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  • impor penas duras e injustas sobre utilizadores e consumidores.

  • dificultar o acesso a medicamentos e conhecimento essencial nos países pobres.

  • inibir a inovação.

  • estabelecer novos processos legislativos anti-democráticos que contornam os parlamentos.

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Press Release: A propósito do Document Freedom Day que hoje se celebra

Publicado em 28 de Março, 2012, por marado

Lisboa, 28 de Março de 2012: Neste dia em que se comemora o “” a ANSOL – Associação Nacional para o Software Livre, enviou a mensagem abaixo transcrita ao Presidente da República, à Presidente da Assembleia da República, ao Primeiro-Ministro e a todos os Ministros do Governo Português.

A mensagem, que explica a razão do existência de um “Document Freedom Day”, apela à publicação do Regulamento Nacional de Interoperabilidade, previsto na Lei n.º 36/2011 de 21 de Junho, que “Estabelece a adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado”, e à adoção das normas abertas por todos orgãos do estado. A mensagem foi acompanhada de um documento com testemunhos sobre o “Document Freedom Day”, escrito em formato standard – Open Document Format.

CONTACTOS

ANSOL contacto@ansol.org – http://ansol.org/contacto

Rui Seabra rms@ansol.org – Presidente da Direção, Tel. 93 32-55-619

SOBRE A ANSOL

A Associação Nacional para o Software Livre é uma associação portuguesa sem fins lucrativos que tem como fim a divulgação, promoção, desenvolvimento, investigação e estudo da Informática Livre e das suas repercussões sociais, políticas, filosóficas, culturais, técnicas e científicas.

————————————————————————————————————————-

Celebra-se hoje o Dia dos Documentos Livres – “Document Freedom Day”. Porquê este dia?

Imagine que existia um fabricante único de papel, e que para ler ou editar qualquer livro tivesse de pagar uma taxa a esse fabricante único.

Imagine que para ler qualquer livro precisava de uns óculos especiais, que só esse fabricante único fornecia. E que para escrever qualquer livro necessitava de uns lápis especiais que também apenas o mesmo fabricante fornecia.

Pois bem, essa tem sido até há pouco a situação de facto existente no mundo digital. Todos os documentos digitais editáveis tinham um formato propriedade de uma única empresa, que fornecia o único software capaz de os escrever, ler e alterar.

Ainda é esta a situação existente na maioria dos documentos produzidos e lidos actualmente.

Felizmente, existem normas para os tamanhos e tipos de papéis e lápis, como para a televisão, os DVD e outros meios de disseminação de cultura, que permitem que múltiplos fornecedores concorram entre si para oferecer o melhor preço e qualidade aos consumidores.

Também para os documentos digitais existem duas normas internacionais, o PDF (Portable Document Format – ISO 19005-1:2005) para documentos para arquivo, e o ODF (Open Document Format – ISO/IEC 26300:2006) para documentos editáveis.

Esperamos que esteja para breve a publicação do Regulamento Nacional de Interoperabilidade, previsto na Lei n.º 36/2011 de 21 de Junho, que “Estabelece a adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado”. Esperamos que estas duas normas aí estejam contempladas, e que o Estado português se junte ao estado holandês, ao estado dinamarquês, ao estado belga, ao estado norueguês e a muitos outros na sua adoção.

Para que os cidadãos sejam livres de contactar com o seu presidente, o seu parlamento, o seu governo, a sua , com os documentos digitais escritos com qualquer software, de qualquer origem. E que não necessitem de adquirir qualquer software específico para que o seu presidente, o seu parlamento, o seu governo,a sua contactem com eles, e lhe dêem testemunho das suas ações.

Juntamos um conjunto de testemunhos sobre a importância desde “Document Freedom Day” escrito, obviamente, no formato ODF – Open Document Format.

Boa leitura!

ANSOL – Associação Nacional para o Software Livre

————————————————————————————————————————-

Nota: o documento enviado em anexo ao e-mail pode ser obtido aqui.

