarecimentos:

“It is also equally important to note that we regard the implementation of Microsoft’s UAC (User Account Control) ineffective in providing protection against malware for two reasons.

“Firstly, UAC alerts are shown too frequently for non-malware and therefore users are either simply ignoring the alerts and permitting all actions or turning the UAC off. One might argue that showing recurrent alerts for routine actions trains users to ignore the alert information and unknowingly letting threats penetrate the system.

Pois os mecanismos existem e o utilizador resolve não os utilizar porque é chato, chato não é levar com esta tralha toda, é levar com um pop-up, pois… o Jorge lembra-se na nossa conversa, não lembra sobre o pobre do utilizador?

Jorge basicamente este relatório mostra um padrão de utilização do Windows (que é mau), e não que a platforma está pior, que era o que queria demonstrar, mas ainda não é este a prova definitiva. Mas continue a tentar.

Quer, portanto, dizer que quando o Victor demonstra passa a ser uma verdade insofismável é isso?

LOL, para si a verdade não existe…

Victor

Malta, o Victor é um Astroturfer, e uma das suas técnicas é recorrer a links que por parecerem oficiais e de entidades idóneas podem parecer dar-lhe credibilidade.

Reparem que os links com informação efectiva (e não apenas reportagens ou código fonte) são todos de membros da Treacherous Computing Platform Alliance.

Os Astroturfers podem esparrinhar para aí tanto lixo visual quanto quiserem, mas se o TPM é do controlo dos donos do computador, gostaria que me explicase mas é quem controla a Endorsement Key.

A especificação diz claramente:

The TPM has the EK generated before the end customer receives the platform.
(…)
Subsequent attempts to either generate an EK or insert an EK must fail.

Portanto a chave mestra do TPM (Trusted Treacherous Platform Module) não está no controlo dos donos dos computadores.

E se eles dizem o contrário, é bom que indiquem onde é que isto é contradito na especificação.

Diogo, em

Vitor não consegue entender que o que eu disse nada tem a ver com especificações técnicas? Mas sim com utilizações das tecnologias?

Quem controla as chaves que vão estar no TPM são os fabricantes. E por isso os fabricantes podem fazer exactamente aquilo que eu disse.

Como já disse não é realista numa sociedade de informação e comunicação, não poder interoperar com a maior parte do mundo. E por isso não é realista não utilizar o TPM, se a maior parte do mundo, ou se determinados utilizadores chave das TIC, utilizarem. Porque isso significaria estar off-line.

A questão é que criar suporte para o TPM em GNU/Linux, embora possa estar a ser feito é um absurdo se for com intenção de o utilizar para comercio electrónico. Pela simples razão que impede na prática que se utilizem as liberdades do Software Livre, porque por exemplo um sistema modificado pelo utilizador, deixaria de poder usar o TPM se não fosse aprovado por quem controla as chaves do TPM (e estes podem simplesmente não o aprovar).

Do ponto de vista do negócio os oligopolios existentes na industria e que estão todos presentes no grupo que cria e gere o TPM, têm todo o interesse comercial em limitar a diversidade tecnológica e a competição.
Para quê fazer a vontade à m$? Porque a m$ tem poder sobre a industria de software e de hardware. Simplesmente não há alternativa, porque os fabricantes que não fazem as vontades à m$, podem sofrer sanções desta. E quem não suporta a m$, quase que não tem negócio. E porque a m$ faz parte do TCG.

O que eu referi a respeito das aplicações não tem nada a ver com a utilização de software. O que eu disse tem a ver com acesso a conteúdos e capacidade de comunicar.
Ao dizer que eu espero que todos utilizemos o mesmo software, só demonstra que não percebeu absolutamente nada do que foi dito. Esta questão não é sobre qual o software que usamos. Mas sim sobre a liberdade de usarmos o que quisermos e não ficarmos excluídos injustamente e o TPM tem esse potencial e os utilizadores não têm salvaguarda a respeito disso.

Não! Não li informação só de um dos lados, nem este assunto é novo para mim (já o conheço à uns anos). Esta é simplesmente a minha opinião.

Jorge, em

Vitor, diga lá então que esclarecimento tenho em falta, se assim for terei todo o gosto em esclarece-lo!

Já agora faça-me um favor não pense por mim por ser? Ou é pedir muito? Mais, não me parece que nos conheçamos para o Victor saber o que para mim existe ou deixa de existir, ou será que também se arroga esse conhecimento?

Jorge

Jorge, em

Victor,

continuo a aguardar!

Jorge

Pedro Silva, em

Este Victor mais parece um canivete suíço: parece ter respostas para tudo mas são sempre umas respostas que não convencem.

Vou-lhe passar a chamar Victorinox :-)

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge eu já venho responder a todos e pedir-lhe para me reponder (se quiser) a “assuntos pendentes” ;o)

Tenho de sair mas já volto.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Pedro,

Teve piada sim sr. ;o), eu não quero convencê-lo, apenas quero deixar uma outra opinião e as razões que a sustentam, se as quiser aceitar como válidas tudo bem, caso contrário tudo bem na mesma.

Não se esqueça que até pode haver duas opiniões válidas…

Eu só respondo porque muitas vezes algumas das opiniões são de desconhecimento sobre o universo do Windows, e aí eu penso que posso ajudar e esclarecer, só isso.

Esta (des)tecnologia, assim como o software proprietário, pode ser representada assim.

O Provedor, em

(Off topic: Vitinho… 28 de Maio, onde está o OOXML? Qual é o prazo actual que o ISO dá para protestar por eventuais não-implementações das alterações sugeridas na BRM?)

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Caro Provedor,

É uma boa pergunta mas não lhe sei responder, pergunte à ECMA, que é quem vai realizar a manutenção dos formatos.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge e Diogo já só vou voltar a responder mais tarde, peço desculpa atrasei-me e estou cansado e com sono ;o)

LOL é a Microsoft/ECMA quem responde pelos prazos da ISO? Foi uma piada gira, foi sim.

Agora se fazem favor, OOXML é 100% off-topic neste tema, a menos que queiram falar do formato parecido (mas diferente) que é implementado pelo Microsoft Office 2007, que tem suporte a DRM…

Yusuf Ali, em

Desapareceu ontem à noite (2008/05/28)Um Sr que dá pelo nome de Victor, nunca mais foi visto, sabe-se que tentou hoje entrar em contacto, mas sem sucesso!

Solicita-se a quem saiba do seu paradeiro que entre em contacto com o Call center de empresa de Porto Salvo

a Ultima vez que foi visto vestia camisa branca com monograma ‘MS’

YA

Mais ou menos off-topic: FUD em português

O opinião do Bruce Schneier (um dos maiores peritos de segurança, reconhecido mundialmente) sobre a TCPA (Trusted Treacherous Platform Alliance) não é nada favorável a esta iniciativa:

This sounds great, but it’s a double-edged sword. The same system that prevents worms and viruses from running on your computer might also stop you from using any legitimate software that your hardware or operating system vendor simply doesn’t like. The same system that protects spyware from accessing your data files might also stop you from copying audio and video files. The same system that ensures that all the patches you download are legitimate might also prevent you from, well, doing pretty much anything.

(Ross Anderson has an excellent FAQ on the topic. I wrote about it back when Microsoft called it Palladium.)

Num comentário a este artigo:

Ha ha ha ha. Famous last words from Atari founder Nolan Bushnell

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Diogo:

Vitor não consegue entender que o que eu disse nada tem a ver com especificações técnicas? Mas sim com utilizações das tecnologias?

Peço desculpa mas só pode criar dterminados cenários se estes forem potenciados pela especificação.

“Quem controla as chaves que vão estar no TPM são os fabricantes. E por isso os fabricantes podem fazer exactamente aquilo que eu disse.”

Se ler em diversos locais os cenários potencias para a utilização do TPM vai verificar que será maioritariamente em ambientes empresariais.

What applications and services will benefit from systems with TPMs?

Systems with TPMs offer improved, hardware-based security in numerous applications, such as file and folder encryption, local password management, S-MIME e-mail, VPN and PKI authentication and wireless authentication for 802.1x and LEAP.

Can the Trusted Platform Module control what software runs?

No. There is no ability to do this. The subsystem can only act as a ’slave’ to higher level services and applications by storing and reporting pre-runtime configuration information. Other applications determine what is done with this information. At no time can the TCG building blocks ‘control’ the system or report the status of applications that are running.

Para poder utilizar o cenário que descreve era necesssário que a “Attestation” fosse possível, ora na especificação o dono do TPM pode activar ou desactivar a Endorsement Key e com isso desactiva também a “Attestation” impedindo o seu cenário de funcionar. E isto é uma decisão do utilizador final.

Ora na linha do que lhe tinha dito acima sendo algo que se pode desligar, não é algo que se consiga garantir que estará disponivel ou presente logo, você como alguém que dá acesso a um serviço se quiser colocá-lo como um requisito pode fazê-lo mas como não é garantido que quem estiver interessado em utilizar o seu serviço o tenha activo ou esteja interessado em fazê-lo é uma má decisão torná-lo um requisito.

Como já disse não é realista numa sociedade de informação e comunicação, não poder interoperar com a maior parte do mundo. E por isso não é realista não utilizar o TPM, se a maior parte do mundo, ou se determinados utilizadores chave das TIC, utilizarem. Porque isso significaria estar off-line.

Como não se consegue garantir que os requisitos para que isso funcionasse existem, não faz sentido fazê-lo a não ser eventualmente em ambientes empresariais.

A questão é que criar suporte para o TPM em GNU/Linux, embora possa estar a ser feito é um absurdo se for com intenção de o utilizar para comercio electrónico. Pela simples razão que impede na prática que se utilizem as liberdades do Software Livre, porque por exemplo um sistema modificado pelo utilizador, deixaria de poder usar o TPM se não fosse aprovado por quem controla as chaves do TPM (e estes podem simplesmente não o aprovar).

Isso não é verdade, existe funciona e o utilizador não precisa pedir aprovação a ninguém (em Linux).

Não são as chaves é só a Endorsement Key, e existem as Attestation
Identity Key criadas pelo utilizador para utilizar na Attestation mas que permitem o anonimato, e pode ser gerado um número ilimitado de chaves.

Como disse na maioria dos sistemas podemos desactivar o TPM, podemos formatar o sistema e instalar um SO sem suporte para isto, não se esqueça que para que tudo funcione é ncessário que exista suporte em todas as peças da cadeia, e sou sempre eu que decido o que instalar.

Do ponto de vista do negócio os oligopolios existentes na industria e que estão todos presentes no grupo que cria e gere o TPM, têm todo o interesse comercial em limitar a diversidade tecnológica e a competição.
Para quê fazer a vontade à m$? Porque a m$ tem poder sobre a industria de software e de hardware. Simplesmente não há alternativa, porque os fabricantes que não fazem as vontades à m$, podem sofrer sanções desta. E quem não suporta a m$, quase que não tem negócio. E porque a m$ faz parte do TCG.

Diogo desculpe que lhe diga onde tem andado nos últimos tempos? Para além de não ser verdade, do ponto de visat de negócio não acredito que alguém o fizesse a não ser numa situação semelhante ao que a Sony fez com a Toshiba, mas isso a esta escala era absolutamente insano. Seria sempre uma má decisão de negócio ou de um lado ou de outro.

O que eu referi a respeito das aplicações não tem nada a ver com a utilização de software. O que eu disse tem a ver com acesso a conteúdos e capacidade de comunicar.

Mas isso mesmo antes de chegar onde quer chegar, até acontece pela simples escolha do software que utilizo.

Mas está a misturar DRM com TCPA e não são a mesma coisa. No caso do DRM é uma decisão do produtor do conteúdo, ponto final. Mas como já viu os consumidores também possuem muita força e só estes podem fazer alguma coisa em relação às vontades dos produtores.

Mas sim sobre a liberdade de usarmos o que quisermos e não ficarmos excluídos injustamente e o TPM tem esse potencial e os utilizadores não têm salvaguarda a respeito disso.

Não precisa sequer meter aqui o TPM ao barulho o seu problema é o DRM, mas aí a decisão é sempre do produtor é com ele que tem de reclamar.

Não! Não li informação só de um dos lados, nem este assunto é novo para mim (já o conheço à uns anos). Esta é simplesmente a minha opinião.

Não digo que não, mas à uns anos atrás estavamos com as coisas no papel hoje já temos implementações e muitas das dúvidas do passado e algns dos seus receios não se concretizaram, e existem mecanismos que impedem a sua concretização, e essa é pelo menos algo novo.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

O opinião do Bruce Schneier (um dos maiores peritos de segurança, reconhecido mundialmente) sobre a TCPA (Trusted Treacherous Platform Alliance) não é nada favorável a esta iniciativa:

A opinião dele não é totalmente negativa, sentia algum receio, mas se reparares era uma opinião em 2002, a versão 1.2 não tinha saido e com ela a mitigação de alguns dos maiores riscos existentes na arquitectura do TCPA.

Victor

Pedro Silva, em

Viva Rui! Por favor corrige-me se estiver enganado.

Um PC ou um portátil, montado por mim ou comprado sem SO. Cada componente tem um TPM. Instalo um BIOS livre e depois um SO 100% livre. Tau! tenho a certeza que controlo a máquina. Haverá um porradão de sites com os quais não posso comunicar e/ou fazer comércio electrónico? Ainda bem, significa que posso dedicar mais atenção a todos os outros biliões de sites que dão valor à minha liberdade!

Tadinho do Victor a tentar disfarçar que a opinião do Schneier não mudou ao longo dos anos… ele agora está precisamente a dizer famous last words em relação ao que o fundador da Atari disse.

Um PC ou um portátil, montado por mim ou comprado sem SO. Cada componente tem um TPM. Instalo um BIOS livre e depois um SO 100% livre. Tau! tenho a certeza que controlo a máquina. Haverá um porradão de sites com os quais não posso comunicar e/ou fazer comércio electrónico? Ainda bem, significa que posso dedicar mais atenção a todos os outros biliões de sites que dão valor à minha liberdade!

Depende, e se o ISP apenas te deixar ligar à Internet com uma box que tenha de ter uma placa de rede com TPM a funcionar e a validar a tua ligação?

a versão 1.2 não tinha saido e com ela a mitigação de alguns dos maiores riscos existentes na arquitectura do TCPA.

Quem controla a Endorsement Key, Victor? Enquanto componentes do TPM (Trusted Treacherous Platform Module) forem do controlo externo, o computador não está no controlo dos seus donos.

Diogo, em

Vitor quanto aos cenários, sim estes cenários que mencionei são potenciados pela especificação.

A citação que fez da FAQ é enganosa, pois por exemplo um sistema operativo pode impedir que se corra aplicações que não suportem o TPM.

É mentira que não se possa garantir que algo está ligado!
Basta que:
* venha ligado por omissão. A maioria esmagadora dos utilizadores de computadores não consegue desligar, nem sequer sonha que isto existe, quanto mais ter conhecimentos para conseguir desligar;
* que determinadas entidades com quem os utilizadores lidam diariamente exigirem que se use o TPM;

É perfeitamente possível à industria de conteúdos digitais, impor aos prestadores de serviços que exijam dos utilizadores a utilização de TPM.

O controlo da m$ sobre a industria de hardware e software é evidente. Parece que é você que não tem andado neste planeta nas ultimas décadas…

Na verdade do TCPA é promovido essencialmente pelos que acreditam no DRM, pelos que dependem comercialmente dos que acreditam no DRM e vai ser utilizado essencialmente como DRM.

Não o meu problema não é só com o DRM, o TCPA tem outras utilizações nocivas que já mencionei.

Os meus receios ainda não se concretizaram porque isto ainda não foi adoptado em larga escala e porque é óbvio que as coisas não iriam ficar imediatamente assim. Em primeiro lugar a industria vai tentar iludir os consumidores dizendo que isto é aceitável. Pelo que vejo aqui consigo está a ter sucesso.

Quanto à questão das chaves o Rui já respondeu…

Pedro Silva, em

“Depende, e se o ISP apenas te deixar ligar à Internet com uma box que tenha de ter uma placa de rede com TPM a funcionar e a validar a tua ligação?”

O Diogo disse que se está a criar suporte para o TPM em GNU/Linux. Não significa isso que poderei navegar só com software livre? É claro que não gosto nada de ter o computador cheio de TrampaPorcariaMerda…

Atentados como este hão-de sempre haver, o que não acredito é que não hajam alternativas. Basta ver como cada vêz mais as pessoas e os governos estão a despertar para o SL.

Há já também cada vêz mais iniciativas de hardware livre.

Não estou com isto a ficar descansadinho da vida, muito pelo contrário! Sei que vou/vamos andar toda a vida a lutar contra estas coisas. Para que elas não se tornem realidades absolutas.

Jorge, em

“Jorge eu já venho responder a todos e pedir-lhe para me reponder (se quiser) a “assuntos pendentes” ;o)

Tenho de sair mas já volto.

Victor”

Passou-me alguma coisa despercebida?

Jorge

Jorge, em

tenho alguma dificuldade em acreditar que coisas destas não passem de intenções.

Depende de todos nós não permitir que estas coisas cheguem a bom porto!

Não acredito que a “humanidade” aceite estar dependente da consciência moral de terceiros!

Jorge

Diogo, em

Pedro existe pelo menos algum suporte para TPM em GNU/Linux, mas usar TPM significa não se poder utilizar algumas das liberdades do Software Livre, ou pelo menos, fazer com que a utilização de uma das liberdades e muitos dos benefícios dependa da vontade do grupo de empresas que controla o TPM. Ou seja, o TPM derrota parcialmente o propósito da existência do Software Livre.

Quanto à questão das alternativas. A alternativa é não usar TPM.
Não ponho fora de questão que o TPM possa teoricamente ser útil aos utilizadores. Mas só pode nos casos em que seja o dono do computador a controlar as chaves e não é isso que está a ser feito. Por isso a única solução, é alertar as pessoas para que o rejeitem completamente devido aos perigos que representa colocar este poder nas mãos da industria.

Não podemos aceitar que qualquer pessoa, ou entidade, que não seja o dono do computador, tenha algum tipo de controlo sobre o computador, ou sobre os dados que estão no computador. É completamente inaceitável!

Gil Brandao, em

O grande problema em explicar as pessoas, e que as pessoas estarao a borrifar-se para as explicacoes no momento em que lhes for prometido um “comando meo”. E quando ha porcaria, dirao “nao e defeito, e feitio” e aceitam… depois esta o caldo entornado para quem nao quer estar sujeito a essas medidas opressivas (obrigar a usar TPM para estar ligado).

NOTA: peco desculpa pela falta de acentos mas o layout UK do Xandros nao e igual ao do Ubuntu (na parte internacional) e ando aqui meio perdido.

Pedro Silva, em

Caros Rui e Diogo, obrigado pelas vossas explicações. Escrevi os 2 últimos comentários à pressa e a tentar perceber e sintetizar toda esta questão que domino mal.
Nota-se alguma irritação/impaciência nos meus comentários e agora percebo porquê. Há vários anos a usar hardware em 2ª mão, via aproximar-se finalmente o dia em que isso ia mudar. Ora, sendo eu um perfeccionista/desejoso de hardware o mais livre possível, este artigo do Rui estragou-me um bocado a festa: relembrou-me dum problema antigo que eu pensava ter já passado à história…

Queria tanto resolver o problema que acabei passando-lhe por cima. Misturei um bocado as coisas e tive até tiques de Astroturfer…

Porra, vou mas é comprar uns PCs novos a ver se animo!

