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O ACTA É UMA AMEAÇA AOS DIREITOS FUNDAMENTAIS E AO ACESSO AO CONHECIMENTO
Este Anti-Counterfeiting Trade Agreement, negociado em segredo, iria:
  • transformar os ISPs numa polícia private do copyright.

  • impor penas duras e injustas sobre utilizadores e consumidores.

  • dificultar o acesso a medicamentos e conhecimento essencial nos países pobres.

  • inibir a inovação.

  • estabelecer novos processos legislativos anti-democráticos que contornam os parlamentos.

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Primeiro dia como CEO em PT na MSFT

Publicado em 31 de Março, 2007, por Rui Seabra

CEO mas não é de Chief Executive Officer. Sim, fui contratado para Chief Evangelist Officer da Microsoft Portugal. Esta coisa do Software Livre, na realidade, não passa de uma moda passageira. Não há portáteis com Linux para crianças, o que está a dar é o Windows Vista e os utilizadores não poderiam ser melhor representados que com a EULA do Windows. Cada utilizador tem direito a comprar uma única e exclusiva cópia do código fonte (não há código mais puro e livre que sequências de 1′s e 0′s) do Windows. Exorto a todos que instalem o Windows Vista, e se deleitem com os seus efeitos especiais, bem como a maravilha da sua segurança. Sim, a famosa e insuperável segurança do Windows continua a encontrar-se no topo da lista perante todos os outros sistemas operativos.

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3º Rascunho da GNU GPL v3

Publicado em 28 de Março, 2007, por Rui Seabra

Por volta das 16h de hoje, foi publicado o terceiro rascunho da terceira versão da GNU GPL. Este processo de revisão da mais popular das licenças de foi formalmente iniciado em Janeiro do ano passado com o objectivo de actualizar a licença por forma a garantir que os utilizadores continuam a estar livres para utilizar, estudar, modificar e distribuir software, apesar de novos métodos de restrição não previstos pelo texto actual, em particular o DRM (Digital Restrictions Management), e da evolução das leis de direito de autor, ao longo dos seus 15 anos de vida (desde a segunda versão).

O desenvolvimento da nova versão da GNU é colaborativo. No site http://gplv3.fsf.org/ foi montado um sistema interactivo de comentários no qual têm participado imensos utilizadores, programadores, membros da comunidade jurídica, e todos aqueles que se registaram e participaram. Para além do sistema de comentários, têm decorrido conferências internacionais e locais sobre a GNU GPL versão 3 abertas ao público, culminando em duas versões após a original, a mais recente hoje publicada, com as habituais explicações das alterações.

Apesar de em princípio ser o último rascunho, ainda é possível comentar sobre o texto do rascunho durante mais uns meses, logo nada melhor que exprimir as opiniões sobre a redacção da futura licença de uma forma produtiva, quer se goste por inteiro ou apenas de algumas secções, o resultado final depende da colaboração de todos.

As medidas contra o , ou medidas tecnológicas similares, têm causado alguma polémica, mas sobretudo derivada de falta de informação, bem como alguma distorção da mesma. Bruce Perens esclarece: «A GPL3 não proíbe o DRM, nem exige que seja inseguro ou não confiável. O que exige é que o DRM não não quebre o software licenciado sob a GPL, ou que o feche a sete chaves, e tem de continuar a ser capaz de tocar conteúdos multimédia apesar do software ter sido modificado.»

Apesar de estar prevista para finais do ano passado ou início de 2007, uma nova forma de restringir os direitos dos utilizadores veio à luz com o acordo Microsoft-Novell, onde a Microsoft promete não atacar programadores contractados pela Novell ou utilizadores da sua distribuição de GNU/Linux, o “Suse Enterprise Linux”, pelo que encontrando-se em processo de revisão, seria oportuno incluir na GNU GPL provisões que impedissem este tipo de acordos prejudiciais à comunidade, atrasando a sua publicação.

Este acordo implicitamente significa que os programadores que não forem empregados pela Novell, bem como os utilizadores de outras distribuições de GNU/Linux, especialmente em contextos comerciais, encontrar-se-iam numa posição de vulnerabilidade perante a máquina legal da Microsoft, que tornaria pouco relevantes os direitos definidos nos princípios do Software Livre e concretizados na carta de direitos do utilizador de software que a GNU GPL se tornou.

A GPL no tempo
1983 Início do Projecto GNU
1985 a FSF é fundada como chapéu legal do Projecto GNU
1988 Primeira “beta” da GNU GPL
1989 Publicação da GNU GPL versão 1
1991 Publicação da GNU GPL versão 2 (actual)
Janeiro de 2006 Publicação do primeiro rascunho da GNU GPL versão 3, contendo os principais objectivos de actualização: internacionalização, patentes, DRM
Julho de 2006 Publicação do segundo rascunho da GNU GPL versão 3, incluindo o resultado de imensas sugestões
28 de Março de 2007 Terceiro rascunho da GNU GPL v3, incluindo o resultado de mais sugestões, acrescenta provisões para impedir abusos similares ao acordo Microsoft-Novell
2007 Publicação da GNU GPL v3

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V ENTA

Publicado em 26 de Março, 2007, por Rui Seabra

O encontro de organizado pela Sybase, Caixa Mágica e Adetti volta a realizar-se este ano em 19 de Abril de 2007 no Auditório do Fórum tecnológico da Lispólis (em Lisboa).