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Categoria: Software Livre | 1 comentário »

Celebra connosco o Document Freedom Day!

Publicado em 27 de Março, 2012, por marado

logo DFD 2012

O 2012, celebração anual da Liberdade Documental, já começou, um pouco por todo o mundo. Oficialmente a 28 de Março, o é mais uma vez festejado um pouco por todo o mundo, e a animação vai ser mesmo muita.

O primeiro evento acontece em Jakarta às 9:00 (2:00 em Lisboa), e algumas horas depois começa o primeiro dos vários em Alemanha, às 7:00 (5:00 em Lisboa). E podia continuar por aí, e descrever o horário dos 48 eventos espalhados por 21 diferentes países, onde se vão reunir pessoas para festejar, informar e debater, entre palestras, workshops ou festas que iráo colorir este dia.

Mas afinal de que se trata isto? Cidadãos de países por todo o mundo vão celebrar a liberdade de usar Standards Abertos, e os benifícios que eles trazem. Como diz o Vice-Presidente da ANSOL,

Formatos Abertos e Liberdade Documental são conceitos não apenas essenciais, mas cuja importância é cada vez mais visível com o passar do tempo. Desde documentos oficiais e websites governamentais até arquivos científicos e registos médicos, os cidadãos na era digital lidam – ou tentam lidar – com documentos digitais todos os dias. É crucial não apenas garantir que eles conseguem fazê-lo facilmente, sem obstáculos, mas também prevenir-mo-nos contra um futuro negro, providenciando os meios necessários para arquivo de toda essa informação.

Para promover os Standards Abertos foi criado o Document Freedom Day, um evento anual celebrado um pouco por todo o mundo. Também a ANSOL (parceira do evento) o celebra todos os anos, e 2012 não será excepção.

Vai haver um jantar de celebração do 2012 e todos estão convidados a aparecer! O jantar vai ser no dia 28 (quarta-feira) às 20:00, no restaurante “La Rúcula”:

La Rúcula - Ristaurante Italiano
Rossio dos Olivais
Parque das Nações
1990-231 Lisboa

Não é obrigatório avisar previamente, mas dá-se preferência a que o façam para que possamos mais facilmente tratar da logística necessária. Para confirmar a sua presença, envie um e-mail a Marcos Marado.

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Categoria: ANSOL, Apelo, Notícia, Software Livre | 1 comentário »
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#pl118 retirado, mas voltará à ribalta

Publicado em 22 de Março, 2012, por Rui Seabra

Lisboa, 23 de Março de 2012: A Associação Nacional para o Software Livre congratula a comunidade cívica portuguesa que se uniu contra o projeto de lei 118/XII da Cópia Privada, proposto pelo PS em nome das entidades de gestão coletiva de direitos, mas alerta para a promessa do PS de voltar a apresenta-lo com ligeiras modificações.

Retirar, alterar e voltar a apresentar“, disse Carlos Zorrinho, presidente do grupo parlamentar do Partido Socialista quando interpelado por uma cibernauta que lhe pediu esclarecimentos via Twitter e que faz um resumo da situação atual no seu blog.

A ANSOL lida com a temática do Direito de Autor desde a sua formação em 2001, altura em que começou a acompanhar a Diretiva Europeia do Direito de Autor na Sociedade de Informação, e tem tentado evitar este desastroso projeto desde que em 2009 teve conhecimento pelos jornais da formação de um grupo para trabalhar este tema no Ministério da Cultura.

Foram mais de 8300 bravos cidadãos de todo o espectro político que juntaram a sua voz contra este abusivo projeto de lei, apesar das acusações lançadas pelos reais autores do projeto de lei de que se tratava de uma conspiração anti-PS, da extrema direita, e contra os autores“, diz Rui Seabra, presidente da direção da ANSOL, “mas como se sabe o projeto contou com a oposição de todos os partidos, à esquerda e à direita do PS, que, ao contrário deste que foi forçado a tal, optaram por ouvir o que tinham a dizer vários representantes de segmentos da sociedade civil que até à altura eram colocados de parte“.