Bem hajam! :-)

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Vitor quanto aos cenários, sim estes cenários que mencionei são potenciados pela especificação.

O que apesar de tudo não disse Diogo, é que a especificação não obriga e não garante o funcionamento silencioso do TPM.

Se reparar recebe uma máquina, e o primeiro passo é estabelecer o TPM owner e esse passo que é o da inicialização obriga à intervenção do utilizador (o owner) e não tem forma de silecnciar isto de forma que o TPM já venha inicializado.

A Endorsement Key é de facto controlada pelo OEM, mas esta não é utilizada directamente.

A citação que fez da FAQ é enganosa, pois por exemplo um sistema operativo pode impedir que se corra aplicações que não suportem o TPM.

Como disse isto é uma cadeia de confiança, e se por ventura o SO o fizesse, arranco com um outro SO, formato e instalo outro que não tenha suporte para o TPM… Mais é sempre o utilizador que determina as aplicações que instala e se suportam ou não TPM.

* venha ligado por omissão. A maioria esmagadora dos utilizadores de computadores não consegue desligar, nem sequer sonha que isto existe, quanto mais ter conhecimentos para conseguir desligar;

Errado, nenhuma máquina que vem com o TMP, o tem a funcionar.

* que determinadas entidades com quem os utilizadores lidam diariamente exigirem que se use o TPM;

E eu posso sempre não tulizar esse serviço ou produto.

É perfeitamente possível à industria de conteúdos digitais, impor aos prestadores de serviços que exijam dos utilizadores a utilização de TPM.

Teoricamente tudo é possivel, mas nem tudo é aceitável.

O controlo da m$ sobre a industria de hardware e software é evidente. Parece que é você que não tem andado neste planeta nas ultimas décadas…

Acha mesmo? Se assim fosse nem se houviria falar de Linux. Isto não faz sentido.

Pelo que vejo aqui consigo está a ter sucesso.

Eu por acaso instalei, experimentei, e continuei a utilizar o sistema como até então e voltei a desactivar o TPM. E é até possivel apagar a Endorsement Key se assim desejar.

Em relação às chaves, as que são utilizadas não são a Endorsement Key, são as que podem ser geradas pelo TPM owner.

Sinceramente acho que o importante é as pessoas em vez de não querem conhecer e dizerem muita coisa não fundamentada, vale mais experimentarem conhecerem, no fundo ficarem à vontade com a tecnologia para depois escolherem de forma informada o que fazer, se usam ou não.

Victor

Victor:

A Endorsement Key é de facto controlada pelo OEM, mas esta não é utilizada directamente.
(…)
Eu por acaso instalei, experimentei, e continuei a utilizar o sistema como até então e voltei a desactivar o TPM. E é até possivel apagar a Endorsement Key se assim desejar.

Dos links que o próprio Victor deu, a especificação diz claramente:

The TPM has the EK generated before the end customer receives the platform.
(…)
Subsequent attempts to either generate an EK or insert an EK must fail.

Só quem não tem o dom do raciocínio é que não o apanha nas mentiras.

Jorge, em

Já deviamos estar habituados a uma certa retórica só para distrair e para passar o tempo, a que o certas pessoas nos foram habituando!

“Vocês sabem do que é que eu estou a falar” ;-)

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Eu não me importo de continuar a falar com quem não faz esforço nenhum para perceber minimamente do que fala, felizmente até é bem simples de demonstrar quem omite, ou simplesmente não sabe.

The TPM has the EK generated before the end customer receives the platform.

Subsequent attempts to either generate an EK or insert an EK must fail.

Nada do que eu disse afirma o contrário.

Está lá dito:

A Endorsement Key é de facto controlada pelo OEM, mas esta não é utilizada directamente.

E disse mais

Eu por acaso instalei, experimentei, e continuei a utilizar o sistema como até então e voltei a desactivar o TPM. E é até possivel apagar a Endorsement Key se assim desejar.

Pois muito bem isso não foste tu investigar mas eu volto às especificações para ler:

TPM Part 1 Design Principals

9.4 Operational Mode

1464 S1 is the fully operational state where all TPM functions are available. S8 represents a mode
1465 where all TPM features (except those to change the state) are off.

1464 S1 is the fully operational state where all TPM functions are available. S8 represents a mode
1465 where all TPM features (except those to change the state) are off.

Vale bem a pena ler o resto do documento, onde podes ficar a perceber efectivamente como funciona a tecnologia.

Já agora confirma que é existe a capacidade de efectuar o reset à EK (embora opcional na especificação), e a “limpeza” do TPM, para não dizeres que ando a mentir.

Mas já agora e porque sei que mesmo lendo a especificação és bem capaz de dizer que o documento não é credivel e para acabar com a tua argumentação sem sentido, aqui está uma implementação:

A do meu sistema, se quiseres coloco-te aqui toda a documentação, mas para já ficam só as partes que ilustram o que dizia (implementação da Infineon):

“Initialization and Administration of the Infineon Security Platform
The initial status of the Infineon Security Platform is disabled by default on delivery to the customer.

This ensures that no flow of confidential information from the Infineon Security Platform back to the platform manufacturer can occur in this phase, as there are no shared secrets in any form.

The current status of an Infineon Security Platform is not changed by the installation of the Infineon Security Platform Solution Software.

Before you can take advantage of your Infineon Security Platform you must:

Enable the Infineon Security Platform. A specific description on how to enable the chip is available here:

Setup your Infineon Security Platform by starting the Infineon Security Platform Initialization Wizard

Setup Infineon Security Platform Users by starting the Infineon Security Platform User Initialization Wizard

Enable Infineon Trusted Platform Module

The Trusted Platform Module needs to be enabled to switch on the main functionality. Only after this, the Security Platform can be initialized and further initial configuration operations can be performed. The procedure to enable the Trusted Platform Module depends on the Trusted Platform Module version, the Operating System and on the Security Platform hardware and BIOS.

Nas FAQ

Can the Infineon Security Platform Solution Software be uninstalled and if so, how can it be done?

It can be uninstalled using the standard software removal process offered by the operating system. Before doing so, all user data protected by the Security Platform has to be saved. Without saving, there will be no opportunity to access this data once the Infineon Security Platform Solution Software is removed from the system. The last step is to deactivate the Infineon Trusted Platform Module in the computer BIOS.

Portanto isto é a documentação de UMA IMPLEMENTAÇÃO e não um documento qualquer que alguém resolveu escrever com muito pouco de factual.

Para terminar, em relação ao requisito de alguma qq aplicação obrigar à utilização de TPM, eu como utilizador posso sempre decidir NÃO USAR, e é assim que se resolve o problema.

Se tiverem dúvidas, estou à disposição.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Já deviamos estar habituados a uma certa retórica só para distrair e para passar o tempo, a que o certas pessoas nos foram habituando!

Quem nunca deixa a retórica, sabemos nós quem é.

Victor

Victor: você é simplesmente desonesto. Pega num pedaço de citação minha que não o contradiz e afirma:

Nada do que eu disse afirma o contrário.

A sua esperança de que quem ler é estúpido e não percebe que você foge com o cu à seringa: há elementos chave no TPM (Trusted Treacherous Platform Module) que ultrapassam as funcionalidades benignas de um módulo criptográfico pessoal uma vez que o utilizador não está no controle das chaves criptográficas.

Qualquer dos seus comentários faz parte dos comentários standard dos promotores desta tecnologia orwelliana: exacerbar os benefícios de uma coisa que o TPM não é, para que as pessoas o aceitem sem pensarem nos malefícios que trás a sua utilização.

Mas claro que o TPM não é um módulo criptográfico. Se tal fosse não seria necessário esta celeuma, nem os peritos de segurança se sentiriam contra.

Mais uma vez: palavras bonitas, concretização horrorosa. Onde é que eu já vi este filme?…

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Eu já percebi que você insiste em manter as dicussões como se fossem conversas de surdos na esperança que as pessoas desistam e não descubram a falta de conhecimentos que tem sobre os temas.

Quem foge à conversa é você, porque nitidamente não tem argumentação que sustente as suas afirmações.

Explique lá que elementos chave são esses e não se repita por favor dê exemplos. E já agora contraponha o cenário por omissão em que qualquer implementação (das duas que conheço) o TPM nem sequer vem a funcionar.

Se se lembrar o meu comentário começou comigo a dizer que o utilizador pode não utilizar o TPM, e até limpar a EK, o que você prontamente negou, mas não demonstrou na especificação onde está isso escrito, aliás escrevi eu, já que você apenas omite.

O meu comentário acima não são comentários nem meus nem de promotores, são da ESPECIFICAÇÃO e de UMA IMPLEMENTAÇÃO, isto contra si que não deixou de apresentar os comentários de outros e que são de periodos anteriores a qualquer implementação, e em alguns casos bastante anteriores à ultima versão da especificação.

A celeuma apenas se gerou vinda de pessoas que nitidamente não percebem ou não querem perceber a tecnologia como é o seu caso.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Já agora um link de alguém pelos vistos leu a especificação, pelo menos a que eu li, e deve conhecer as implementações porque senão não falava como fala.

http://techdirt.com/articles/20080527/0107111224.shtml

Mas não, você é que tem razão, pois coloca uns links da treta e espera que todos acreditem…

Victor

Ó Victor, você nem lê os links que arranja. Olhe a pérola que lá vem escrito:

It’s the same silly scheme that Microsoft, Intel and AMD have been working on for more than half a decade, though it’s gone through some name changes in an attempt to make it less controversial.

Claro que não são os nomes o que gera a controvérsia mas sim o que a tecnologia permite (por exemplo um disco que não aceite gravação de dados que não sejam assinados por uma chave validada pela Endorsement Key que está fora do controlo do dono do computador).

Explique lá que elementos chave são esses e não se repita por favor dê exemplos.

Porquê, o Victor nem se deu ao trabalho de ler os exemplos bem documentados, acha que lhe vou fazer a vida fácil? Trabalhe escravo.

E já agora contraponha o cenário por omissão em que qualquer implementação (das duas que conheço) o TPM nem sequer vem a funcionar.

Claro que sim, chama-se introdução gradual e não intrusiva.

Já agora, o que me diz disto:

Furthermore, the platform manufacturer can benefit from such configuration by verifying the integrity and origin of preloaded OS and application packages or installation roots at his bundled PC solution packages.

Sou só eu que leio: computadores que o dono não pode modificar por conveniência do fabricante?

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Ó Victor, você nem lê os links que arranja. Olhe a pérola que lá vem escrito:

Veja lá a diferença entre nós, você só mostra o que lhe interessa… mas nesse link encontra outros parágrafos até mais interessantes mas que não lhe davam jeito, não é?

Claro que não são os nomes o que gera a controvérsia mas sim o que a tecnologia permite (por exemplo um disco que não aceite gravação de dados que não sejam assinados por uma chave validada pela Endorsement Key que está fora do controlo do dono do computador).

Não diga asneiras, como lhe disse acima a EK não é nunca utilizada directamente, não é assim que funciona a tecnologia, e depois o exemplo que dá é ridiculo. Nunca esse cenário poderia ser implementado sem a aceitação do utilizador, eu pelo menos não tenho por hábito aceitar aquilo que não percebo… Mas por absurdo que fosse, desligava o TPM (ou formatava o disco se andasse paranoico) et voilá lá se foi a peça maligna, só você ainda não percebeu isto.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Claro que sim, chama-se introdução gradual e não intrusiva.

Ah afinal já vem desligado, e se você não ligar onde é que ficam os seus cenários?

Sou só eu que leio: computadores que o dono não pode modificar por conveniência do fabricante?

Para muito boa gente pode ser importante, já que pode assegurar a integridade e origem do sistema, mas nem sequer é garantido que essas soluções venham a ser procuradas pelos utilizadores e por isso é hipotético. Se para si (e não será o único) não for, mantém desligado que é perfeitamente possivel.

Victor

Não diga asneiras, como lhe disse acima a EK não é nunca utilizada directamente

Quanto mais o Victor foge à questão mais ela parece ser pertinente…

Claro que sim, chama-se introdução gradual e não intrusiva.

Ah afinal já vem desligado, e se você não ligar onde é que ficam os seus cenários?

Você é mesmo cansativo com as suas mentiras. Eu nunca disse se vem ligado ou não. Pelo contrário, o Victor é que afirma que vem sempre desligado.

Newsflash: no Dell D531 do emprego tive de o inibir (sim, vinha ligado por omissão).

Repare que inclusive no artigo digo:

nada nos garante que um computador com o Windows já instalado não tenha instruções protegidas com o TPM (Trusted Treacherous Platform Module) para impedir o arranque de um outro sistema operativo…)

O interesse económico disto parece-me evidente: «é claro que é o computador que só funciona com Windows, Excelência, que interessa que seja apenas por uma limitação artificalmente controlada por um chip no computador?»…

Outra informação gira: não há cifragem de disco no Windows Vista sem TPM. Ora aí está uma interessante cenoura para atirar aos burrinhos por forma a forçar chips TPM a funcionar…

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Outra informação gira: não há cifragem de disco no Windows Vista sem TPM.

Oh Rui, esta é definitiva… você chama burros a todos, mas ao mesmo tempo não revela nem capacidade para entender o que se discute nem para demonstrar que é alguém informado…

Can I use BitLocker on a computer without a TPM version 1.2?
Yes, you can enable BitLocker on a computer without a TPM version 1.2, provided that the BIOS has the ability to read from a USB flash drive in the boot environment. This is because BitLocker will not unlock the protected volume until BitLocker’s own volume master key is first released by either the computer’s TPM or by a USB flash drive containing the BitLocker startup key for that computer. However, computers without TPMs will not be able to take advantage of the system integrity verification that BitLocker can also provide.

To help determine whether a computer can read from a USB device during the boot process, use the BitLocker System Check as part of the BitLocker setup process. This system check performs tests to confirm that the computer can properly read from the USB devices at the appropriate time and that the computer meets other BitLocker requirements.

To enable BitLocker on a computer without a TPM, use Group Policy to enable the advanced BitLocker user interface. With the advanced options enabled, the non-TPM settings appear in the BitLocker setup wizard. For instructions about using Group Policy to enable the advanced user options, see http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=83223.

A sua máxima de que repetindo uma mentira muitas vezes, esta acabará por se tornar verdade, não resulta…

O interesse económico disto parece-me evidente: «é claro que é o computador que só funciona com Windows, Excelência, que interessa que seja apenas por uma limitação artificalmente controlada por um chip no computador?»…

Olhe que a mim não me faz sentido nenhum se for um OEM, e de auto restringir o mercado que posso ambicionar atingir. Deve ser só para aumentar a celeuma e ajudar a demonstrar que o Rui tem toda a razão… desista, não diz coisa com coisa.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Newsflash: no Dell D531 do emprego tive de o inibir (sim, vinha ligado por omissão).

Surpresa não é, é apenas mais uma grande mentira. Sinceramente não entendo porque faz isto, e insiste neste embuste…

Bastou-me seleccionar o artigo sobre como ACTIVAR o TPM e escolher o seu modelo…

http://support.dell.com/support/topics/global.aspx/support/dsn/en/document?c=us&cs=04&dl=false&l=en&s=bsd&docid=E7849FF1B74207C5E030030ABD620977&doclang=en

O desactivar não preciso de lhe dizer como se faz certo?

Victor

Olhe que a mim não me faz sentido nenhum se for um OEM, e de auto restringir o mercado que posso ambicionar atingir

Então porque não defende o nosso direito a comprar os computadores sem Windows?

Outra informação gira: não há cifragem de disco no Windows Vista sem TPM.

Oh Rui, esta é definitiva… você chama burros a todos, mas ao mesmo tempo não revela nem capacidade para entender o que se discute nem para demonstrar que é alguém informado…

Can I use BitLocker on a computer without a TPM version 1.2?
Yes, you can enable BitLocker on a computer without a TPM version 1.2, provided that the BIOS has the ability to read from a USB flash drive in the boot environment.

Sim, se isto e aquilo e mais aquel’outro… Mas como de costume o Victor precipita-se…

However, computers without TPMs will not be able to take advantage of the system integrity verification that BitLocker can also provide.

Por fim…

Newsflash: no Dell D531 do emprego tive de o inibir (sim, vinha ligado por omissão).

Surpresa não é, é apenas mais uma grande mentira.

Você é fantástico, até estava na minha casa a olhar surpreso para o écrã, como eu estava?

O link que mandou da Dell explica como activar, nada diz sobre o seu estado por omissão (que até pode ser desligado, por exemplo, por company policy).

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Então porque não defende o nosso direito a comprar os computadores sem Windows?

Que sabe você?

Sim, se isto e aquilo e mais aquel’outro… Mas como de costume o Victor precipita-se…

Mas precipito-me porquê? Por você ter encontrado uma capacidade que sem o TPM não é possivel ter? Lembre-se que o que você disse foi que no Windows Vista sem TPM não existe encriptação, como lhe demonstrei NÃO É VERDADE.

A sua argumentação é engraçada e aqui ao mais alto nível, primeiro não precisa do TPM, a seguir, os meus argumentos já não servem, porque sem o TPM não é possível ter toda a funcionalidade disponivel… é normal não? se fosse possivel para que serviria o TPM?

O link que mandou da Dell explica como activar, nada diz sobre o seu estado por omissão (que até pode ser desligado, por exemplo, por company policy).

Fala na activação, nos manuais do produto nada é dito sobre o TPM. Na especificação é dito que o estado NORMAL é o S8 que é desligado.

É possível que o estado fosse outro a pedido.

Mas então não fale pelo resto do mundo…

Victor

Mas então não fale pelo resto do mundo…

Esta tem piada… o Victor é que fala pelo mundo e sabe de tudo, até tem todos os links rebuscados à mão…

Só que frequentemente não os lê, apenas confia no que está na knowledgebase à qual acede para refutar argumentos, esquecendo-se que a argumentação que é dada assenta sobre a própria documentação do que é criticado e não sobre fantasias próprias.

Jorge, em

Vitor,

Se essa conversa é comigo, olhe que eu continuo à espera!

Jorge

Jorge, em

Vitor

A sua argumentação é ligeiramente surreal:

coloca um link que explica como activar o TPM logo, conclui que vem desligado por omissão, de facto, brilhante dedução,não Connan Doyle faria melhor!

Melhor exercício de lógica só mesma a anedota do aquário!

Depois como essa argumentação já não serve passamos para outra: Isso foi a pedido, não é assim por defeito! isto é uma constatação, uma suposição é o quê?

Bom, este tipo de “slalom” costuma usar o Victor à medida que os seue argumentos vão sendo postos a nú!

Só para eu perceber! O Victor acha que o TPM é uma vantagem para os utilizadores, é isso?

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Esta tem piada… o Victor é que fala pelo mundo e sabe de tudo, até tem todos os links rebuscados à mão…

Os links são os oficiais do que estavamos a discutir,e apenas utilizo um motor de pesquisa. Felizmente é simples encontrar a informação de que necessitamos, tanto para mim como para si…

Só que frequentemente não os lê, apenas confia no que está na knowledgebase à qual acede para refutar argumentos

Como você se engana, eu não preciso de cábulas nem ninguém escreveria cábulas para argumentar sobre fantasias suas.

esquecendo-se que a argumentação que é dada assenta sobre a própria documentação do que é criticado e não sobre fantasias próprias.