Este ano anúnciam contar com as presenças de Florian Schießl, Director de Informática do Munich Council, Dan Kohn, Chief Operating Officer da Linux Foundation, Zeev Suraski, Co-Fundador e CTO da Zend Technologies e Criador do PHP, Clint Oram, Co-Fundador e e Director da SugarCRM, Sérgio Amadeu, que vai integrar o debate e apresentar a sua visão sobre o futuro das Tecnologias Livres. Descreve-se como militante do Software Livre, e fez parte do governo de Lula da Silva como responsável pela implementação do Software Livre no Brasil.

Serão ainda relatados alguns casos de sucesso de implementações em Portugal e no Estrangeiro: UZO, SAPO, ICEP, Ministério da Justiça, Gás Natural de Espanha e Banco Internacional.

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Não quer Vista nem Works? São menos 77.54€…

Publicado em 26 de Março, 2007, por Rui Seabra

Para quem (como eu) não quer utilizar o Microsoft Windows Vista nem o Microsoft Works, mas está a pensar em comprar um portátil novo, Dell pode ser uma boa opção dado que aparentemente estão a começar a não colocar obstáculos no processo de devolução.

Foi pelo menos o que aconteceu a um Suíço de cognome mad, que relata a sua curtíssima aventura (nada mais que um par de emails mais os agradecimentos), em alemão e em inglês.

Mad conta que se preparava para fotografar a rejeição da licença, mas um pequeno percalço (falhou o arranque por CD quando foi testar o suporte ao portátil da parte do Ubuntu) levou a que lhe aparecesse o processo de auto-instalação do Vista sem ter a câmera à mão, e desligou abruptamente o portátil.

Mais tarde, já com a câmera pronta a apanhar os detalhes importantes, descobriu que o auto-instalador que vinha no portátil não achou piada nenhuma a ter sido desligado tão subitamente e deixou de funcionar por completo.

Decide então simplesmente formatar o portátil, instalar o Ubuntu e por fim contactar a Dell através do seu suporte on-line para tentar a sua sorte. Sem colocar entraves, aceitaram a devolução do Vista, e posteriormente do Works também (que Mad não sabia se era ou não pago no primeiro contacto).

O resultado final foram menos 77.54€ no portátil, o que é um bom dinheiro que se poupa, provavelmente para reinvestir em mais memória :)

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Petição a Steve Jobs contra o DRM

Publicado em 15 de Março, 2007, por Rui Seabra

Steve Jester JobsEsta campanha contra o DRM da iniciativa Defective by Design termina no dia 1 de Abril, onde teremos oportunidade de perceber se Steve Jobs não irá subitamente saír de uma caixa dizendo “Aha! Primeiro de Abril!“.

É muito fácil apoiar a campanha, pois basta subscrever a carta aberta que apela ao Steve Jobs para que tome algumas medidas concretas contra o DRM, inspiradas no seu artigo Thoughts on Music. Como exemplo cito dois factos mencionados no artigo, quando pergunta Porque iriam as editar apoiar música sem ?:

  1. A resposta mais simples é porque o DRM nunca funcionou, e poderá nunca funcionar, para impedir a cópia ilegal
  2. Embora as 4 maiores editoras exijam que a sua música on-line seja restringida com DRM, estas mesmas companhias vendem milhares de milhões de CD’s todos os anos, sem qualquer espécie de DRM

Assim sendo, vendendo o seu vasto catálogo sem qualquer DRM pelo mundo fora, que sentido é que faz forçarem o DRM?

A resposta é evidente: desejam o modelo do pay per view pois ganham muito mais dinheiro à nossa custa dessa forma do que se continuarem a seguir um modelo onde nos respeitem minimamente.

Porque não dedicarem-se à pirataria? Aposto que há por aí vagas para uns Long John Silver‘s…

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Sondagem da Dell: boa ideia, mas cuidado ao responder!

Publicado em 14 de Março, 2007, por Rui Seabra

No artigo anterior falei sobre o site “Idea Storm” da Dell, onde estavam a ganhar popularidade propostas para a Dell incluir (distribuições de GNU/Linux, OpenOffice.org, etc…) nos computadores deles.
Agora a Dell está com uma sondagem no ar que, embora na minha opinião não esteja lá muito bem pensado, é interessante responder. Contudo há-que ter cuidado com algumas perguntas. Duas em particular mereceram a minha atenção, e as respostas que dei foram as seguintes:

Que linguagens devem suportar?
Other: Don’t bother, GNU/Linux distributions have better coverage of languages than Windows.
Que distribuições devem suportar?
Other: If you release all drivers as Free Software under a license compatible with GNU version 2 or later, then all distributions will be able to work like a charm.

A segunda pergunta em particular pode ser muito perigosa, pois é facílimo traduzi-la para Para que distribuições devemos fazer drivers proprietários? Com uma resposta na mesma linha da minha, poderemos talvez influenciar a Dell a publicar drivers, ou a levar os fabricantes dos componentes que inclui nos seus computadores a libertar drivers ou mesmo publicar especificações.

Tendo em conta os drivers Vista Certified, isto toma uma relevância algo maior.

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