A ANSOL foi convidada a apresentar a sua opinião pelo CDS, BE e PCP, por esta ordem, junto com a Creative Commons Portugal e a Associação Ensino Livre “Os nossos agradecimentos aos deputados Michel Seufert, Catarina Martins e Miguel Tiago por terem dado voz a quem até à altura estava a ser calado, para que apenas se ouvisse o lado de quem seria beneficiado pelo projeto de lei.” acrescenta Rui Seabra.

A ANSOL, tendo em conta a intenção do PS de resubmeter o projeto de lei, espera que desta vez o partido tenha em consideração a sociedade civil e a sua oposição ao projeto.

Pelo contrário, o # era injusto. Apenas beneficiava umas entidades que estiveram envolvidas na criação do mesmo e prejudicava a maioria dos autores portugueses e todos os cidadãos privados e coletivos. Ainda bem que foi retirado, é um alívio“, conclui Rui Seabra.

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Categoria: ANSOL | 2 comentários »
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PRESS RELEASE ANSOL: Ministério da Saúde devia utilizar mais Software Livre

Publicado em 10 de Janeiro, 2012, por Rui Seabra

Lisboa, 10 de Janeiro de 2012: A Associação a nacional para o Software Livre recomenda ao Ministério da Saúde maior utilização de Software Livre, e em particular dar mais atenção a projetos como Debian Med, como forma de evitar desperdiçar milhões de euros em licenciamento Microsoft.

“Os exemplos sucedem-se uns atrás dos outros, e a notícia recente de que o Ministério da Saúde deve milhões à Microsoft não chega como nenhuma surpresa face às dificuldades que têm em pagar medicamentos”, diz Rui Seabra, presidente da Direção da ANSOL, acrescentando ainda que “Se utilizarem Software Livre reduzem dramaticamente a despesa em licenciamento de software podendo deslocar esses recursos financeiros para aquilo que mais importa: a devida assistência média.”

Da página do projeto, Debian Med é um projeto da distribuição comunitária GNU/Linux orientado a dar apoio à contendo pacotes de software livre relacionados com a prática, investigação pré-clínica e ciências da vida, sobretudo na prática médica, imagiologia e bioinformática.

A utilização de Software Livre permite ainda substituir trivialmente a maioria dos postos de trabalho de funcionários hospitalares devido à facilidade de utilização das distribuições modernas de GNU/Linux, sobretudo em ambientes onde existem equipas informáticas para gerir os sistemas e prestar suporte e manutenção como é o caso normal em entidades coletivas.

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Rui Seabra rms@ansol.org – Presidente da Direção, Tel. 93 32-55-619

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Categoria: Software Livre | 3 comentários »
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Chumbem a Proposta de Lei da Cópia Privada!

Publicado em 3 de Janeiro, 2012, por Rui Seabra

ANSOL apela a Grupos Parlamentares o chumbo da Proposta de Lei para a Cópia Privada

Lisboa, 3 de Janeiro de 2012 – É discutida amanhã uma Proposta de Lei do Grupo Parlamentar do Partido Socialista no sentido de estender a taxação para a Cópia Privada e criar mais restrições no âmbito do Direito Autoral. A ANSOL, que trabalha nesta matéria há vários anos, inclusive a nível Europeu, sente-se, hoje, obrigada a apelar aos Deputados da Assembleia da República para que chumbem esta Proposta de Lei.

Ao contrário do que a Deputada Gabriela Canavilhas refere à comunicação social nem todas as associações representantes de autores foram ouvidas, em particular a Associação Nacional para o Software Livre, apesar do compromisso público desta mesma Deputada, enquanto Ministra da Cultura, no passado mês de Maio em ouvir a nossa análise à Proposta de Lei“, diz o Presidente da Direção, Rui Seabra.