Agora deixa-me perplexo, quando você procura informação oficial, procura onde? Não vai à procura da informação “própria”? Se eu procurar informação sobre um tema qualquer não devo ir à fonte mas a um outro sitio qualquer para ver o que dizem sobre o mesmo?

Sim faz todo o sentido…

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

“A sua argumentação é ligeiramente surreal:”

Surreal começa a ser a sua tendência para cair no ridiculo.

coloca um link que explica como activar o TPM logo, conclui que vem desligado por omissão, de facto, brilhante dedução,não Connan Doyle faria melhor!

O que eu disse foi, nos manuais que acompanham o produto não há referências ao TPM e software de suporte, a não ser a definição.

Depois existe um artigo que fala sobre o processo de activação no site da Dell.

E ainda que a especificação diz:

1463 Modes of Operation
1464 S1 is the fully operational state where all TPM functions are available. S8 represents a mode
1465 where all TPM features (except those to change the state) are off.
1466 Given the eight modes of operation, the TPM can be flexible in accommodating a wide range
1467 of usage scenarios. The default delivery state for a TPM should be S8 (disabled, inactive and
1468 unowned).
In S8, the only mechanism available to move the TPM to S1 is having physical
1469 access to the platform.

Quem sabe ler não tem dúvidas. S8 é o estado por omissão na maioria das implementações.

Depois como essa argumentação já não serve passamos para outra: Isso foi a pedido, não é assim por defeito! isto é uma constatação, uma suposição é o quê?

Isto foi para ser simpático com o Rui, e fazer que conta que ele não me estava a tentar enganar.

Mas como está escrito na especificação é possível ao cliente definir um determinado estado, eu sei que você não sabia, mas como não lê nunca poderá saber…

Bom, este tipo de “slalom” costuma usar o Victor à medida que os seue argumentos vão sendo postos a nú!

Os seus exercicios de diversão continuam, argumentos seus é que eu ainda não vi, mas eu percebo que o seu objectivo não é esclarecer é apenas provocar ruido.

Só para eu perceber! O Victor acha que o TPM é uma vantagem para os utilizadores, é isso?

Eu só lhe posso falar por mim, o TPM não é diferente de qualquer outra tecnologia, existe porque potencia cenários importantes para muita gente, e seguramente nada interessante para outros tantos, é como tudo. Nesse sentido é importante conhecer para poder decidir de forma informada se o devo usar ou não.

Eu hoje utilizo o TPM com o Bitlocker. Ainda não deixei de utilizar o sistema como o fiz sempre, continuo a instalar todo o software que quero sendo a grande maioria sw que nem sequer sabe o que é o TPM.

Tudo o resto acaba por ser folclore, que já percebi em que o Jorge gosta de ser artista, tenho pena que não se possa discutir consigo o detalhe técnico.

Victor

Jorge, em

Victor,

LOL

Pois é, também já deviamos estar habituados, à falta de melhor argumento continua a partir para o insulto barato, isso é consigo, as acções ficam com quem as pratica!

Mas eu continuo a aguardar! que o Victor cumpra as suas promessas
Será por isto que diz “Surreal começa a ser a sua tendência para cair no ridiculo.”?

Jorge

esquecendo-se que a argumentação que é dada assenta sobre a própria documentação do que é criticado e não sobre fantasias próprias.

Agora deixa-me perplexo, quando você procura informação oficial, procura onde? Não vai à procura da informação “própria”? Se eu procurar informação sobre um tema qualquer não devo ir à fonte mas a um outro sitio qualquer para ver o que dizem sobre o mesmo?

Já vi que português não é o seu forte. E “procurement” também não.

Quando se procura informação sobre algo, procura-se pontos a favor e a desfavor.

Como é evidente a visão dos promotores é sempre a mais optimista possível, em largas doses de kool-aid para quem quiser beber.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Já vi que português não é o seu forte. E “procurement” também não.

LOL LOL é a palhaçada geral, não sabia que isto era um processo de procurement… LOL

Quando se procura informação sobre algo, procura-se pontos a favor e a desfavor.

Aqui está a sua tentativa constante de manter o alvo em movimento, e das manobras de diversão…

Pois meu amigo neste caso estavamos a falar de uma tecnologia, e como temos acesso à especificação escusamos de falar pelos comentários de outros.

Sabe que o que lhe mostrei é uma especificação, logo é informação de referência, a partir da qual se criam as implementações, não é suposto haver documentação mais exacta, sendo por isso, tudo menos subjectivo.

Neste caso não preciso de ler os comentários dos outros quando posso ler a especificação e avaliar por mim.

Já agora uma pergunta, nesse seu método de ir procurar informação a outras fontes como tem a certeza que alguém que fala sobre determinado tema não leu a especificação tanto quanto você?

Como depende tanto da opinião dos outros a sua confusão deve ser imensa, com bons argumentos de um lado e de outro… no entanto sei que no seu caso é simples, como é uma pessoa negativa por natureza favorece sempre os que pintam o pior dos cenários e criam cenários apocalipticos…

Como é evidente a visão dos promotores é sempre a mais optimista possível, em largas doses de kool-aid para quem quiser beber.

LOL deve estar a ver-se ao espelho, uma especificação não é material de marketing…

Victor

Aqui está a sua tentativa constante de manter o alvo em movimento, e das manobras de diversão…

Aqui o trollzinho de estimação do blog ganhou o prémio Cara de Pau de 2008 (e ainda só vamos quase a meio do ano)…

Então eu respondo-te e eu é que estou constantemente a desviar? :)

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

LOL respondes a sério?? Lembras-te o artigo não é sobre vantagens e desvantagens, era sobre o quão mau era o TPM e mais uma série de ideias de outros que nunca conseguiste fundamentar, e de mais uma série de erros e incorrecções.

Eu não tenho nada a dizer sobre coisas que digas e que se demonstrem factuais, agora chateia-me que não sejas rigoroso no que dizes, que descontextualizes, e omitas.

Normalmente pegas nas ideias de qualquer camelo e para ti é lei, acima de qualquer outra opinião só porque te dá jeito, apenas para dizeres mal de quem te apetece.

Victor

Cara de Pau de 2008, imbatível e no seu melhor!

Manuel Teixeira, em

Pô! Até pensei que estavam a falar deste TPM :D

Jorge, em

“Os seus exercicios de diversão continuam, argumentos seus é que eu ainda não vi, mas eu percebo que o seu objectivo não é esclarecer é apenas provocar ruido.” @ Victor

Será que o Victor mede os argumentos a metro, ou seja, o que interessa é o número de parágrafos?
De facto em termos técnicos não estou habilitados para argumentar acerca do TPM já que não conheço as especificações (nem tenciono, por ora ), mas posso discuti-lo em termos de conceito. Sou contra todo e quaqluer mecanismo que condicione o livre arbítrio!

Não estou em condições de discutir os termos técnicos da IVG ou da eutanásia, mas isso não me impede de discutir os princípios filosóficos! Não concorda?

A não ser que o Victor ache que as discussões são coisas questões herméticas só a acessíveis a quem tem doutoramento no tema!

Quanto ao resto pode continuar a sua senda de pré insulto à vontade que eu não lhe vou responder, como diria JPP, não posso responder porque não conheço essa linguagem!

Em Suma SOU CONTRA O TPM e espero que não seja implementado à Surrelfa!

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge,

É curioso é contra os principios de algo que não conhece, e não quer por ora conhecer, mas acredita nas palavras de quem não sabe se está tão abilitado como o Jorge a falar sobre o tema.

Até agora já lhe mostrei o que está na especificação e que demonstra que o utilizador continua a poder decidir a utilização ou não da tecnologia, que pela especificação deve vir desligada (já lhe copiei informação de uma implementação), mas parece que lhe custa aceitar o que lhe digo, deve ser um principio qualquer muito seu de que por norma deve estar contra a minha opinião… é como lhe digo tenho pena, porque eu não tenho problema nenhum em concordar consigo ou com qualquer outra pessoa que eu considero que tem razão… são formas de estar.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

abilitado deve ler-se habilitado naturalmente.

Jorge, em

Victor,

Faça-me um favor e, eventualmente também a si, deixe lá de pensar que que é o centro das minhas atenções. Se temos opiniões diferentes isso é natural! Já mais de uma vez lhe solicitei que não faça juízos de intenção relativamente ás minhas opiniões/posições! Isso pode querer indiciar muita coisa………..

SIM SOU CONTRA OS PRINCÍPIOS SEM CONHECER OS DETALHES! Qual é o problema disso? julguei que tivesse ficado claro como os exemplos que dei.

Mas posso dar outro: Nunca li nem tive interesse em ler os estatutos ou qualquer coisa equivalente do Partido Nazi, no entanto, sou contra os seus princípios, está claro agora? Por isso reafirmo: Sou contra todo e qualquer mecanismo que condicione o livre arbítrio!

Bom, pode afirmar, pode ser desligado! Ok eventualmente até pode acontecer, mas o que se passa com pessoas menos esclarecidas? E quem nos pode garantir que no futuro será assim, e quem nos garante que todos os fabricantes vou implementar literalmente as especificações?

Eu não necessito que outros decidam por mim acerca do que melhor me serve!

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge,

O problema é que para si os principios são uns e os principios do desenho são outros.

Bom, pode afirmar, pode ser desligado!

VEM DESLIGADO!

mas o que se passa com pessoas menos esclarecidas

A maioria das pessoas tem um TMP não sabe, nunca usou e nem vai usar…

e quem nos garante que todos os fabricantes vou implementar literalmente as especificações?

A especificação, NÃO permite utilização silenciosa! Mas deixe lá não vale a pena…

Eu não necessito que outros decidam por mim acerca do que melhor me serve!

O que o faz pensar que somos diferentes nesse aspecto?

Victor

Jorge, em

“A maioria das pessoas tem um TMP não sabe, nunca usou e nem vai usar…”
@Victor

“VEM DESLIGADO!”@ Victor

Julguei que alguém já tinha dito que num dell qualquer vinha ligado! :-(

“O que o faz pensar que somos diferentes nesse aspecto?”@Victor

Nada falo só por mim, cada um sabe de si!

“A especificação, NÃO permite utilização silenciosa! Mas deixe lá não vale a pena…”@Victor

Explique-me, acha então que todas as entidades são tão, tão correctas que não vão activar o TPM silenciosamente?

Jorge

Jorge, em

“O problema é que para si os principios são uns e os principios do desenho são outros.”@Victor

Lá está o Victor a pensar por mim, como chegou a conclusão quais são ou deixam de ser, para mim, os princípios do TPM? Eu alguma vez quias são? Será que não consegue manter uma discussão sem recorrer as estes argumentos?

Parece-me que as suas opiniões com os pontos de vista dos noutros! Não acha?

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Julguei que alguém já tinha dito que num dell qualquer vinha ligado!

Dizer disse, mas infelizmente não acredito. Embora, como disse anteriormente, é possível que um cliente peça sistemas pré-configurados com determinado estado. E a maioria dos estados que permitem considerar o TPM em funcionamento obrigam aos processos de inicialização e de presença fisica, por isso acho curiosas algumas das afirmações.

Mas já agora nesse caso o que pode até ter acontecido é o IT da organização ter recebido os sistemas e activado o TPM, mas dai a afirmar que de fábrica vem activo sem que o tenhamos pedido vai um grande passo.

Explique-me, acha então que todas as entidades são tão, tão correctas que não vão activar o TPM silenciosamente?

Como lhe disse não é sequer uma questão de serem mais ou menos correctas, não o conseguem fazer, até porque a definição do TPM owner é um passo que não o podem dar, mas como disse não vale a pena andar a discutir sem que você conheça a tecnologia.

Lá está o Victor a pensar por mim, como chegou a conclusão quais são ou deixam de ser, para mim, os princípios do TPM?

Estas sempre foram as suas razões com a tecnologia:

Sou contra todo e quaqluer mecanismo que condicione o livre arbítrio!

Por isso é contra principios que não foram os que levaram ao desenho da tecnologia como lhe dizia.

Victor

Victor, já sabemos que a Microsoft gosta do DRM (Microsoft: We Like DRM).

É público, pode assumi-lo com frontalidade.

Jorge, em

Por isso é contra principios que não foram os que levaram ao desenho da tecnologia como lhe dizia.@Vitor

O Victor faz-me lembrar aqueles fabricantes e negociantes de armas que conseguem arranjar um bom argumento para tornar comércio de armas num negócio para salvar vidas (Nós só fabricamos/vendemos as armas não puxamos o gatilho). Provavelmente mais para aplacar as suas consciências do que para convencer os outros!

O que lhe pretendo dizer é que, regra geral, na base de tudo há sempre uma boa intenção o problema é o que vem depois quando se perde o controlo!

Jorge

Jorge, em

Isto poderia ser o que?

http://arstechnica.com/news.ars/post/20080611-microsoft-patent-brings-miss-manners-into-the-digital-age.html

curioso não é?

Já sei, não posso discutir o assunto porque não conheço a tecnologia!

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

O Victor faz-me lembrar aqueles fabricantes e negociantes de armas que conseguem arranjar um bom argumento para tornar comércio de armas num negócio para salvar vidas

Se a humanidade pensasse dessa forma tinhamos ficado pela idade da pedra…

A tecnologia deve ser um instrumento ao serviço do utilizador, e riscos com perca de controlo ou invasão de privacidade são aspectos que devem ser identificados e endereçados no desenho das especificações e desde que o sejam não faz sentido ter esse tipo de receios.

Isto poderia ser o que?

http://arstechnica.com/news.ars/post/20080611-microsoft-patent-brings-miss-manners-into-the-digital-age.html

curioso não é?

Olhe não conhecia e até acho uma forma interessante de utilizar tecnologia em muitos momentos da nossa vida, e não vejo que seja um problema.

Já sei, não posso discutir o assunto porque não conheço a tecnologia!

Eu não entendo porque tenho sempre de lhe estar a explicar as diferenças… No caso anterior você tem um standard e tem TODO O DETALHE de que precisa para formar a sua opinião sem necessitar de depender da opinião de terceiros que estão manifestamente mal informados. Neste exemplo apenas tem uma descrição genérica e não tem detalhe nenhum e seguramente foi-lhe mais simples para si ler toda a informação disponivel e ambos falarmos do que lemos, no caso anterior você decidiu não ler e eu li e por isso está em desvantagem não devendo por isso discutir o que não conhece.

Victor

http://arstechnica.com/news.ars/post/20080611-microsoft-patent-brings-miss-manners-into-the-digital-age.html

Olhe não conhecia e até acho uma forma interessante de utilizar tecnologia em muitos momentos da nossa vida, e não vejo que seja um problema.

Utilizar????? O conceito daquela patente é precisamente terceiros controlarerm a nossa vida. Não me parece nada interessante, mas como o Victor é um forte defensor do DRM, do Treacherous Computing, e coisas que tais, não me surpreende nada.

Para essa patente e atitudes só posso dizer uma coisa:

Orwell was right

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Utilizar????? O conceito daquela patente é precisamente terceiros controlarerm a nossa vida.

É uma forma de ver a coisa, eu vejo mais da seguinte forma, quando eu estou num cinema ou numa reunião em que é explicito que os telemóveis deviam estar desligados e ainda assim existem quem não respeite a regra e os outros, acho que dava jeito haver uma ajudazinha… desde que esteja claro que nesta sala a regra é telefone no silêncio, desligue-o você ou desligamos nós, não vejo nenhum mal nisso.

Se alguém for a tua casa concerteza existirão limites comportamentais que manténs (de absoluto bom senso) mas se alguém não se comportar, concerteza exerces o teu direito de não os aceitares e do controlo desse espaço, e não vais achar que, coitadinho é uma besta mas é livre de fazer o que bem lhe apetecer… É o mesmo tipo de lógica. É dar-te a ti a capacidade de exerceres o controlo sobre o teu espaço, podes sempre não decidir fazê-lo. E tu até como cliente podes decidir ir a um local onde sabes que tens de ter o telemovel no silêncio ou por outro lado escolher aquele onde se pode fazer todo o tipo de barulho sem que as pessoas tenham que se preocupar ou sentir melindradas, se as regras à partida são conhecidas é assim mesmo.

Aqui a tecnologia ajuda a garantir o cumprimento das regras, nesse sentido acho interessante.

Victor

Já que falamos de cumprir regras, quando é que a União Europeia vê 1¢ sequer das multas devidas pela sua querida empresa pelo abuso de posição dominante?

Jorge, em

Victor,

Os comportamentos e os costumes em sociedade ensinam-se e aprendem-se , não se controlam ;-)

Mas seguramente neste parece que temos opiniões diferentes ;-)

O Victor insiste em dar exemplos que são os que mais lhe convêm, contudo, os seu exemplos podem ser ligeiramente perigosos, mas vamos por partes:

Alguém é avisado das consequências de não cumprir normas mas se não as cumpre terá que se sujeitar as regras. Como sabe as regas para os espaços públicos não são as mesmas que para os espaços privados, as dos espaços públicos são reguladas por entidades públicas, as privadas por quem de direito, claro quem em nenhum dos casos pode ocorrer ilegalidades ;-)

Como saba faze empastelamento de comunicações, por exemplo é crime ;-)

Agora o seu exemplo do telemóvel e do cinema: Concordo completamente consigo que o telemóvel não deve incomodar os demais utentes, contudo, imagine que é alguém que tem que ser chamado de urgência pode ter o telefone em silêncio sem com isso incomodar alguém, não é.

Vá lá faça-nos, de vez em quando, um favor: Só porque se trata de uma patente da MS não tem que defender tudo, são isso parece outra coisa ;-)

Se a humanidade pensasse dessa forma tinhamos ficado pela idade da pedra…

Quer com isto dizer que aceita tudo na base da evolução? Pois até nisto somos diferentes. Eu julgo que consigo distinguir o trigo do joio, não coisa uma coisa só porque é nova!

Eu compreendo a sua posição e respeito-a, não deve se nada fácil defender uma posição só porque temos que o fazer 8-)

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge,

Vá lá faça-nos, de vez em quando, um favor: Só porque se trata de uma patente da MS não tem que defender tudo, são isso parece outra coisa

Eu não estava a defender uma coisa que ninguém ainda sabe o que é. Como lhe disse nem sequer conhecia. Apenas pensei um bocadinho no tipo de utilizações sugeridas pelo documento e vejo muitos desses cenários como viáveis e interessantes e (sem conhecer aspectos de implementação), nada atentatórios das nossas liberdades mas sim um apoio ao direito dos outros, foi só isso.

imagine que é alguém que tem que ser chamado de urgência pode ter o telefone em silêncio sem com isso incomodar alguém, não é.

Os cenários avançados eram colocar os dispositivos em modo de vibração, continua a ser útil nesse caso da urgência.

Quer com isto dizer que aceita tudo na base da evolução?

Eu não disse que aceito tudo, o Jorge é que insiste em não ler o que digo. O que disse foi:

A tecnologia deve ser um instrumento ao serviço do utilizador, e riscos com perca de controlo ou invasão de privacidade são aspectos que devem ser identificados e endereçados no desenho das especificações e desde que o sejam não faz sentido ter esse tipo de receios.

E com isto quero dizer que deve desenvolver-se a tecnologia dando mantendo TODO o espectro de opções que existiam antes de a tecnologia ser sequer utilizada, as politicas permitem ir fechando aos poucos atingindo os niveis desejados pelo responsável (e aqui responsável é o dono do café, do museu, do cinema, da taberna, do que quiser), e que este se utilizar alguma politica deve partilhá-la com os seus clientes, sendo transparente para que todos possamos saber com o que contamos, só isto. Mas o Jorge nunca lê tudo.

Eu julgo que consigo distinguir o trigo do joio, não coisa uma coisa só porque é nova!

Ainda bem para si, eu penso exactamente da mesma forma, logo somos diferentes e daí?

Eu compreendo a sua posição e respeito-a, não deve se nada fácil defender uma posição só porque temos que o fazer

Está tão enganado, nunca verá ninguém defender o que quer que seja com convicção se este não pensar exactamente daquela forma…

Victor

Jorge, em

Victor, não tente virar o bico ao prego.

1 – Eu disse:

O Victor faz-me lembrar aqueles fabricantes e negociantes de armas que conseguem arranjar um bom argumento para tornar comércio de armas num negócio para salvar vidas

2 – o Victor respondeu, de forma taxativa:

Se a humanidade pensasse dessa forma tinhamos ficado pela idade da pedra…

Depois começa novo paragrafo ;-)

3 – Daí a minha questão

Está tão enganado, nunca verá ninguém defender o que quer que seja com convicção se este não pensar exactamente daquela forma…

Victor, LOL

Claro que eu não acredito no que diz, basta ver como alguns advogados, nem sempre do diabo, defendem de forma apaixonada e convincente aquilo em que não acreditam.Basta ver como muita gente defende o nado morto OOXML!
Mas reafirmo, a vida tem destas coisas ;-) , todos nós temos por vezes que afirmar “O céu é verde” :-D
Nem sempre a defesa é o melhor argumento!

Jorge

Victor: você é um defensor do fim das liberdades individuais e um defensor de regimes fascistas.

As pessoas devem ser educadas a respeitar os outros, não é com grilhões que se ganha o respeito.

A sua defesa de tudo quanto é Microsoft não é cega, é da “lealdade” comprada mensalmente ou a recibo verde.

Aliás devo acrescentar que a única coisa necessária para acabar com os telemóveis em zonas em que se pretenda fazê-lo é criar uma “espécie” de gaiola de Faraday, sem ser necessário introduzir meios de controlar os computadores das outras pessoas.

Como é evidente, a Microsoft está interessada em vender para os regimes fascistas que pretendam controlar os cidadãos, e esses regimes colaborarão com a Microsoft pois não verão com bons olhos o Software Livre, meio por onde os seus cidadãos poderão escapar ao grilhões.

Quem controla os nossos computadores controla o que fazemos.

Reparem todos no padrão do Victor: defesa cega de tecnologias que nos retiram o controlo dos nossos computadores.

Isto é imoral.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Victor: você é um defensor do fim das liberdades individuais e um defensor de regimes fascistas.

E eu já lhe disse que você é um palerma? Você pode dizer o que quiser, mas o que eu disse está escrito para quem quiser ler, e não são as suas mentirolas que vão fazer com o que eu digo tenha outro sentido ou valor.

Aliás devo acrescentar que a única coisa necessária para acabar com os telemóveis em zonas em que se pretenda fazê-lo é criar uma “espécie” de gaiola de Faraday, sem ser necessário introduzir meios de controlar os computadores das outras pessoas.

O resultado final é de facto muito diferente e muito melhor… neste seu exemplo a situação de emergência nem sequer é garantida, mas com facciosos e casmurros é assim… e a sua opinião nunca muda por mais argumentos que sejam apresentados.

As pessoas devem ser educadas a respeitar os outros, não é com grilhões que se ganha o respeito.

Aqui concordamos no aspecto da educação, mas já se percebeu que em matéria de respeito nem todos o entendem da mesma forma, olhe e o seu exemplo é paradigmático…

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Daí a minha questão

Pois e dai a minha resposta, repetindo o que já tinha dito anteriormente, como sendo a minha opinião, mas percebeu-a então? ficou claro? A mim parece-me lógico.

Claro que eu não acredito no que diz, basta ver como alguns advogados, nem sempre do diabo, defendem de forma apaixonada e convincente aquilo em que não acreditam.

Esta sua mania de falar de quem não conhece e de todos é curiosa e uma acusação que costuma fazer a outros…

Basta ver como muita gente defende o nado morto OOXML!

As razões para a necessidade da existência do OOXML são simples. Mas quem não quer não percebe, é também um padrão como diz o nosso amigo Ruca, eu por mim nada tenho contra o ODF ou contra outro formato qualquer.

Mas reafirmo, a vida tem destas coisas ;-) , todos nós temos por vezes que afirmar “O céu é verde”

Como lhe disse cada um sabe de si, eu não o faço, percebo que existam diferenças e aceito-as já o Jorge parece-me um pouco intolerante em relação à diferença, porque se não tiver a sua opinião, estou automaticamente errado… não deixa de ser curioso e em muitos momento incoerente…

Nem sempre a defesa é o melhor argumento!

Eu onde quer que esteja a discutir apenas lhe dou a minha opinião, e não tenho nem tácticas nem estratégias, decorrem do conhecimento, e experiência que tenho, se tiver o cuidado de reparar apenas digo alguma coisa quando alguém faz afirmações erradas ou descontextualizadas sobre aquilo que conheço. Pode concordar ou não mas nunca lhe digo que é assim porque é… documento-o sempre, acho
Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

que já devia estar habituado ;o)

Victor

E eu já lhe disse que você é um palerma? Você pode dizer o que quiser, mas o que eu disse está escrito para quem quiser ler, e não são as suas mentirolas que vão fazer com o que eu digo tenha outro sentido ou valor.
(…)
Aqui concordamos no aspecto da educação, mas já se percebeu que em matéria de respeito nem todos o entendem da mesma forma, olhe e o seu exemplo é paradigmático…

Ceeeerrrtooo….

Até onde se pode ir para defender uma dama!?
Julgava impossível, em pleno século XXI ler uma coisa destas de uma pessoa que julgava civilizada!
O Victor com a sua mania de defender o indefensável apenas se mostrou à altura do pior que que alguns regimes fizeram à humanidade!
Caro Victor, como parece não andar neste mundo, tenho que lhe informar que para defesa dos direitos dos outros existe uma coisa que se chama Lei!
Sei que para si isto não conta, ou apenas desconhece de todo, mas essa Lei e respectivo sistema legislativo não podem nem devem ser influenciados por ninguém sob pena da Justiça se transformar numa palavra vã.
Ora, o exemplo que deu do celular no cinema apesar de parecer um pormenor normal e insignificante contém na menasagem um princípio que fere os elementares e basilares direitos do ser humano – obrigar repressivamente alguém a fazer algo!
Isto é intolerável!
A educação não se faz através da repressão!

A Lei existe precisamente para isso – julgar os prevaricadores. Note-se o julgar já que a Lei ao mesmo tempo que tenta penalizar alguém que provavelmente cometeu um acto ilícito essa mesma Lei também permite que esse indivíduo apresente a sua defesa.
Nada nem ninguém se pode intrometer neste processo já que o sistema exige que a Lei seja transparente e independente seja de quem for.

O que a M$ anda a tentar fazer é justamente castrar os direitos do ser humano de tal forma que trata toda a gente como culpados. Saliento que não é como presumível culpado.
Mais, não só inventa uma tecnologia ao nível do Big Brother mas ainda por cima patenteia a coisa ou seja torna-se no juíz e carrasco ao mesmo tempo.

Outra palavra que me espantou foi a “ajudinha”.
Pois deixe-me dizer-lhe que Hitler também tinha o ideal de dar uma “ajudinha” ao mundo quando pensou em matar tudo o que não era raça pura e ariana. Que mundo lindo, não era!?

Mas, não há nada como exemplos para demonstrar a fraqueza do argumento do celular no cinema:
Tenho 3 filhos dos quais dois tem idades de 7 e 8 anos. Como é lógico gostam de brincar e por vezes tem umas brincadeiras ruidosas.
Tenho uns vizinhos no andar de baixo que de vez emk quando fazem umas festas bem ruidosas até às tantas da manhã. São tão ruidosas que por vezes sou obrigado a chamar a polícia já que estas pessoas não tem consideração por ninguém.
As bricadeiras ruidosas dos meus filhos repercutem-se para o andar de baixo e quando me apercebo desta situação chamo a atenção para serem mais cuidadosos e fazerem menos barulho. Num dia destes o de 8 anos virou-se para mim e disse que não percebia porque tinham que fazer menos barulho para não incomodar as pessoas que faziam barulho até às tantas. Apenas lhe respondi que lá por eles serem mal educados nós não iríamos responder na mesma moeda mas sim manter a nossa educação por mais vontade tivéssemos em responder da mesma forma.

(continua)

As razões para a necessidade da existência do OOXML são simples.

Sim, a sobrevivência da galinha dos ovos de ouro da Microsoft.

Mas quem não quer não percebe, é também um padrão como diz o nosso amigo Ruca

Se te referes a mim, não, nunca disse tal patacoada. O OOXML não é uma norma, nem sequer ISO.

eu por mim nada tenho contra o ODF ou contra outro formato qualquer.

Como agente da Microsoft, chamo-lhe mentiroso. Vocês têm lutado ferozmente contra o ODF já há vários anos, não tentem reescrever a história, seus mentirosos.

Duas situações a ponderar:
1. Vizinhos fazem barulho, passam da hora patente na Lei e não atendem os nossos pedidos de fazerem um pouco mais de silêncio – chamo a polícia e acaba o chinfrim. Pelo menos por uns tempos e quando repetem torna-se a fazer o mesmo.
Nesta situação não preciso de ninguém além dos elementos da Lei e da Ordem.

2. Os meus putos fazem barulho – converso com eles, compreendem que devem ser bem educados perante a situação e param com o barulho.
Mais uma vez, não precisei de mais ninguém para me ajudar.

A óptica quie o Victor está a defender pode-se traduzir nisto:
1. Os vizinhos fazem barulho. A M$ fornece um mecanismo que mal eles comecem a fazer barulho levam uma marretada na cabeça.

2. Os meus putos fazem barulho. A M$ fornece um mecanismo que os amordaça e ata-lhes as mãos e os pés.

A Lei e os pais não são precisos para nada neste maravilhoso mundo porque a M$ já deu a solução para tudo.
Mundo lindo, não é?
Tal e qual Hitler. Relembro o episódio da queima dos livros apenas porque continham textos prejudiciais ao modelo do maravilhoso mundo que ele idealizava.

Volto novamente aos exemplos e especificamente a esta “tecnologia”:
Um dos exemplos que a M$ se lembrou de apregoar foi o exemplo do emprego desta coisa nos veículos automóveis. Segundo eles, esta tecnologia obrigava os automobilistas a cumprir com o Código da Estrada como por exemplo não ultrapassar os limites de velocidade estipulados.
Lindo não é?
Muita boa gente poderá ter vontade de concordar que é uma ideia genial mas pensem mais um pouco e poderão ver que existem certas condições em que tal ideia não passa de uma brutal aberração. Por exemplo, vou a rodar numa estrada cujo limite e de 80 km/h. Uma recta espectacular e o aparelho da M$ não me deixa ultrapassar este limite.
Ok, tudo bem.
Porém, à minha frente segue um camião TIR a 70 km/h.
Bolas!
É melhor ultrapassar. Não vem ninguém em sentido contrário por isso vamos lá a isto.
Começo a ultrapassar e aparece um outro veículo, um pouco ao longe, na faixa contrária. Acelero para ultrapassar e eis que a porcaria da engenhoca da M$ actua e em vez de ter uma velocidade instantânea superior ao limite permitido, e que é absolutamente legal, vejo-me limitado aos 80. Ao fim de vários minutos consegui chegar a metade do camião e hoje estou aqui a contar esta história apenas porque foi inventada. Se fosse a sério era um caso sério e provavelmente estaria morto vítima de um embate frontal a 80 km/h onde faleceu toda a minha inocente família e mais 4 inocentes pessoas que vinham na outra viatura. E tudo isto porquê?
Porque tinha o Big Brother a obrigar-me a não fazer uma coisa que era absolutamente legal – velocidade instantânea superior ao limite estipulado.
Havia muito mais para dizer mas acho que nem vale a pena estar a perder tempo com uma porcaria de “tecnologia” destas.

@braço.

Jorge, em

Vitor,

Só para esclarecer Mania têm os Maníacos tanto quanto sei essa característica eu não tenho, mas falta de elegância parece, e repito, parece ser coisa qie não falta ao Victor!

Deixe-se de conversa: ainda se lembra que disse que ia dizer o que eu não respondi? Pois continuo à espera!

Victor, aclare lá isto “Esta sua mania de falar de quem não conhece e de todos é curiosa e uma acusação que costuma fazer a outros…” onde e quando falei pelos outros?
Caso contrario permitir-me-ei julgar que o Victor ofende as pessoas só pelo facto de não ter mais argumentos, aliás, alertas que já lhe enderecei por diversas vezes, mas, que parece continuar a ignorar!


Como lhe disse cada um sabe de si, eu não o faço, percebo que existam diferenças e aceito-as já o Jorge parece-me um pouco intolerante em relação à diferença, porque se não tiver a sua opinião, estou automaticamente errado… não deixa de ser curioso e em muitos momento incoerente…

Valha-o Deus. Oh Homem! O mundo não é a preto e branco, julgo que já todos passamos há muitos anos por essa frase!
Jorge

Jorge, em

http://www.businessweek.com/globalbiz/content/jun2008/gb20080612_288518.htm?chan=top+news_top+news+index_global+business

Mais uma brilhante opinião muito na linha de outras que por aqui vão sendo aventadas!

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Caro Victor, como parece não andar neste mundo, tenho que lhe informar que para defesa dos direitos dos outros existe uma coisa que se chama Lei!

Caro Rui relembro-lhe que estamos a falar de algo que nem sequer existe, e que as leis se alteram, olhe para o caso do fumo nos locais públicos… As molduras legais evoluem assim como a sociedade…

Mas, não há nada como exemplos para demonstrar a fraqueza do argumento do celular no cinema:
Tenho 3 filhos dos quais dois tem idades de 7 e 8 anos. Como é lógico gostam de brincar e por vezes tem umas brincadeiras ruidosas.

Em abstracto podemos comparar tudo com tudo, pode é não fazer sentido nenhum. O seu exemplo dos miudos é um exemplo de educação, já lhe disse concordamos nesse aspecto, nada a dizer.

Comparar Hitler e a sua ideologia e práticas à utilização deste tipo de solução é do mais ridiculo que existe, e vindo de alguem que aceita Gaiolas de Faraday que em relação a isto tem o mesmo efeito…
haja coerência.

Como agente da Microsoft, chamo-lhe mentiroso. Vocês têm lutado ferozmente contra o ODF já há vários anos, não tentem reescrever a história, seus mentirosos.

É engraçado como alguém que nada faz contra alguma coisa pode ser considerado que luta ferozmente contra ela… é pá cresce.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge,

Você não consegue deixar a retórica.

Claro que eu não acredito no que diz, basta ver como alguns advogados, nem sempre do diabo, defendem de forma apaixonada e convincente aquilo em que não acreditam.

Estes juizos de valor são o quê?

Como sabe que não acreditam conhece as pessoas?

Parece-me que o Jorge é que nem pensa no que escreve…

Valha-o Deus. Oh Homem! O mundo não é a preto e branco, julgo que já todos passamos há muitos anos por essa frase!

Será Jorge, então que tipo de preconceitos o impedem de aceitar argumentos seja de quem for? e de reconhecer e aceitar quando eles são válidos? É que o seu discurso continua a não ser coerente, diz umas coisas aqui e agora e daqui por um bocado esquece-se delas…

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Mais uma brilhante opinião muito na linha de outras que por aqui vão sendo aventadas!

Por acaso a minha opinião neste caso é diferente, isto é, é irrelavante quem quer implementar implementa quem não quer não implementa, e pode estar a excluir-se como opção para determinados cenários, mas é uma escolha. As escolhas podem e devem ser sempre feitas em toda a cadeia, desde o developer/fabricante até ao utilizador, desde que seja claro para todos, em si nada disto é um problema.

Victor

Jorge, em

Victor,
Juízos de Valor? acerca do quê? Da minha crença ou da convicção dos advogados que defendem criminosos de forma convincente e que tentam convencer o tribunal de que são inocentes?

Afinal falo pelos outros ou faço juízos de valor? Ou Ambos

Será Jorge, então que tipo de preconceitos o impedem de aceitar argumentos seja de quem for? e de reconhecer e aceitar quando eles são válidos? É que o seu discurso continua a não ser coerente, diz umas coisas aqui e agora e daqui por um bocado esquece-se delas… É só este o argumento que tem para nos dar? Mas já agora o que que dizer?
Quando me contradisser diga-nos, não fale em abstracto!

Jorge

@Rui Seabra:
Uma gaiola de Faraday pode não ser suficiente para neutralizar os sinais.
Existem duas soluções:
1. Uma tinta especial que mesmo assim ainda pode deixar passar/escapar os sinais;

2. Uns paineis que já vi serem usados numa estação de rádio num local a que apelidaram de “sala de crise”.

Já foi há algum tempo e neste momento não me recordo dos respectivos nomes mas se houver algum interesse posso procurar nos apontamentos.
Os paineis foram colocados no tecto (ou será teto?) e paredes. No chão levou uma cobertura de chapas de cobre soldadas umas às outras. Só para este material foi um bambúrrio de dinheiro.

Claro que a tecnologia, como esta da M$, pode criar mecanismos com um preço muito mais acessível porém o que aqui está em causa não é a “tecnologia” em si mas o princípio.
Embora pareça muito lindo na verdade não passa de uma clara afronta aos direitos individuais do ser humano em claríssimo favorecimento de uma corporação. Isto é claramente uma forma de fascismo. Nem é necessário apoiar os regimes totalitários e fascistas já que estamos na presença de um.
O que parece impossível é ver que existe alguém que gosta de ser castrado dos seus direitos!

@braço

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Deixe-se de conversa: ainda se lembra que disse que ia dizer o que eu não respondi? Pois continuo à espera!

Em relação ao que não respondeu, existem várias situações em que deixou de responder, mas teremos seguramente muitas oportunidades de o ver responder. Colocar aqui ou noutro blog em posts fora deste contexto não ajuda ninguém a descobrir a conversa.

Reconheço que o tema mais interessante é seguramente entre o modelo de serviços e a suportabilidade, em que a sua opinião está completamente desfazada da oferta existente hoje no mercado. Mas deixe estar que lá voltaremos… Como já lhe disse anteriormente tenho muito boa memória…

Victor

Jorge, em

Victor,

Na minha terra diz-se Presunção e água benta cada um toma a que quer …………

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

na verdade não passa de uma clara afronta aos direitos individuais do ser humano em claríssimo favorecimento de uma corporação.