A ANSOL critica vários aspetos da apresentação desta PL, onde segundo a sua carta aos Grupos Parlamentares “esta Proposta de Lei foi elaborada tomando em consideração apenas um dos três tipos de partes interessadas nesta questão, segundo análise feita pela Comissão Europeia“. Acrescenta ainda “existir atualmente um calendário a nível Europeu, que se inicia já no início do ano com a negociação entre várias partes interessadas, e que tem como data informal de término durante o Verão de 2012, para debater exatamente este tema, com o objetivo de delinear uma diretiva e homogeneizar as medidas relativas à Cópia Privada no espaço Europeu“.

Segundo esta Associação, a Proposta de Lei apresentada pelo Partido Socialista não entra em consideração com as várias posições conhecidas, nem com todos os estudos e debates que existem sobre o assunto, nem tão pouco se faz acompanhar de um estudo e análise das repercussões da implementação de tal Proposta de Lei, acrescentando que “este tema não tem sido estudado e debatido junto da sociedade civil e em âmbito alargado“.

Segundo Marcos Marado, Vice-Presidente da Direção da ANSOL, “a aprovação desta Proposta de Lei iria criar danos irremediáveis ao tecido cultural Português“. A ANSOL, que se tem mostrado ativa na discussão deste tema a nível Europeu, reagiu fortemente contra esta Proposta de Lei quando ela foi apresentada pela então Ministra da Cultura Gabriela Canavilhas nas instalações da Sociedade Portuguesa de Autores. Segundo o dirigente da ANSOL, “em todos os aspectos em que esta Proposta de Lei toca no Código dos e Direitos Conexos, muda as coisas para pior“, e dá exemplos: “pegando na tabela da Proposta de Lei e em preços atualmente praticados no mercado, vemos artigos a aumentar o seu preço em mais de 300%“,  explicando que este é um exemplo que explica o porquê dos fabricantes de hardware estarem a ser ouvidos sobre este mesmo tema a nível Europeu.

A proposta de lei contém ainda provisões que permitem às entidades coletoras cobrar taxas sobre obras licenciadas publicamente com licenças copyleft, coisa que antes estavam proibidas uma vez que isso contrariava os desejos dos autores das obras assim licenciadas.

Rui Seabra afirma que “esta proposta de lei que o PS propõe em nome da SPA e amigos: extorquir, [...] o dinheiro que não conseguem
atualmente

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Marcos Marado marcos.marado@ansol.org – Vice-Presidente da Direção, Tel.
93 101-355-48

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Categoria: ANSOL, Software Livre | 3 comentários »
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Reclamação contra concursos públicos ilegais

Publicado em 26 de Dezembro, 2011, por Rui Seabra

– Reclamação contra concursos públicos ilegais

Lisboa, 26 de Dezembro de 2011: A Associação a nacional para o Software Livre reclamou ao Provedor de Justiça contra concursos públicos ilegais lançados pela Universidade de Coimbra e pelo Banco de Portugal envolvendo cerca de 3 milhões de Euros.

As leis [nacionais e Europeias] são claras na proibição e especificação de produtos mas as entidades públicas continuam a violar descaradamente o Artigo 49° do Código dos Contratos Públicos[1]“, diz Rui Seabra, presidente da Direção da ANSOL, “mas ao exigir determinados softwares beneficiam automaticamente as denominadas empresas monopolistas e excluem qualquer hipótese de concorrência economicamente mais racional feita com Software Livre.

Segundo os anúncios dos concursos, a Universidade de Coimbra, procura licenciar software Microsoft para a UC com preço base de 133 mil Euros[2], e o Banco de Portugal procura o mesmo mas com preço base de 2.9 milhões de Euros[3].

“Três milhões de Euros pode parecer uma migalha quando comparado com uma autoestrada, mas quando falamos deste género de software, que pode facilmente ser substituído por Software Livre que faz o mesmo mas de forma diferente, ambas as despesas são de uma exorbitância dificilmente justificável em tempos normais e inaceitáveis sob crise do financiamento público”, conclui Rui Seabra.