Está a falar de quê? Nada disto existe, uma patente submetida não nos diz nada sobre o modelo em que a tecnologia poderá ser adoptado, por isso a afirmação sobre o favorecimento nem sequer faz sentido, e ninguém é obrigado a implementar o que quer que seja, hellooo…

O que parece impossível é ver que existe alguém que gosta de ser castrado dos seus direitos!

O Joca sofre do mesmo sintoma, o que eu disse foi que se for claro que este tipo de tecnologia é utilizado aqui ou ali, eu como utilizador posso sempre escolher não ir… o que está em causa é o respeito pelos direitos dos outros, caso não se tenha apercebido…

Victor

Parece-me que o Victor está a ficar mais baralhado do que o usual.
Agora já anda a misturar as coisas.

Mas já deixe-me lembrar que uma gaiola de Faraday não tem qualquer patente e o seu esquema de implementação é do domínio público.
Logo, quem quiser fazer uma “gaiola” destas não tem que se subjugar à vontade uma corporação.
Subjugar a liberdade do ser humano a uma corporação – é este o princípio que é do mais fascista que há.
Porém, por mais português se gaste o Victor não consegue perceber, pois não!?
Aliás, não só não percebe este conceito como até concorda.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge,

Juízos de Valor? acerca do quê? Da minha crença ou da convicção dos advogados que defendem criminosos de forma convincente e que tentam convencer o tribunal de que são inocentes?

E não era direccionada para mim e para quem tiver a mesma opinião que eu?

Como não me conhece dificilmente poderá fazer uma afirmação dessas não acha?

Mas é apenas a sua incoerência a funcionar.

Victor

o que eu disse foi que se for claro que este tipo de tecnologia é utilizado aqui ou ali, eu como utilizador posso sempre escolher não ir…

Caso o governo instale esta “tecnologia” em todas as estradas nacionais com o intuito de obrigar os condutores a cumprirem os limites de velocidade quer o Victor dizer que passa a não utilizar as estradas portuguesas!? Helooooo

Está mais que visto que não consegue compreender.

o que está em causa é o respeito pelos direitos dos outros, caso não se tenha apercebido…

Jorge, em

Victor,

Esta conversa está cada vez mais estranha! Onde está a minha incoerência? Ainda não percebi, tenta provar o quê? Que a minha argumentação é incoerente e assim desacreditar a minha argumentação? estou à toa!

Jorge

Albatroz, em

Este Victor é uma autentica gralha, não “se cala” mesmo que não tenha para dizer!

o que está em causa é o respeito pelos direitos dos outros, caso não se tenha apercebido…

Certíssimo. Porém vou um pouco mais longe:
O que está em causa são os direitos de todos!
(caso não se tenha apercebido…)

Jorge, em

Jocaferro, é claro que o Victor compreende o problema, mas da-lhe mais jeito ultrapassar pela direita!
Como não arranja argumentos válidos crítica “as pessoas” mesmo sem as conhecer, enfim……..

Jorge

“Diogo, eu já tinha lido um pouco sobre TPM e voltei a rever a informação que tinha, olhei para as especificações, para alguns artigos interessantes, para os “links de referência””
Victor – 29 de Maio

“Eu hoje utilizo o TPM com o Bitlocker. Ainda não deixei de utilizar o sistema como o fiz sempre, continuo a instalar todo o software que quero sendo a grande maioria sw que nem sequer sabe o que é o TPM.”
Victor – 3 de Junho

Ou existe mais do que um Victor ou Incoerente deve ser o primeiro nome.
Uma pessoa que no dia 29 de Maio tinha lido qualquer coisa sobre o TPM e no dia 3 de Junho vem armado em professor a atirar para a cara dos restantes o fabuloso conhecimento que tem desta tecnologia é de um brilhantismo de todo o tamanho!
Além de atirar à cara dos restantes esse fabuloso conhecimento ainda consegue partir do princípio que mais nenhum dos comentadores tem qualquer experiência acerca do assunto!
Além de se tornar doutorado em poucos dias consegue a extraordinária proeza de ler uma bola de cristal. Ou será nas borras do chá/café?
Tenho que tirar-lhe o chapéu! (que não uso, como é óbvio)

Caro Rui…

Você até já se confunde todo, nem sabe com quem fala de tanta mentira e deturpação. Mas o principal que lhe quero dizer é que dispenso a sua falsa boa educação.

Dispenso esses “caros” que mais não revelam do que a sua hipocrisia e pretensão.

Nenhum “caro fulano” ou “caro sicrano” escondem as cordas que controlam lá do alto os seus dedos.

Ou existe mais do que um Victor ou Incoerente deve ser o primeiro nome.

Provavelmente existe mais que um fantocheiro por detrás do fantoche “Victor”.

Mas essa gente não está preocupada com coerência, ética ou lógica na sua argumentação.

O objectivo é mesmo fazer-nos perder tempo e ganhar stress, enquanto se tentam passar por “anónimos” legítimos.

Devem ignorar que isto que fazem é uma violação da leia da concorrência, mas enfim…

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Ou existe mais do que um Victor ou Incoerente deve ser o primeiro nome.

Não Joca não descontextualize, eu utilizo o TPM com o Bitlocker e desde que utilizo a encriptação do disco que o faço.

O que disse ao Diogo foi, que fui ver o detalhe, a especificação, e rever onde nesta estariam os riscos associados a perda de controlo ou na aceitação da perda de privacidade ou da entrega de qq tipo de direito individual.

Fui ver a especificação para não estar a falar de cor, até porque estou a utilizar UMA IMPLEMENTAÇÃO daquele standard e não é garantido que todas sejam iguais e eu queriam ver que diferenças poderiam existir e que recomendações eram feitas.

Como vê são coisas completamente diferentes, eu não gosto de me ficar pelos artigos e opiniões de outros que tipicamente leram e sabem menos do que eu, o Joca sabe disto se leu a thread toda com atenção, mas sei bem que apenas quis gerar mais alguma confusão. Mas a mim não me causa confusão nenhuma, e não me baralho nem sou incoerente.

Você é que lê o que lhe interessa e tenta montar cenários que só existem na sua cabeça.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Joca,

Mas já deixe-me lembrar que uma gaiola de Faraday não tem qualquer patente e o seu esquema de implementação é do domínio público.
Logo, quem quiser fazer uma “gaiola” destas não tem que se subjugar à vontade uma corporação.

Repare na sua preocupação, não é se a ideia é interessante o não, fala como se já existisse alguma especificação, ou até alguma implementação, mas não, o seu problema é o de uma corporação… As ideias são boas ou não, e isso é independente do sitio de onde incubadas, pelos vistos para si até pode ser verdade para todos os sitios menos um… haja paciência LOL

O facto de existir uma patente não garante nem obriga que a sua utilização tenha de ser onerosa, mas eu percebo que essa sim é a sua unica e exclusiva preocupação (até porque teve comentários que aceitavam que algumas implementações da ideia pudessem trazer vantagens).

Como lhe disse e você teima em não querer ler, na especificação para posteriores implementações você pode acautelar a salvaguarda de tudo o que quiser, e torná-lo opcional e capaz de ser inibido.

Mais, nem sequer é garantido que isto venha sequer a ver a luz do dia.

Já agora a ideia do controlo de velocidade é peregrina, e a roçar o absurdo, essa é daquelas que traz muito risco e que ninguém aceita, sinceramente, toda a estupidez é arremessada como argumento, continua no seu estilo de que qualquer parvoice é válida…

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Joca

Você é que lê o que lhe interessa e tenta montar cenários que só existem na sua cabeça.

Aliás você já nem lê, apenas vê o que lhe interessava que estivesse escrito, não é? São formas de estar… e nisso posso afirmar que você é coerente…

Victor

Albatroz, em

Eh pá não dêem milho à gralha para ver se ela não se afaz e para ver se vai fazer barulho para outro lado!

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Provavelmente existe mais que um fantocheiro por detrás do fantoche “Victor”.

Não precisa ficar com dúvidas, todos os comentários assinados com Victor foram efectuados por uma única pessoa, eu.

É engraçado como alguém copia passagens de outros comentários e passa a ser uma prova qq definitiva, Rui leia e pense, se mesmo assim não perceber pergunte que eu explico escusa de ficar dependente de outros, e ainda por cima é enganado, parecendo uma barata tonta.

Victor

Jorge, em

Victor,

Afinal parece que toda gente que discorda se si tem problemas de carácter, pensava que era só eu!

Jorge

Provavelmente existe mais que um fantocheiro por detrás do fantoche “Victor”.

Não precisa ficar com dúvidas, todos os comentários assinados com Victor foram efectuados por uma única pessoa, eu.

LOL, é mesmo de confiar nesse seu “Eu”. “Eu” quem, neste momento?

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Parece que são só três… muitos discordam mas não tentam arranjar argumentos absurdos para manter uma discussão.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

LOL, é mesmo de confiar nesse seu “Eu”. “Eu” quem, neste momento?

Eu, o único Victor que tem comentado por aqui.

Victor

Jorge, em

Victor,

Humildade é sinal de inteligência, mas claro que o Victor já sabia.

Parece-me que para si tudo que vai contra a sua “argumentária” ou contra a da MS é absurdo! LOL, LOL!

Só para ter com que se preocupar esta noite, mais um texto absurdo:

http://news.cnet.com/8301-10787_3-9968239-60.html?part=rss&subj=news&tag=2547-1_3-0-20

Jorge

Eu, o único Victor que tem comentado por aqui.

Sim, fantoche, mas a gente pergunta quem é o fantocheiro…

Albatroz, em

Não respondam nem dêem motivos para essa avantesma responder.
O gajo julga-se superior, coitado! A figuras que um tipo tem que fazer para ganhar o ordenado! Parece-me que há muita gente de má fama com mais personalidade do que este pobre diabo!

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge,

Parece-me que para si tudo que vai contra a sua “argumentária” ou contra a da MS é absurdo! LOL, LOL!

Você é inteligente, se fosse só isso não fazia sentido o que digo, mas sabe bem que não é.

Criam-se cenários, de controlo de velocidade, de barulho de vizinhos, e por aí fora, coisas do mais ridiculo e absurdo em que se possa pensar e atira-se para a conversa como se fossem cenários válidos, quando como disse e repito nada disto existe… acha este comportamento normal? qual é o objectivo de direccionar a conversa nesse sentido? Explique-me porque não consigo perceber.

E já agora em relação às suas sugestões de leitura, muito obrigado mas as minhas preocupações são outras, não costumo preocupar-me com o que não me diz respeito.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Rui não lhe basta saber que me chamo Victor? Precisa de mais informação, olhe que por mim você até pode assinar como Rui e chamar-se Joaquina que para mim é igual, não é um bot pois não? Então a mim isso basta-me.

Victor

Eu chamo-me Rui Miguel Silva Seabra, longe de anónimo embora não universalmente conhecido.

Em comparação, o fantoche anónimo que aparece por aí denominado “Victor” pode perfeitamente ser controlado por uma inumerada quantidade de fantocheiros, uma vez que a única garantia que dá é “eu, o Victor” :)

Jorge, em

Victor,

Como já lhe disse várias vezes e temo começar a repetir-me, o problema não são as boas intenções são os maus aproveitamentos que se fazem das coisas!
Mas o Victor parece ter uma tendência para partir para argumentos a roçar o insulto e a isso eu não lhe sei responder!

Quanto a esta patente, a MS demonstra bem qual é a ideia que tem para a tecnologia, e essa ideia chama-se controlo!

Felizmente para toda a humanidade há hoje uma vaga de fundo contra o controlo, que tem vindo a crescer de forma sustentada e ajudada pela ideia do Software Livre!

Bem sei que isto incomoda muita gente põe muita coisa em causa e quiçá não será o principio do fim de muita coisa às quais nos habituamos!

Quanto a não estar preocupado, ainda bem, assim, evita uns ansioliticos! Sempre pode usar o dinheiro das pílulas para investir em acções da Yahoo!

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

E eu estou apenas a exercer um direito meu… se acredita ou não é um problema seu.

Victor

O que o Victor exerce chama-se publicidade enganosa, e isso não é um direito.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge,

Como já lhe disse várias vezes e temo começar a repetir-me, o problema não são as boas intenções são os maus aproveitamentos que se fazem das coisas!

E como já lhe repeti igualmente isso resolve-se na especificação ou no limite na não adopção, mas o Jorge insiste em considerar que não tem esse direito… ainda não percebi se é uma demissão ou não.

Percebo o seu receio se fosse tudo feito à sucapa, sem participação e obrigatório mas este tipo de esforço obriga a encontrar parceiros, capacidade de investimento, mobilização global, e nunca é feito por apenas uma corporação, como dizia o nosso amigo.

Concordo que devemos estar atentos para forçar e evitar más decisões, mas antes de existir o que quer que seja já estamos aos gritos, isso é que não faz sentido nenhum.

E como lhe disse o “controlo” oferecido em muitos daqueles cenários é em beneficio dos outros, dos clientes do meu museu ou do meu cinema, e repare que se você estiver a obedecer à politica nada é feito, o seu dispositivo reporta o estado e está ok, nada acontece.

Na realidade não é controlo nenhum, você não deixa de poder utilizar o telemóvel, só o colocam automaticamente no silêncio, o que resolve até qualquer esquecimento sem intenção de ser desrespeitador.

Felizmente para toda a humanidade há hoje uma vaga de fundo contra o controlo, que tem vindo a crescer de forma sustentada e ajudada pela ideia do Software Livre!

Infelizmente mistura aspectos que terão apenas noutra fase a ver com implementação numa tema em que apenas debate uma ideia.

Sempre pode usar o dinheiro das pílulas para investir em acções da Yahoo!

Não é por nada mas apostar por apostar aposto em acções que tenham capacidade para se valorizar… estes vão acabar por cair para um lado qualquer, é uma questão de tempo.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Rui,

Fale por si.

Victor

Felizmente o que escreve fica aqui registado e é uma excelente forma de ver quem é afinal o mentiroso ou aquele que não sabe ler e pelos vistos escrever:
“lido um pouco sobre TPM
e voltei a rever a informação que tinha,
olhei para as especificações,
para alguns artigos interessantes,
para os “links de referência” que o Rui aqui colocou, e sobre isto diria o seguinte.

E depois continua por aí fora. O que em momento nenhum disse foi algo que se assemelhe a isto:
“O que disse ao Diogo foi, que fui ver o detalhe, a especificação, e rever onde nesta estariam os riscos associados a perda de controlo ou na aceitação da perda de privacidade ou da entrega de qq tipo de direito individual.”

Mas não bastaria ficar por aqui. Nova tentativa de desculpa esfarrapada:
“Fui ver a especificação para não estar a falar de cor, até porque estou a utilizar UMA IMPLEMENTAÇÃO daquele standard e não é garantido que todas sejam iguais e eu queriam ver que diferenças poderiam existir e que recomendações eram feitas.”

Conforme se pode ler apenas foi ver a especificação ou ainda apenas olhou para ela!
Não não a leu nem tampouco estudou!

Não Victor, não foi ver o detalhe. Apenas foi rever os apontamentos do pouco que tinha lido.
Não Victor, ninguém engole que o pouco que leu e apenas ter olhado para a especificação serviu para comparar com a IMPLEMENTAÇÃO que usava e onde se afirma perito indo até ao ponto de mandar calar os restantes comentadores porque eles não sabiam do que estavam a falar.

Quem me parece desconhecer o que anda para aqui a escrever é o Victor e não eu quem não sabe ler.
Assim, decida-se:
1. Ou anda a mentir descaradamente;
2. Ou são vários Victor. Talvez uma Brigada Victor.

E mais uma vez a boca foge para a verdade. Talvez quisesse dizer que “eles queriam ver” em vez do “eu queriam ver”.
Como vê, apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Joca,

Se tiver alguma coisa a dizer sobre o TPM que demonstre que estou errado no que disse força, de resto cale-se.

Porque não tenho paciência a esta hora para brincadeiras de semântica.

E mais uma vez a boca foge para a verdade. Talvez quisesse dizer que “eles queriam ver” em vez do “eu queriam ver”.

Não Joca era mesmo “queria”, mas você não desiste do corte e costura, um dia ainda consegue demonstrar que tem razão reescrevendo o que ficou escrito…

No que respeita à mentira, olhe que não se está a ver ao espelho, como deve ter visto acima, não me esqueci dos seus joguinhos, e vem você falar de mim.

Mas se sou assim tão mentiroso, mostre de tudo o que disse sobre o TPM o que encontra errado, vou assumir que se afirma que não li, o faça porque leu e está em condições de me contradizer, força, fico a aguardar.

Deixe lá a retórica e os joguinhos que isto não é nenhum concurso.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Joca não seja ridiculo, até passagens da especificação aqui coloquei.

LOL

O problema é que não posso esperar que leia ou sequer perceba, mas nisso não o consigo ajudar.

Victor

Já agora para que todos saibam quem não sabe ler, aqui segue um trecho da referida Patente:
“[0024]In yet further examples, DMPs may be used in particular zones to limit the speed and/or acceleration of vehicles, to require the use of lights, to verify an indication of insurance coverage and/or current registration, or the like.”

Portanto, Victor, antes de chamar nomes às pessoas e de as considerar ignorantes é melhor ver-se ao espelho.
Ah!, não fui eu quem inventou esta autêntica parvoíce muito embora o Victor tenha tentado demonstrar que era assim. Fui eu quem inventou o cenário com os filhos mas se o Victor não percebeu o que está em causa já não me admira.

Também não invento quando digo que esta “tecnologia” pode controlar as luzes dos sapatos.

O Victor é que não leu nada acerca da patente e veio para aqui com a sua arrogância habitual atirar para o ar que todos os outros são ignorantes ou que não sabem ler quando afinal é o próprio Victor quem não faz os trabalhos de casa. Ou isso ou não sabe ler.

Quanto a escrever está tudo dito. Basta dar um pouco de corda que as suas invenções vem logo à tona.

bastou esperar um pouco para que a costumeira verborreia redundasse em sucesso. Veja lá bem o que escreveu:
“Já agora a ideia do controlo de velocidade é peregrina, e a roçar o absurdo, essa é daquelas que traz muito risco e que ninguém aceita, sinceramente, toda a estupidez é arremessada como argumento, continua no seu estilo de que qualquer parvoice é válida…”

Como pode ver a sua querida M$ é absurda, estúpida e parva. Penso que nenhum dos outros comentadores tinha qualquer dúvida quanto a isto mas sendo o Victor a apoiar já me fez ganhar o dia!

Criam-se cenários, de controlo de velocidade, de barulho de vizinhos, e por aí fora, coisas do mais ridiculo e absurdo em que se possa pensar e atira-se para a conversa como se fossem cenários válidos, quando como disse e repito nada disto existe… acha este comportamento normal? qual é o objectivo de direccionar a conversa nesse sentido? Explique-me porque não consigo perceber.

Claro que não consegue perceber. Não leu nada acerca da patente e apenas falou em ligar/desligar o celular.
Portanto, quem tem um comportamento anormal é o Victor.
Nunca apelide os outros de anormal nem nunca cuspa virado para o vento.
No segundo caso, não é necessário fazer um desenho, pois não!?
No primeiro caso, pode-se dar o caso de não perceber patavina do que está a dizer e vir a provar-se que afinal o anormal é o Victor!

“Mas se sou assim tão mentiroso, mostre de tudo o que disse sobre o TPM o que encontra errado, vou assumir que se afirma que não li, o faça porque leu e está em condições de me contradizer, força, fico a aguardar.”

Não Victor. O que está em causa são as suas próprias palavras. Não estou a discutir o TPM até porque concordo com algumas das suas ideias.
O que o Victor está a tentar encostar para o lado é a mentira onde foi apanhado.
Como pode ver estou-me positivamente a borrifar para a sua ordem de calar!
“Se tiver alguma coisa a dizer sobre o TPM que demonstre que estou errado no que disse força, de resto cale-se. ”
O Victor não está em sua casa nem nas instalações da M$.
Quem é que se julga para me mandar calar!?

Aliás, depois de também ter sido apanhado na “ajudinha” através da repressão, esta ordem apenas vem corroborar aquilo que já tinha pressentido!

Parece-me que anda desesperadamente esperançado em que ninguém dê pela sua mentira e que a possa atirar para o lado.
Pois vou-lhe dizer uma coisa:
Não me calo!
E agora!?

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Joca,

Comecemos pelo TPM, se de tudo o que leu apenas encontrou aquilo que destacou como prova de que estava a mentir, então afinal mais uma vez enganou-se, porque:

- Coloquei aqui quer passagens da especificação quer da documentação que acompanha a implementação que utilizo

- Se reparar as passagens da especificação que aqui coloquei eram para responder a isto (que teimavam em dizer que não era verdade):

“O que disse ao Diogo foi, que fui ver o detalhe, a especificação, e rever onde nesta estariam os riscos associados a perda de controlo ou na aceitação da perda de privacidade ou da entrega de qq tipo de direito individual.”

Mas claro que não estava escrito da mesma forma, mas como é que você poderia saber? Talvez lendo… como acredito que tenha mais do que 10 anos e pelo menos o ensino básico, assim não me parece sequer dificil de perceber. Embora eu de si não espere muito como já lhe disse várias vezes.

Por isso em relação ao TPM encerramos por aqui já que você não vai acrescentar mais nada.

Em relação à dita patente, não é por lá estar escrita a ideia de controlar a velocidade que eu aceito a ideia como boa, continuo a acha-la irreal e absurda, para além de perigosa do ponto de vista da segurança.

Já as outras, a das luzes acho interessante, as outras não vejo grandes vantagens, porque nem sei se são um problema, por principio não gasto dinheiro com problemas que não tenho.

O resto é o seu folclore do costume, não diz nada, conversa mais conversa, para provar nada… mas olhe que essa azia parece andar pior…

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Joca,

Não me calo!
E agora!?

Tenho mesmo de lhe explicar tudo como a um miudo de 5 anos, não é?

Você pode dizer o que bem entender, onde quiser e puder, provou-o e nem precisava porque não sou parvo.

Aceito que possa achar rude, e escrito sê-lo-á concerteza, mas foi no sentido de “Se não tem nada a acrescentar não vale a pena dizer mais nada” e não de lhe tirar a palavra, mas gosto de ter discussões com bons argumentos do outro lado e não afirmações gratuitas, porque sim poque me apetece, isso é o que normalmente não suporto, é mais forte do que eu.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Claro que não consegue perceber. Não leu nada acerca da patente e apenas falou em ligar/desligar o celular.

Foi o cenário que se começou a discutir e que tanto incomodou o Rui Miguel Silva Seabra, e o Joca não se esqueça que isto não é sequer uma especificação, nenhum daqueles cenários está sequer validado.

Neste caso onde não há detalhe nenhum para ler para além das ideias apresentadas, a leitura é importantissima como se a coisa estivesse escrita na pedra (eu desconfio que é por ser documento mais curto), no caso da especificação do TPM que é documento de referência para qualquer especificação, ninguém quer ler, espantoso…

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Deve ser por uma cena qualquer, ligada à coerência, ética, lógica ou rigor.

LOL LOL

Victor

Rui,

Fale por si.

Victor

Falo sempre, felizmente. Ao Victor é que é impossível esconder os fios que o controlam.

Jorge, em

Victor,

Quando se parte para a ofensa é porque faltam os argumentos!

O Victor lembra-se de noutros foruns ter dito que já nos tinha habituado a um certo estilo de Slalom?
Pois, eis mais um brilhante exemplo.

Primeiro o controlo de velocidade é ridículo, absurdo, etc.
Depois, provam-lhe que afinal está lá escrito, então muda o argumento! LOL, LOL, de facto brilhante!

Vai lançando “bocas” depois demonstram-lhe que está errado, então, contradiz-se e renega o que havia escrito, o problema é que o que se escreve não o lova o vento como aquilo que que diz :-D .

Já sei que depois disto vem novamente ofensa!

“Felizmente para toda a humanidade há hoje uma vaga de fundo contra o controlo, que tem vindo a crescer de forma sustentada e ajudada pela ideia do Software Livre! @Jorge

Infelizmente mistura aspectos que terão apenas noutra fase a ver com implementação numa tema em que apenas debate uma ideia. @Victor”

Em meu entender está muito enganado, as questões devem ser debatidas na sua génese não na implementação. Depois pode ser tarde de mais! Por exemplo, acha que o Hitler devia ter sido combatido quando começou a difundir as suas ideias ou apenas quando invadiu a Polónia? Eu acho que devia ter sido no Inicio e o Victor?
E como disse a Vaga de fundo anti controlo está aí, por muito que agrade ou não à MS e seus assalariados!

Jorge

Pedro Silva, em

Victor von Doom

http://en.wikipedia.org/wiki/Doctor_Doom

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Primeiro o controlo de velocidade é ridículo, absurdo, etc.
Depois, provam-lhe que afinal está lá escrito, então muda o argumento! LOL, LOL, de facto brilhante!

Onde é que mudei de opinião? Passei a dizer que deixou de ser absurdo? e ridiculo? oh Jorge bem sei que tenta a todo o custo encontrar alguma incoerência ou falha, mas estas suas tentativas são, infantis… no que era realmente importante nunca disse nada, sempre disse que o que eu dizia era mentira mas nunca demonstrava as suas razões, eu mostrei-lhe quer a especificação quer a implementação, você continuou a perder-se na retórica…

Em meu entender está muito enganado, as questões devem ser debatidas na sua génese não na implementação

LOL quer lá ver que descobriu algo que não se soubesse? Quem puxou a implementação vou você, o que eu disse era que nesta fase são ideias, e não faz sentido estar a discutir modelos de licenciamento de sw ou de desenvolvimento, por isso fiz esse comentário, mas você de tudo faz uma festa…

Depois pode ser tarde de mais! Por exemplo, acha que o Hitler devia ter sido combatido quando começou a difundir as suas ideias ou apenas quando invadiu a Polónia? Eu acho que devia ter sido no Inicio e o Victor?

Jorge depois do muito que temos discutido ainda pergunta? Ainda não percebeu que sei como estas coisas nascem e se fazem?

Victor

Jorge, em

Eu não disse que vinha aí insulto, até parece que sou bruxo!

Agora fui eu que falei em implementação, de facto, o Victor tinha falado em adopção, brilhante, vamos agora discutir semântica….

Agora vem o licenciamento, software, onde a conversa já vai, como dizem na Idade do gelo, Slalom, Baby, Slalom …..

E disse e, repito, as ideias têm que ser rebatidas enquanto não passam disso!

Fiat Lux!

Jorge

Jorge, em

Victor,

Está muito enganado se julga que eu me preocupo com as suas falhas, inocências ou afins!
Isso, a existir, será problema para resolver entre si e a sua consciência! Não por mim!

Jorge

Mais uma vez o Victor encarrega-se de demonstrar a categoria dos seus argumentos quando a única coisa que faz é passar ao insulto gratuito.
Quando acusa os outros de não ler ou não saber nada acerca do assunto que está a ser debatido, dá-me a impressão que anda cada vez mais desesperado à procura de um caminho que lhe permita fugir da realidade patente nos seus escritos.
E a realidade é só uma. O Victor enredou-se na sua própria teia de mentiras, provadas pelas suas próprias palavras, em pleno desespero passou apenas ao insulto, troca os nomes das pessoas, troca os temas que estão a ser debatidos, adivinha palavras nunca escritas, acções nunca tomadas, e até doenças dos restantes comentadores. Para além disso continua a inventar, inventar e a inventar.

Mas mais uma vez as suas próprias palavras encarregam-se de exemplificar o grau de invenção de que é capaz.
Já sei que vai duvidar e que aí virá mais uma série de insultos mas gostaria de confrontar algumas concepções Victorianas com a realidade. Já que não sei ler nem escrever vou-me socorrer de alguns amigos para tentar demonstrar até onde vai a realidade dos seus enredos:
O 1º amigo é Wikipédia que muito me tem ajudado ao longo dos tempos. Peço desculpa mas o restante texto tem que ser em discurso directo em que JC sou eu e W é a fantástica Wikipédia:
JC- Desculpa-me mais uma vez recorrer a ti mas como alguém afirma que não sei ler nem escrever, ou seja burro, diz-me lá o sentido mais lato para Patente;
W – Não te preocupes. Estou sempre à disposição de todos aqueles que de mim precisarem mesmo os autênticos burros. De uma maneira simples, concreta e sintetizada para aquilo que te interessa passaria directamente para os requisitos para obter uma patente:
“aplicabilidade industrial ou utilidade
Significa que a invenção terá de servir um propósito e que funciona realmente. Ou seja não se poderia pensar em patentear uma máquina do tempo: “eu tive a ideia da máquina do tempo, que é uma máquina que se pode viajar para o passado ou para o futuro e regressar quando se quiser”. UMA CRIAÇÃO NÃO PODE SER PATENTEADA ATÉ QUE SEJA POSSÍVEL COMPROVAR QUE FUNCIONA.
O principio da utilidade previne ainda o uso de praticas ilegais ou imorais.”

JC – Obrigado (posso não saber ler nem escrever para além de ter menos de 5 anos de idade mas pelos menos os meus pais souberam dar-me alguma educação..).

(continua)

Albatroz, em

Eh pá uma vez mais vos alerto enquanto derem trela a uma besta quadrada destas ela está a facturar e a fazer horas extraordinárias! Que raio de emprego esta abestunta foi arranjar! Para bem da M$ acho que mudem de funcionários senão a queda vai acentuar-se

Ora, ora. Vamos lá por partes:
“e o Joca não se esqueça que isto não é sequer uma especificação, nenhum daqueles cenários está sequer validado.

Neste caso onde não há detalhe nenhum para ler para além das ideias apresentadas, a leitura é importantissima como se a coisa estivesse escrita na pedra”

Espere. Estamos a falar de uma patente, não estamos!?
Não existe especificação!?
Não existem detalhes!?
Pois bem. A especificação existe e até se encontra bem explicada ao longo do texto!
Quantos aos detalhes, mais uma vez o Victor passou por cima do texto. Tornou a não ler com atenção, talvez mais uma “vista de olhos” (palavras suas) tal como fez com a especificfação do TPM porque de outro modo teria reparado que está tão detalhado e especificado que até tem uns desenhos para ajudar…

Até agora foram argumentos mas agora permita-me um pouco de especulação:
- O Victor está a tentar vender a ideia que a M$ já gastou milhões de $, durante os anos em que andou a preparar esta coisa, e ainda vai gastar muitos mais para explorar futuramente esta tecnologia apenas por puro gozo e que não vai tentar aproveitar-se do que patenteou!?

Pois, pois. Claro que sim. Tal e qual como os “marcianos” virem de Marte!

Vamos lá a outro assunto. Mais uma vez não vou cumprir a sua ordem de me calar:
“no caso da especificação do TPM que é documento de referência para qualquer especificação, ninguém quer ler, espantoso…”

Verdadeiramente espantoso é o Victor adivinhar o que todos os outros fazem ou não fazem. É capaz de me dizer onde, ao longo de todos estes comentários, é que se encontra escrito que ninguém leu a especificação do TPM!?
Deduziu, foi!?
Boa!

Então vou-lhe informar de uma coisa:
- Não se encontra escrito em lado nenhum que ninguém leu a especificação!

Porém, o que se encontra escrito, conforme demonstrado, é que o Victor aoenas tinha dado uma vista de olhos ao TPM. São suas as palavras.
Após ter sido apanhado, quando uns dias depois já era professor desta matéria a até usava o argumento de sabar tudo e mais alguma coisa para mandar calar os outros, veio com uma desculpa esfarrapada que afinal usava o TPM e o Bitlocker há muito tempo e não apenas recentemente.

Mais uma vez vou especular após a apresentação da argumentação:
Segundo as suas próprias palavras o Victor está a afirmar que implementou TPM + Bitlocker após apenas ter dado uma vista de olhos à especificação TPM.
Ou seja, O Victor submeteu os seus dados a uma encriptação usando estas duas tecnologias que se complementam, certo?

Pois permita-me dizer-lhe mais uma coisinha:
O uso de qualquer tecnologia que encripte os dados importantes de alguém, pessoais ou de terceiros, terá que ser muito bem PENSADA, ESTUDADA e EXPERIMENTADA até à exaustão.
Ora, traduzindo para algo mais simples, para que um projecto destes seja seguro e possa redundar em sucesso, a especificação tem que ser estudada até à exaustão. Lida e relida quantas vezes forem necessárias, verificando os prós e contras, prevendo onde pode acontecer uma falha e afastar, se possível, essa probabilidade da equação.
Isto é o que qualquer pessoa com bom senso faria. De outra forma, apenas com “uma vista de olhos”, a única palavra a aplicar é irresponsabilidade!

Bem, até pode não ser uma irresponsabilidade assim tão grande se o disco a proteger/encriptar apenas contiver MP3, filmes XXX, ou outra coisa qualquer sem ponta de interesse e que se possa perder à vontade.

Mudo para outro assunto, muito mais triste, e que não consigo conceber como é que ainda podem existir este tipo de ideais.
Depois da apologia à “ajudinha” forçada e já agora outra “ajudinha” às luzes dos sapatos das crianças, ao mais completo apoio e rendição do Eu a uma corporação, do temos-que-estar-com-atenção-mas-deixem-implementar-para-ver-no-que-dá, do pidesco “cale-se”, penso que esta resposta resolve toda e qualquer dúvida:

Jorge
“Depois pode ser tarde de mais! Por exemplo, acha que o Hitler devia ter sido combatido quando começou a difundir as suas ideias ou apenas quando invadiu a Polónia? Eu acho que devia ter sido no Inicio e o Victor?”

Victor
“Jorge depois do muito que temos discutido ainda pergunta? Ainda não percebeu que sei como estas coisas nascem e se fazem?”

Cada um que tire as ilações que quiser. Quanto a mim já tirei!

Sinceramente, a partir do momento em que li esta resposta é que fiquei, não com azia, mas com o estômago revoltado!
Victor, já que tem em grande conta o seu respeito peço-lho o favor de continuar a não me respeitar.
Vindo de onde vem, dispenso.
Porém, da minha parte pode contar sempre com pena e compaixão.

Houve aqui um comentário que escapou, anterior ao último publicado.

Passo a elaborá-lo novamente:

Como já sabia o que podia esperar da parte de Victor guardei para o fim a “piece-de-resistence”:

“Joca,

Comecemos pelo TPM, se de tudo o que leu apenas encontrou aquilo que destacou como prova de que estava a mentir, então afinal mais uma vez enganou-se,”

Como certamente se lembra, reproduzi excertos de 2 comentários datados de 28 de Maio e 3 de Junho. No mais antigo o Victor apenas tinha dado uma “vista de olhos” enquanto no de 3 de Junho já era um professor com imensa experiência.
Como tinha a certeza que iria desesperadamente inventar todos e mais alguns cenários para se desculpar fiquei à espera que dissesse precisamente o que disse aqui:
“Não Joca não descontextualize, eu utilizo o TPM com o Bitlocker e desde que utilizo a encriptação do disco que o faço.”

Pois Victor tenho que informá-lo que no dia 1 de Junho, portanto mesmo a meio dos posts anteriores, escreveu estas singelas palavras:
“Eu por acaso instalei, experimentei, e continuei a utilizar o sistema como até então e voltei a desactivar o TPM. E é até possivel apagar a Endorsement Key se assim desejar.”

Afinal em que ficamos!?
Como facilmente se pode depreender:
1. O Victor mente descaradamente;
2. Não se trata apenas de 1 Victor mas sim de vários.

Leia lá bem o que escreveu. Felizmente sei ler, não falo de cor e não me vergo à sua abusiva ordem de calar.

Já nem me pronuncio quanto ao apagar a EK.
Bacorada!

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Joca,

Em relação aos seus fait divers, não necessito responder porque eles falam por si.

E apenas lhe vou responder à sua única incursão nos aspectos técnicos.

Já nem me pronuncio quanto ao apagar a EK.
Bacorada!

Chama-se REVOKE TRUST ao processo:

There are circumstances where clearing all keys and values within the TPM is either
4784 desirable or necessary. These circumstances may involve both security and privacy
4785 concerns.
4786 Platform trust is demonstrated using the EK Credential, Platform Credential and the
4787 Conformance Credentials. There is a direct and cryptograph relationship between the EK
4788 and the EK Credential and the Platform Credential. The EK and Platform credentials can
4789 only demonstrate platform trust when they can be validated by the Endorsement Key.
4790 This command is called revoke trust because by deleting the EK, the EK Credential and the
4791 Platform Credential are dissociated from platform therefore invalidating them resulting in
4792 the revocation of the trust in the platform. From a trust perspective, the platform associated
4793 with these specific credentials no longer exists.

4796 This is a non-reversible function. Also, along with the EK, the Owner is also deleted
4797 removing all non-migratable keys and owner-specified state.
4798 It is possible to establish new trust in the platform by creating a new EK using the
4799 TPM_CreateRevocableEK command. (It is not possible to create an EK using the
4800 TPM_CreateEndorsementKeyPair because that command is not allowed if the revoke trust
4801 command is allowed.) Establishing trust in the platform, however, is more than just
4802 creating the EK. The EK Credential and the Platform Credential must also be created and
4803 associated with the new EK as described above. (The conformance credentials may be
4804 obtained from the TPM and Platform manufacturer.) These credentials must be created by
4805 an entity that is trusted by those entities interested in the trust of the platform.

O que tipicamente deveria envolver o OEM e deverá ter custos.

Mas isto foi para demonstrar que no limite até uma operação destas é possível, e portanto não a retire do contexto em que foi proferida.

Fica aqui a devolução da bacorada…

Victor

PS: Como prova de que não lê:

Então vou-lhe informar de uma coisa:
- Não se encontra escrito em lado nenhum que ninguém leu a especificação!

O Jorge afirmou-o nesta thread.

PS2: Sobre os cuidados a ter com uma implementação destas, muito obrigado pelos seus conselhos, mas as suas assumpções de pouco valem, eu pelo menos não lhe reconheço capacidade para se pronunciar sobre o profissionalismo e responsabilidade de outros que não conhece de lado nenhum…

Victor

Jorge, em

Victor,

LOL

O(s) Victor(s) quando parece(m) estar enrascado(s) com os argumentos, isulta(m), chama(m) fait divers aos assuntos, faz(em) slalom, etc…

Agora até eu sirvo de desculpa, LOL, LOL!

Mas vá lá pelo menos não foi insultuoso, o que nos tempos que correm é por si só uma grande evolução!