LINKS

  1. Código dos Contratos Públicos http://dre.pt/pdf1s/2008/01/02000/0075300852.pdf
  2. Concurso da Universidade de Coimbra http://dre.pt/sug/2s/cp/gettxt.asp?s=udr&iddip=405339645
  3. Concurso do Banco de Portugal http://dre.pt/sug/2s/cp/gettxt.asp?s=udr&iddip=405445203
  4. URL permanente do press release http://listas.ansol.org/pipermail/ansol-imprensa/2011-December/000090.html

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Categoria: ANSOL, Notícia | 5 comentários »
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Encontro Técnico Porto Linux de Dezembro

Publicado em 15 de Dezembro, 2011, por Rui Seabra

Será nas instalações da Xarevison e começa pelas 15h30.

Definidas e confirmadas para já as seguintes apresentações:

- Coisas que tenho estado a fazer com jQuery ,por Manuel Silva

– Apresentação da xarevision, o que fazem e o que fazem com Linux. Como migraram os serviços/produtos para Linux . – Eclipse Mylyn ( falta confirmar)

Mais informação: http://www.portolinux.org/doku.php?id=encontrostecnicos:dezembro11

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Categoria: Software Livre | Ainda sem comentários »
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Software e o seu peso nas Despesas Públicas

Publicado em 26 de Novembro, 2011, por marado

Nos últimos dias temos recebido algumas notícias que são, no mínimo, preocupantes.

Numa altura em que a conjuntura económica tem levado os decisores políticos em Portugal referirem a necessidade de haver contenção nas despesas, há três temas em particular que merecem ser aqui destacados:

Proposta do PCP que estima poupanças de 50 M€ chumbada

Como noticiado pela ANSOL no passado dia 22, “o Orçamento de Estado de 2012, aprovado na generalidade, prevê o gasto de 101.716.447€ em Software Informático, 48.347.469€ para Serviços e Fundos Autónomos, e 52.269.008€ para Serviços Integrados. A ANSOL defende a obrigatoriedade em usar Software Livre, sempre que possível, como restrição para o uso deste valor, prevendo que tal medida faria reduzir substancialmente o valor efectivamento usado nestas rúbricas”. O PCP tinha apresentado no dia anterior uma “proposta de alteração nesse sentido, a qual a ANSOL subscreve.” Uma proposta semelhante já tinha sido apresentada aquando da discussão na especialidade do Orçamento de Estado de 2011, e rejeitada.

E um ano depois?

CDS-PP, PS, PSD mudaram o seu sentido de voto. Comentários a esta notícia têm dito, simplesmente que “já o governo anterior tinha recusado”. Curiosamente, “já o governo anterior tinha recusado” não significa o que parece (que tudo está na mesma) mas exactamente o oposto: No ano anterior a proposta teve o voto favorável do CDS-PP, a abstenção do PSD (7 meses depois de ter defendido esta mesma proposta, acompanhada de um estudo defendendo que as medidas “permitiriam uma poupança de 40 milhões de euros já em 2010″) e o voto contra do PS. Doze meses depois, o único que mudou de relevante para a proposta foram os valores e a conjuntura económica: Portugal está hoje ainda mais apertado de dinheiro que estava no ano passado. O que mudou, não-relevante para o conteúdo da proposta, foi quem é “governo” e quem é “oposição”. O resultado da votação em 2011? Voto contra do CDS-PP (que 12 meses antes achava a proposta uma boa ideia), voto contra do PSD (que 12 meses antes não tinha opinião sobre a matéria, mas 18 meses antes era favorável à mesma), e abstenção do PS (quem, 12 meses antes, era contra).

Não temos fontes oficiais quanto às razões para o voto de cada uma das bancadas parlamentares, mas segundo a Casa dos Bits, “os opositores a esta mudança argumentam que a alteração para o software livre obrigaria a uma transição difícil, quer ao nível das plataformas, quer mesmo dos utilizadores. Também é frequentemente apontado como argumento o facto do software livre imputar um conjunto de custos de utilização, nomeadamente ao nível do suporte, que as estimativas de migração não contemplam. Ou mesmo questões de segurança.”