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Ao Joca,

Isto foi assumido pelo Jorge, como lhe tinha dito:

Será que o Victor mede os argumentos a metro, ou seja, o que interessa é o número de parágrafos?
De facto em termos técnicos não estou habilitados para argumentar acerca do TPM já que não conheço as especificações (nem tenciono, por ora )

e você afirmou isto:

Então vou-lhe informar de uma coisa:
- Não se encontra escrito em lado nenhum que ninguém leu a especificação!

Para não falar em mais um engano seu,
como lhe disse Joca já estou habituado às suas tentativas de ofuscar a verdade, só que devia ser mais cuidadoso.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

O Victor quando parece estar enrascado com os argumentos, isulta, chama fait divers aos assuntos, faz slalom, etc…

Fui rever a thread toda e não vi nada do continua a afirmar. Os meus argumentos têm sido a documentação, não estou a inventar, está tudo documentado e a eles não tenho tido resposta a não ser a negação constante, eu também chamaria a isso falta de humildade.

Esta ultima historia começada pelo Joca então é fantástica, como se pela conversa eu tivesse escrito um log cronológico da minha experiência e utilização do TPM, e com o que escrevi se provasse realmente algo, mas cada um perde tempo com o que quer…

Segundo comentário a mencioná-lo sem ser rude, brutal!

Victor

“Segundo comentário a mencioná-lo sem ser rude, brutal!”

É, de repente um dos Victor começou a ficar muito soft!
Com que então é uma história fantástica, hem?

Como hoje disponho de muito pouco tempo vou-me apenas dedicar ao “ninguém”.

Como ao longo dos comentários o Victor tem-me insultado gratuitamente com tudo quanto pode e muitas das vezes quanto à minha capacidade de ler e escrever, sempre pensei que fosse um Doutor em português. E digo Doutor, já que numa das alturas até me colocou como não tendo acabado o ensino básico ou saber menos que uma criança de 5 anos. Aproveitando este último insulto vou-lhe fazer um desenho:
- O Dr. Victor, não confundir com o Professor Victor do TPM, está a dar uma palestra para várias pessoas. No fim dessa palestra, extensa e carregada de invenções e contradições, resolve perguntar à assistência se todos tinham entendido o que tinha dito.
Um dos assistentes levantou o braço.
O Dr. Victor sai da sala todo contente porque toda a gente tinha percebido.
Entretanto o pessoal sai da sala e ao ser confrontado com a aula do Dr. Victor, todos disseram que ninguém tinha percebido nada, com a notável excepção do que tinha levantado o braço.
Espero que o desenho tenha sido simples e fácil de interpretar até para uma criança com menos de 5 anos e sem ter acabado o ensino básico…

Como é óbvio um não faz o todo logo o meu ninguém tem exactamente o mesmo valor, embora proporcionalmente oposto, do seu ninguém.
Ou seja, a minha resposta está totalmente correcta até o Victor ter a certeza que não existe qualquer pessoa que não tenha lido a especificação assim como a sua está totalmente incorrecta até ter essa mesma certeza!

Conclusão:
O Victor tentou mais uma manobra de esquiva com o único intuito de desviar a conversa através da costumeira adulteração do significado do meu texto já que não acredito que a douta personagem não perceba a língua portuguesa e que não saiba a diferença entre ninguém e alguém.
Eu consigo perceber que o desespero é tão grande que até lhe dê para adulterar o significado do texto dos outros mas comigo não pega nem tampouco com alguém que tenha, pelo menos, 5 anos ou concluído o ensino básico!

Quanto à história:
A história não tem nada de fantástica. Apenas usei os seus depoimentos, inclusivé aquele onde afirma ser sempre o mesmo Victor quem escreveu todos os comentários.
É muito fácil apanhar as suas mentiras. O seu modo de operar já começa a ser conhecido e quando começa a disparar (asneirada) em várias direcções, ou como diz o Jorge – slalom, começa a meter os pés pelas mãos e sai sempre invenções e mentiras em que ninguém passa a acreditar.
Aliado a estas mentiras acaba por vir uma montanha de insultos gratuitos que, presumo, deve condizer com a esmerada educação que teve.

Pois é. Por muito que me ordene para calar não o irei fazer até que todos vejam a realidade que mora por detrás do personagem Victor.

Até amanhã. Lamento imenso mas tenho que estar no aeroporto daqui a 3 horas e ainda tenho que preparar umas coisas senão ainda teria tempo de demonstrar que “apagar” é diferente de “destruir”!

Jorge, em

Fui rever a thread toda e não vi nada do continua a afirmar. Os meus argumentos têm sido a documentação, não estou a inventar, está tudo documentado e a eles não tenho tido resposta a não ser a negação constante, eu também chamaria a isso falta de humildade.

Vamos por partes

Insultos
- … mas estas suas tentativas são, infantis…

- … Joca não seja ridiculo, ….

- Esta sua mania de falar de quem não conhece e de todos é curiosa e uma acusação que costuma fazer a outros…

e por aí adiante.

Invenção algum vez escrevi que estava a inventar?

Fait Divers
Como o argumento já não lhe interessa chama-lhe de fait diver

…Em relação aos seus fait divers, não necessito responder porque eles falam por si. …

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Jorge não vou tecer considerações porque a prova fala por si, assim vou deixar apenas ao seu e ao critério de quem se interessar pelos factos aqui produzidos.

Se quiser comentar eu agradecia, até para perceber onde mais uma vez estou eu a mentir, iludir, enganar, fugir, entrar em slalom etc.

Assim nos próximos blocos de texto ficam alguns dos comentários que me foram dirigidos, muito antes de eu ter começado os comentários menos simpáticos.


Penso isto e muitos mais, aliás, penso tudo aquilo que me pagarem para dizer!

Jorge

Por que é que um conhecido Astroturfer (o Victor) vem à defesa do TPM (Trusted Treacherous Platform Module)?

Rui

Só quem não tem o dom do raciocínio é que não o apanha nas mentiras.

Rui


A próxima foi uma reacção sua, a uma resposta directa minha a um comentário seu, em que achou estranho que me tenha dirigido a si… Já agora elucide-me, não foi o Jorge que disse isto?

http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/05/26/drm-confia-no-seu-computador/#comment-73889

E colocou um comentário que dizia:

Victor

Explique lá então o que se passa?

Agora não percebi!

Não percebi porque se dirigiu a mim

Jorge


Mas o comentário anterior ao qual respondi não foi seu?



Já deviamos estar habituados a uma certa retórica só para distrair e para passar o tempo, a que o certas pessoas nos foram habituando!

“Vocês sabem do que é que eu estou a falar”

Jorge

Estes foram alguns dos simpáticos comentários que me digiriam, para não falar na embora educada, mas constantes provocações do Jorge, se quiser basta recuar na lista de comentários e confirmar o que digo.

Depois acabámos por entrar numa segunda fase, em que entra um novo elemento na discussão o inefável Jocaferro e começa bem, já que no seu primeiro comentário diz apenas:


http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/05/26/drm-confia-no-seu-computador/#comment-74027

“Até onde se pode ir para defender uma dama!?
Julgava impossível, em pleno século XXI ler uma coisa destas de uma pessoa que julgava civilizada!

O Victor com a sua mania de defender o indefensável apenas se mostrou à altura do pior que que alguns regimes fizeram à humanidade!

Caro Victor, como parece não andar neste mundo…”

“…Sei que para si isto não conta, ou apenas desconhece de todo…”

Como vê foi uma verdadeira entrada de leão do educadissimo Joca na nossa discussão.

O que vem a seguir é a minha resposta a esta entrada, a que se segue uma natural escalada nestas coisas, agora acusa-me do quê mesmo?

Insultei ou fui rude com alguém sem razão? Que quer sou diferente de si, custa-me dar a outra face, mas não temos de ser todos iguais pois não?

O seu “e por aí adiante” só peca pela ordem em que as coisas aconteceram, mas esse rigor não colheu nenhum tipo de relevância na sua versão dos factos, pois não?

Relativamente aos Fait Divers, sabe porque os considero fait divers?

Porque aparecem sempre como fuga na discussão do essencial, aos argumentos que apresento baseados no que está escrito na documentação de referência, invariavelmente não respondem e lançam uma nova frente de discussão, em que os argumentos são de forma ou semântica, por isso lhe digo que o Jorge (o Joca então leva estes exercicios aos limites criando novos factos), não deixa a retórica, que tanto gosta de promover e exercitar, de outra forma não estavamos aqui a discutir o diz que disse como se fosse efectivamente o cerne da questão.

O engraçado é que me acusam de ser mentiroso, mas sobre o que disse nos diferentes temas não apresentam as provas que me desmentem, sou apenas acusado do que não disse… Diga-me lá se existe algum interesse em discutir abertamente as coisas ou apenas tentar manter uma postura, tentando salvar a face…

Sabe Jorge nem sempre a melhor defesa é o ataque… Por isso não me diga que ando a insultar toda a gente, quando aquilo que tenho feito é pouco mais do que responder à letra.

Victor

Como eu já havia dito um pouco mais acima eu considero esta plataforma, TPM, como sendo uma óptima ferramenta para todos aqueles que prezam a segurança dos seus dados. Principalmente para aqueles que lidam com SO’s menos seguros será quase obrigatório o seu uso. Uma conjugação TPM+bitlocker é sem dúvida uma boa forma de obter uma plataforma segura. Foi por esse motivo que não me meti na discussão porque nalguns pontos até concordo com o Victor.
Porém, também concordo com o receio que Rui Seabra, Jorge e Diogo comungam e, apenas como opinião pessoal, acredito sinceramente que esta plataforma tem uma backdoor ou uma chave mestra.
E porquê?
Porque não faz sentido. Assalta-me logo a ideia que um sistema destes, se fosse assim tão seguro ao ponto de apenas o “dono” o poder usar, seria uma dádiva de Deus aos criminosos e terroristas.
Trata-se apenas de uma opinião pessoal e não é fundamentada em nada.

Até aqui não passa de suposição mas o que já passa à realidade é a fragilidade que qualquer componente físico tem perante alguém com alguns conhecimentos.
Não é preciso ir muito longe para encontrar referências a este facto e basta consultar os sites dos proponentes, M$ incluída, para constatar esta realidade.
Ou seja, os proponentes tem medo e ao ter medo não poderiam deixar passar uma forma (conhecida e publicada) de ultrapassar o problema que constituiria um acesso ilegal a esta plataforma. É desta forma que aparece a “Rejeição da confiança” – “Revoke Trust”.

Todo este paleio apenas serviu para contextualizar e enquadrar melhor o que vem a seguir.

Ora, a afirmação de Victor perante os receios dos restantes comentadores de que a Endorsement key poderia ser apagada de uma forma tão trivial não passa de mais uma mirabolante trapalhada.
Os comentários estão lá e é fácil perceber o contexto em que foram gerados.

Confrontado com a asneirada que cometeu Victor não teve outra saída de recorrer ao já habitual método do cortar e colar e da forma que só ele é capaz – adulterando por completo o seu significado!
E se por vezes desconfiava que era por não saber ler desta vez fiquei com a certeza absoluta que o faz deliberadamente e premeditadamente.
Primeiro, vem de pantufas muito soft sem recorrer ao insulto gratuito, colocar aqui um pedaço da especificação.
Mesmo recorrendo apenas a este pedaço é fácil verificar que “apagar” a EK não é assim tão fácil como isso e a sua recuperação é deveras complicada.

Como tinha dito mais acima, os proponentes tiveram o cuidado de deixar um mecanismo para, na eventualidade de quebra da plataforma de confiança, a EK poder ser destruída e desta forma toda a plataforma ou seja o mesmo efeito que uma bela marretada ou uma lata de gasolina não resolva.
É óbvio que a EK pode ser apagada mas tal apenas se pode concretizar se destruirmos toda a plataforma. Está lá na especificação e não me vou alongar muito neste ponto.
(continua)

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

É, de repente um dos Victor começou a ficar muito soft!
Com que então é uma história fantástica, hem?

Se quiser o único Victor pode voltar a tratá-lo da forma que merece, só não o cotninuo a fazer porque não é a minha natureza, mas começo a perceber que consigo tem que ser sempre à bruta porque de outra forma estranha…

Como é óbvio um não faz o todo logo o meu ninguém tem exactamente o mesmo valor, embora proporcionalmente oposto, do seu ninguém.
Ou seja, a minha resposta está totalmente correcta até o Victor ter a certeza que não existe qualquer pessoa que não tenha lido a especificação assim como a sua está totalmente incorrecta até ter essa mesma certeza!

LOL LOL LOL

Você é fabuloso, retórica, retórica, retórica, mas ok eu não me importo, então vamos por aí:

Portanto na sua opinião tenho de provar que não houve pelo menos uma pessoa que tenha lido a especificação, seja.

Para sermos correctos o universo deverá ser o Jorge, e o Rui, porque foram os únicos que insistiram sobre o que eu dizia era mentira e que mantiveram a discussão. Mas eu até posso dar de barato e adicioná-lo a esse universo.

Assim o Jorge está provado que não leu, o Rui é seguro garantir que não leu porque de outra forma saberia tudo o que eu disse sobre o TPM e no caso dele apenas se limitou a dizer que eu mentia. Você sabe muito mas pelos vistos considera bacoradas processos que estão na especificação, o que não abona em seu favor, o que me leva a considerar que até pode ter ligo alguma coisa mas com pouca atenção.

Nesse sentido não tem sequer alguém que a tenha lido…

É muito fácil apanhar as suas mentiras. O seu modo de operar já começa a ser conhecido e quando começa a disparar (asneirada) em várias direcções, ou como diz o Jorge – slalom, começa a meter os pés pelas mãos e sai sempre invenções e mentiras em que ninguém passa a acreditar.

Pois não me parece é que o Joca seja muito bom a detectar asneiradas nos temas mais técnicos, o mesmo já não posso dizer em produzi-las…

Aliado a estas mentiras acaba por vir uma montanha de insultos gratuitos que, presumo, deve condizer com a esmerada educação que teve.

Para o relembrar porque às vezes a memória gosta de o trair:


http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2008/05/26/drm-confia-no-seu-computador/#comment-74027

“Até onde se pode ir para defender uma dama!?
Julgava impossível, em pleno século XXI ler uma coisa destas de uma pessoa que julgava civilizada!

O Victor com a sua mania de defender o indefensável apenas se mostrou à altura do pior que que alguns regimes fizeram à humanidade!

Caro Victor, como parece não andar neste mundo…”

“…Sei que para si isto não conta, ou apenas desconhece de todo…”

Por estas não paguei nada, por isso imagino que tenham também sido gratuitas…

senão ainda teria tempo de demonstrar que “apagar” é diferente de “destruir”!

LOL LOL LOL

Lá volta o Joca aos joguinhos e aos exercicios de semântica…

Poupe-me e poupe-se mas aconselho-o ler a especificação que vale a pena e assim poupa-se às próximas barracadas…

Victor

Jorge, em

Victor,

Responder à letra? alguma vez que disse que era infantil? alguma vez lhe disse que tinha manias? Alguma vez que lhe disse que os seus argumentos são ridículos?

Diga-me uma coisa, confunde a nuvem com Juno?

Já uma vez contei a estória do lobo e do cordeiro, julguei que na altura me fizera entender, pelos vistos não!

Sim fui eu que escrevi isso, mas não compreendo, admito que também seja necessário explicar-me como se tivesse 5 anos, onde é que isso é ofensivo para si!

Agora partindo que o Victor toma como sendo dirigida a si Já deviamos estar habituados a uma certa retórica só para distrair e para passar o tempo, a que o certas pessoas nos foram habituando!

“Vocês sabem do que é que eu estou a falar”

Eu entendo que a retórica é uma capacidade argumentativa/discursiva, é isso uma ofensa?

Se não insultou toda a gente, pelo menos relativamente a mim teve comentários, que no meu entender, roçam o insulto! Aliás como lhe fui dizendo ao longo de toda a Thread!

Mas o importante da questão, em meu entender, é o TPM e o famigerada patente, e digo-lhe, sem conhecer os detalhes técnicos os conceitos são ambos para mim atentatório das liberdade.
Sim, não nos venha novamente com esse coisa do detalhe técnico, como sabe as implementações são aquilo que os fabricantes pretenderem que sejam(código fechado).
Antes de discutir o detalhe devemos discutir os conceitos, esses são, em meu entender, mais importantes que os detalhes ou especificações, não acha?
Por exemplo que interessa as especificações (detalhe, traçado, etc) de uma linha de Alta Velocidade se há partida acharmos que não necessitamos de AV? Acha que era um bom ou mau traçado que alterava a necessidade?

Não quero dizer com isto com isto que o resto deve ser desprezado, antes pelo contrário!

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Ora, a afirmação de Victor perante os receios dos restantes comentadores de que a Endorsement key poderia ser apagada de uma forma tão trivial não passa de mais uma mirabolante trapalhada.
Os comentários estão lá e é fácil perceber o contexto em que foram gerados.

Está enganado, os restantes comentadores achavam que a plataforma não era sequer possível desactivar, e o que eu disse foi demonstrar que havia diferentes estados e niveis de utilização e que era até possivel no limite invalidar a plataforma se quisesse, e nesse caso não existiria até chave nenhuma no sistema que eu como dono do mesmo não controlasse. Este foi o sentido das minhas palavras e não outro. O resto são assumpções suas e como lhe disse completamente erradas.

EK não é assim tão fácil como isso e a sua recuperação é deveras complicada.

A sua recuperação não é deveras complicada é irreversivel. Voltar a ter uma nova EK gerada passa pelo OEM e naturalmente tem custos.

É óbvio que a EK pode ser apagada mas tal apenas se pode concretizar se destruirmos toda a plataforma. Está lá na especificação e não me vou alongar muito neste ponto.

Não disse nada de novo, foi o que eu disse e quando o disse era para provar que é possível deixar de ter receio em relação ao chip se invalidarmos a plataforma, e nesse caso deixa de haver TPM.

O que disse também foi que isso nem sequer era necessário, porque os diferentes estados bem como as alterações incluidas na versão 1.2 mitigaram grande parte dos riscos de privacidade apontados inicialmente à plataforma.

Victor

Mas o que é notável e verifiquem agora do que o Victor é capaz, é que no comentário foi comida uma frase inteira que destrói completamente o seu argumento.
Reparem que faltam as linhas 4974 a 4975.
3 linhas para ser mais específico!
Por acaso a especificação que possuo (1.2 rev 103) não tem a mesma numeração mas isso pouco importa já que o texto se tem mantido inalterável desde a versão 1.1 mas atentem bem na parte que o Victor COMEU:
“However, any transaction that occurred prior to invoking this command will remain valid and trusted to the same extent they would be valid and trusted if the platform were physically destroyed.”

São necessários mais comentários!?

Quer-me parecer que sim já que o Victor nem confrontado com a própria mentira ainda não teve a honestidade de dizer a todos que esteve a inventar e a mentir acerca do seu fabuloso grau de conhecimento. Então aí vai:
Reparem bem que:
1. Tudo o que aconteceu anteriormente à “Rejeição da Confiança” mantém-se válido;
2. Da mesma forma que a plataforma tivesse sido destruída.

Perceberam agora a ideia da marretada ou da lata de gasolina?

Pois é.
O que o Victor omitiu deliberadamente é que se anteriormente a segurança e integridade da plataforma tiver sido quebrada, logo acesso incondicional aos valiosos dados, esse estado mantém-se e não há volta a dar.
Ou seja, todos os receios que os outros comentadores tinham acerca da probabilidade de terceiros “mandar” nesta plataforma tem aqui a mais perfeita confirmação que tem razão.
Pior, mesmo que se “apague” ou destrua a EK (= toda a plataforma) o mal está feito e ainda por cima fica residente!

Mas isso toda a gente já sabia e é precisamente esse o ponto de discórdia, para além da possível existência de uma “chave-mestra” ou, se preferirem, backdoor.

Victor, está lá tudo na verdadeira especificação.

Como está à vista de toda gente é inacreditável ao ponto que Victor chega.
Além de mentir e insultar também manuseia os textos de acordo com o lhe convém.
Mas isto já não vem de agora e quem ler o que vai espalhando pela net fora é fácil de detectar todo este manancial de manipulação da verdade.
Tem uma bela escola este Victor, sim senhor!

Bem diz o ditado – apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo!

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Antes de discutir o detalhe devemos discutir os conceitos, esses são, em meu entender, mais importantes que os detalhes ou especificações, não acha?

Jorge esses obviamente que foram discutidos, e hoje já vamos na versão 1.2 (TMP) precisamente porque se teve de resolver receios legitimos principalmente de privacidade.

Obviamente que condições de utilização absurdas até dou de barato que possa alguém sempre pensar, mas cabe-nos a nós como utilizadores/consumidores não aceitar.

Sim, não nos venha novamente com esse coisa do detalhe técnico, como sabe as implementações são aquilo que os fabricantes pretenderem que sejam(código fechado).

Como disse também anteriormente existem implementações de SL, não existe e nunca existiu nada que o impedisse…

Acha que era um bom ou mau traçado que alterava a necessidade?

O problema é que se para si essa não for uma prioridade ou necessidade pode ser para muitos outros…

Leu na patente a ideia de em modo ad-hoc poder existir modo voto de maioria em a maioria em determinado local pode decidir determinado tipo de estado? O principio parece-me engraçado, reparou também na capacidade de repor o estado que o dispositivo tinha assim que deixe o âmbito de determinado local com politicas comportamentais activadas? Em relação ao exemplo da velocidade como lhe disse o exemplo é absurdo, mas se em vez de alterar reportasse ao condutor o limite naquele local, já me parece interessante. Infelizmente o documento da patente não é um documento de referência e falta-lhe informação para que possamos ver respondidas todas as dúvidas que possamos ter sobre a mesma. O texto possui o detalhe considerado suficiente para que alguém fique com uma ideia de como funcionaria e por isso não pode responder a imensas dúvidas e questões.

As minhas tentativas aqui sempre foram no sentido de lhe demonstrar que no caso do TPM o utilizador continua no controlo do seu sistema, porque foram criados mecanismos para evitar essa perda de controlo. Mas nada como conhecer a tecnologia para que nos possamos sentir confortáveis com o que a mesma nos pode trazer, não fugir dela simplesmente porque não a conhecemos, mas com a informação necessária poder decidir se necessitamos dela ou não.

Victor

Por mim o assunto está encerrado.
O Victor pode usar a sua habitual técnica de inundar a caixa de comentários e ficar sempre com a última palavra, de acordo com o manual, que a mim tanto aquece como arrefece.
Já provei o que tinha a provar.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

“However, any transaction that occurred prior to invoking this command will remain valid and trusted to the same extent they would be valid and trusted if the platform were physically destroyed.”

oh Joca mas você lê o que eu escrevo? Ou escrevo sobre o que gostaria que eu tivesse escrito? (como já fez no seu blog)

O que eu escrevi não estava relacionado com uma plataforma comprometida, nunca afirmei tal coisa.

O que disse e reafirmei no comentário anterior que você ignorou como normalmente faz porque não o ajudava na construção do seu caso, foi isto:

Está enganado, os restantes comentadores achavam que a plataforma não era sequer possível desactivar, e o que eu disse foi demonstrar que havia diferentes estados e niveis de utilização e que era até possivel no limite invalidar a plataforma se quisesse, e nesse caso não existiria até chave nenhuma no sistema que eu como dono do mesmo não controlasse. Este foi o sentido das minhas palavras e não outro. O resto são assumpções suas e como lhe disse completamente erradas.

Estavamos a falar de sermos ou não sermos os donos do sistema e não querermos peças que não controlássemos, ninguém falou em sistemas comprometidos e dos receios que existiam a esse nivel.

Embora o processo fosse criado para a situação de sistemas comprometidos, não significa que não o possa utilizar para invalidar a plataforma, isto é que andou a estudar tanto e não percebeu.

Victor, está lá tudo na verdadeira especificação.

Como está à vista de toda gente é inacreditável ao ponto que Victor chega.

Além de mentir e insultar também manuseia os textos de acordo com o lhe convém.

Joca se você fosse intelectualmente honesto veria que a versão utilizada era a 1.2 revisão 94 e sim a especificação verdadeira.

Não são estas suas palhaçadas que nos vão convencer que alguma vez teve razão, já nos habituou às conclusões precipitadas e erradas, e a sua aprendizagem à pressa levam-no a dizer coisas que rapidamente revelam o pouco conhecimento que tem sobre os temas a cambalhota sobre o revoke trust foi apenas e mais um exemplo.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

However, any transaction that occurred prior to invoking this command will remain valid and trusted to the same extent they would be valid and trusted if the platform were physically destroyed.

Isso nem precisava estar na especificação, são principios básicos de criptografia. Você já devia estar especialista se utilizar distribuições baseadas em Debian.

Victor

Pedro Silva, em

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

Vou apenas abrir esta excepção apenas para clarificar um ponto:
“O que disse e reafirmei no comentário anterior que você ignorou como normalmente faz porque não o ajudava na construção do seu caso, foi isto:”

O meu comentário continha (continua) como de resto é fácil de ver porque está “gravado”.
Continuei a redigir até ter acabado pelo que nem sequer dei pelo seu comentário.
Só depois de ter submetido a 2ª parte é que visualizei os outros comentários que entretanto apareceram.
Eu não sou paranóico para andar constantemente a ver se alguém entretanto escreveu algo durante o período em que estou a escrever. Sigo o raciocínio e redijo na hora. Não o trago previamente escrito nem tenho uma equipa de jocaferro a meu lado para me ajudar.
Porém, parece-me que o Victor é um caso diferente e que consegue escrever ao mesmo tempo que lê os comentários dos outros!
Deve ter aí uma grande equipa, sim senhor!

Novamente o Victor, quando anda na crise do desespero, atira-se a tudo o que possa salvar da provada acusação de mentiroso, inventor e manipulador de textos e mais uma vez prova que que o seu ego é tão dilatado que até consegue dar uma de bruxo e adivinhar o que os outros fazem.
Não Victor, não desço ao seu nível. É você quem manipula os textos e não eu quem liga aos comentários.

Mas para ficar contente, posso-lhe dizer que não vou ligar patavina aos seus posteriores comentários.
E se não sabe porquê eu vou-lhe dizer:
- Porque você merece-o!

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Pedro,

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

Trabalho nesta industria à muitos anos, chamo-me Victor e não represento ninguém. Nada do que possa acrescentar a isto modifica as minhas palavras ou o seu sentido.

Quem conhece ou tem facilidade de acompanhar estes temas não vai necessitar de ajuda para perceber se sou sério ou não e se minto ou não.

Percebo que muita gente possa sentir-se confusa pelos joguinhos e histórias contadas pelos Jocas deste mundo, a quem nem sequer fica bem a imagem de dama ofendida.

Victor

Pedro Silva, em

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

O meu comentário continha (continua) como de resto é fácil de ver porque está “gravado”.
Continuei a redigir até ter acabado pelo que nem sequer dei pelo seu comentário.
Só depois de ter submetido a 2ª parte é que visualizei os outros comentários que entretanto apareceram.

Pois foi pena não o ter percebido logo à primeira quando fiz estas afirmações… e ter inventado este caso todo.

Não Victor, não desço ao seu nível. É você quem manipula os textos e não eu quem liga aos comentários.

LOL LOL Você é um caso perdido, mesmo depois de conhecer o sentido das minhas afirmações insiste na história da manipulação, só porque se tem de agarrar a algo para que justifique o filme em que se meteu… não se desculpe comigo você é que se mete nos buracos, já lhe disse mais de uma vez se não perceber pergunte, você prefer inferir mas com as premissas erradas… de facto acaba por ser mais divertido e você acaba por demonstrar sempre grande imaginação.

Victor

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Pedro,

Não acho que seja necessário nem relevante para as discussões alguém saber mais do que isto, e é também a minha opinião.

Victor

Pedro Silva, em

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

0

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Quem pergunta?

LOL LOL

Victor

Pedro Silva, em

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

1

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

O Pedro já parece um bot ;o)

LOL

Victor

Pedro Silva, em

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

2

Pedro Silva, em

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

3

Jorge, em

Victor, quando instado não comenta, podemos aplicar a máxima -Quem cala consente?

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Victor, quando instado não comenta, podemos aplicar a máxima -Quem cala consente?

É evidente que não, mas quer que comente o seu último comentário?

Responder à letra? alguma vez que disse que era infantil?

Não

alguma vez lhe disse que tinha manias?

É exagerado considerar isto um insulto, eu disse tem a mania, como poderia ter dito que o Jorge tem por hábito, o sentido era esse.

Alguma vez que lhe disse que os seus argumentos são ridículos?

Disse, considerou os meus argumentos “Ligeiramente” Surreais, o adverbio de modo foi certamente para suavizar o absurdo, como os caracterizou. Nos devidos contextos ambas as palavras possuem peso semelhante e têm de certa forma o mesmo objectivo.

Sim fui eu que escrevi isso, mas não compreendo, admito que também seja necessário explicar-me como se tivesse 5 anos, onde é que isso é ofensivo para si!

Não é ofensivo, não se percebe é o seu objectivo em tornar a conversa confusa, aliás não só confusa como com provocações constantes.

Agora partindo que o Victor toma como sendo dirigida a si Já deviamos estar habituados a uma certa retórica só para distrair e para passar o tempo, a que o certas pessoas nos foram habituando!

“Vocês sabem do que é que eu estou a falar”

Eu entendo que a retórica é uma capacidade argumentativa/discursiva, é isso uma ofensa?

Jorge, veja lá se não fez esta afirmação com um tom perjurativo, é que este seu parágrafo não enaltece a capacidade argumentativa/discursiva de quem quer que seja, muito pelo contrário.

Se não insultou toda a gente

Não tenho por hábito insultar quem quer que seja (mas se o fazem respondo no mesmo tom). Aliás como lhe demostrei fui insultado e ripostei. A verdade é que o Jorge foi sempre mais soft nas insinuações, mas não deixou de as fazer e de provocar, aliás eu estava finalmente calado e você, insistiu…

Pelo menos relativamente a mim teve comentários, que no meu entender, roçam o insulto! Aliás como lhe fui dizendo ao longo de toda a Thread!

Pois Jorge se o ofendi, peço-lhe desculpa, e de futuro não custa nada respeitar-me mais (mesmo que sejam insinuações ligeiras). Mas como lhe disse quem começou esta triste sequência nem sequer fui eu, mas outros que se queixam que os insultei…

LOL veja lá como as coisas são.

Victor

Pedro Silva, em

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

4

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

“Pedro” obrigado por me tentar ajudar, mas acredite que não estou preocupado com o facto do Rui, do Joca, do Jorge ou até mesmo do meu amigo, não me levarem a sério. Eu escrevo e respondo e acredite que não é por eles…

Mas ainda assim obrigado,

Victor

Pedro Silva, em

O Rui Seabra conhece-me. Já estive com ele em diversas ocasiões.

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

5

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

“Pedro”,

Bem você é mesmo credivel anda muito bem relacionado… LOL

Agora sim comecei eu a deixar de o levar a sério a si. Bem não foi bem agora, lá pelo seu terceiro comentário repetido, desliguei…

Victor

Pedro Silva, em

PRINCÍPIO BÁSICO “Victor”: só se você se identificar é que alguém pode levá-lo a sério.

6

Victor, você é anónimo, não é apenas porque coloca um pseudónimo e um email falso que deixa de ser anónimo, e os outros participantes do blog não costumam ter problema em deixar alguma identificação.

Um comentário anónimo, especialmente do género dos seus, tem qualidade semelhante à dos presentes que os cães de donos mal educados deixam pelos passeios de Lisboa.

Jorge, em

Victor,

De facto tenta subverter as coisas, mas basta estar atento.

Victor, lamentamos que já tenha passado o 10 de Junho, senão, iríamos propor uma candidatura sua para uma comenda da Presidência de República, na rubrica correcção e educação!

Continua a dizer-me quais são os meus objectivos, brilhante. A isso chamo eu juízo de intenção!

PS: Já fez o hoje o seu download do Firefox 3?

Jorge

Pedro Silva, em

De facto tenta subverter as coisas, mas basta estar atento.

Não Jorge, eu quando instado a responder, respondo e esclareço o sentido e o objectivo com que o fiz.

Em relação a si, e porque não entendo porque diz algumas coisas, dou-lhe a minha interpretação sobre o que disse (e não se queixe porque nunca deixa de ser claro que é a minha interpretação), e você resolve sistematicamente por nunca esclarecer ou responder, mas será que no seu caso posso considerar que nesses casos que quem cala consente?
Ou é apenas para que possa dizer que falo por si? Nesses casos é simples explique-se… como eu faço sempre, e quando não o faço, como você acaba sempre por querer explicações, acabo sempre por fazê-lo.

No entanto nunca se esqueça se for a comentar tudo sobre o que todos escrevem… por isso ainda posso de forma discricionária escolher sobre o que vale ou não a pena comentar e os critérios são os meus naturalmente.

Victor, lamentamos que já tenha passado o 10 de Junho, senão, iríamos propor uma candidatura sua para uma comenda da Presidência de República, na rubrica correcção e educação!

Vê como a provocação e a ironia estão-lhe no sangue, já percebi é mais forte do que você… e no entanto chateia-se quando os outros se chateiam e se borrifam para a sua boa educação. E no entanto insisto qual é mesmo o seu objectivo com este comportamento? Isto é a provocação constante, quer responder? E não me diga que é por admirar ou por à prova a minha capacidade argumentativa… porque também já disse que era surreal, em que ficamos? Qual é mesmo o objectivo?

Já fez o hoje o seu download do Firefox 3?

Já fiz já.

Victor

Jorge, em

Victor,

Em meu entender ironia, não é obrigatoriamente sinónimo de insulto, provocação, bom depende do nível de mesma, ou seja, pode ser insulto, nesta caso acho que não.

Mas posso explicar, pelos comentários do Victor não denoto que exista muita humildade ou realismo por isso brinquei com o assunto, só para tentar demonstrar ao Victor que eu/nós não estamos a ver passar comboios, embora, às vezes fique que a impressão que os comentários do Victor nos tomam por parvos. Ficou claro.

Não o sabia hematologista pois, pois, pelos visto consegui à distância analisar a minha massa do sangue! As coisas que o Victor vê em simples comentários. Os meus parabéns.

Agora vem de novo a questão dos assuntos por responder. Já várias vezes lhe lancei o repto, mas insisto, diga lá então o que ficou por responder que terei todo os gosto em fazer o esforço de me fazer entender.

Fico a aguardar.

Jorge

Victor, em

Astroturfer
Sou um Astroturfer

Em meu entender ironia, não é obrigatoriamente sinónimo de insulto, provocação, bom depende do nível de mesma, ou seja, pode ser insulto, nesta caso acho que não.

Nem eu disse que a ironia era insulto, mas que o Jorge tem sido provocatório disso não tenho dúvidas. E é pena porque o Jorge diz que tem um comportamento exemplar e depois faz essas gracinhas…

Mas posso explicar, pelos comentários do Victor não denoto que exista muita humildade ou realismo por isso brinquei com o assunto

É impressão sua, já que não me conhece. Agora deixe-me dizer-lhe se acha que da minha parte não existe muita humildade da sua/vossa também não, o padrão parece ser, tudo o que digo por principio é mentira… mas se reparar mesmo com o folclore todo do Joca afinal parece que tudo o que disse era verdade… veja lá como são as coisas.

Só para tentar demonstrar ao Victor que eu/nós não estamos a ver passar comboios, embora, às vezes fique que a impressão que os comentários do Victor nos tomam por parvos.

Diga-me você o que são ao insistirem nos erros e no final comprovar-se que eu não estava errado.

Mas às vezes também fico com a sensação de que devem considerar as pessoas tontas e capazes de aceitar qualquer opinião, aliás como começou este post em que tudo foi dito sobre a tecnologia e no final afinal já não é bem assim… enfim

Não o sabia hematologista pois, pois, pelos visto consegui à distância analisar a minha massa do sangue! As coisas que o Victor vê em simples comentários.

Eu não preciso analisar o seu sangue, basta ver a continuada insistência na provocação sem necessidade… e isso todos podem ver.

Agora vem de novo a questão dos assuntos por responder. Já várias vezes lhe lancei o repto, mas insisto, diga lá então o que ficou por responder que terei todo os gosto em fazer o esforço de me fazer entender.

Jorge basta ir por aqui acima, e eu já não tenho paxorra… nem o reconhecimento de que não fui eu a começar os insultos foi capaz de fazer…

Victor

eu já não tenho paxorra…

Já disse que ganhaste o prémio cara de pau de 2008.

Poupa-te para 2009!

Jorge, em

Victor,

Este é o meu ultimo comentários acerca de este assunto, de facto esta nossa conversa está a ficar fastidiosa, pelo menos para mim!

Tenho a impressão que se o Victor dissesse que o mundo é geocêntrico o lhe provassem que não é bem assim, ira continua com o argumento “ Diga-me você o que são ao insistirem nos erros e no final comprovar-se que eu não estava errado.

Mas às vezes também fico com a sensação de que devem considerar as pessoas tontas e capazes de aceitar qualquer opinião, aliás como começou este post em que tudo foi dito sobre a tecnologia e no final afinal já não é bem assim… enfim .
Olhe que curioso! Consegue ver um argueiro nos olhos dos outros, contudo não vê trancas nos seus!

Jorge basta ir por aqui acima, e eu já não tenho paxorra… nem o reconhecimento de que não fui eu a começar os insultos foi capaz de fazer….
Pois, já disse isso no início da thread no fim continua a dizer o mesmo ;-) Concretize é mais fácil eu perceber do que fala, assim em abstracto é fácil, contudo pouco ubérrimo ;-)

“Nem eu disse que a ironia era insulto, mas que o Jorge tem sido provocatório disso não tenho dúvidas. E é pena porque o Jorge diz que tem um comportamento exemplar e depois faz essas gracinhas…”

Gracinhas? Comportamento exemplar? Quando e onde disse isso? Sabe uma coisa, julgo que me conheço menos mal, alias, já lá vão longas décadas de convivência comigo próprio e, não tenho assim tão boa opinião de mim….

Provocatório? No bom ou no mau sentido?

Mentira? por se defenderem opiniões/visões diferentes não tem, obrigatoriamente que se mentir!

Não me parece que valha a pena voltar a esta conversa circular.

PS. Já gora deixe-nos a sua opinião acerca do FF3!

Jorge