Ficamos sem saber quem esgrimiu estes argumentos: se o CDS-PP, que ainda há doze meses não nenhum destes obstáculos, se o PSD, que no ano passado esgrimiu argumentos opostos. O que sabemos é que, ao contrário dos argumentos a favor desta proposta, os argumentos aqui apresentados (incluindo a afirmação de que as estimativas de migração não contemplam os custos de suporte, ou que existem questões de segurança relacionadas com o uso de Software Livre) carecem de justificação ou de qualquer tipo de estudos que os suportem.

Proposta do PS foi também chumbada

Aparece quase como uma nota de rodapé na comunicação social, mas o caso merece destaque. o PS apresentou também uma Proposta de Alteração ao Orçamento de Estado de 2012, também esta recusada (com os votos a favor do BE, CDU e PS, contra de CDS-PP e PSD). Esta proposta defende que os contratos de licenciamento de Software devem ser concentrados, com vista economia de escala, e que sempre que se opte por Software Proprietário a contratação deva ser explicitamente fundamentada. Se não se compreende o voto contra do CDS-PP, o voto do PSD é, além de incompreensível, caricato: não só eram exactamente estes dois pontos os utilizados pelo partido no ano passado como uma alternativa (caso a proposta referida no ponto anterior deste artigo não fosse aprovada) que deveria ser aprovada e que levaria, ainda em 2010, a “uma poupança de 40 milhões de euros”, como durante esta votação a posição do PSD ainda não era clara: de tal forma que, segundo o noticiado pela Agência Financeira, a proposta “acabou por ser chumbada, depois de o PSD ter inadvertidamente votado favoravelmente [...] pediram uma segunda votação, na qual a proposta foi chumbada”.

Ficamos, mais uma vez, sem saber quais os motivos para tão súbita mudança de opinião…

Universidade de Coimbra lança ilegal

Como muito bem notado num artigo de opinião, a Universidade de Coimbra lançou um concurso público para a aquisição de licenciamento de um “cabaz de software” da Microsoft. Relembramos que, segundo o artigo 49º do Código das Compras Pública, “É proibida a fixação de especificações técnicas que façam referência a um fabricante ou uma proveniência determinados, a um processo específico de fabrico, a marcas, patentes ou modelos e a uma dada origem ou produção, que tenha por efeito favorecer ou eliminar determinadas entidades ou determinados bens”. Comenta Paulo Vilela, o autor do artigo em questão, que este é “um caso típico – e ainda muito comum – da inércia existente numa zona de conforto. Todos nós sabemos que é mais fácil continuar o caminho em que estamos do que procurar novos rumos. É humano. Mas não estamos em tempos fáceis. Estamos em tempos em que temos de ponderar e repensar as nossas opções.”

A direcção da ANSOL já fez chegar as suas questões e preocupações ao Reitor da Universidade de Coimbra (Autor do Anúncio e Órgão de Recurso Administrativo para o referido concurso público), estando actualmente à espera de resposta.


Marcos Marado, autor deste artigo, é o Vice-Presidente da direcção da ANSOL.
Paulo Vilela, autor do artigo de opinião aqui referido, pertence aos Órgãos Sociais da ANSOL.

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Categoria: ANSOL, Crónica, Notícia, Software Livre | 1 comentário »
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Morreu John McCarthy, pai do LISP e da IA não conecionista

Publicado em 25 de Outubro, 2011, por aifesteves

Morreu John McCarthy , matemático, criador do LISP e da disciplina da inteligência artificial não conecionista.

Como alguém já referiu recentemente, estamos na altura em que atravessamos a mediana da expectativa de vida dos pioneiros da informática.

Infelizmente notícias como esta, irão se tornar mais comuns…
((Requiescat) in (pace))
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Categoria: Notícia | Ainda sem comentários »

Morreu Dennis Ritchie, um dos criadores da linguagem C e do sistema operativo UNIX

Publicado em 13 de Outubro, 2011, por aifesteves

Se hoje podemos ver mais longe por estarmos nos ombros de gigantes, um dos gigantes foi Dennis Richie.

Morreu hoje em casa de doença prolongada. Dos seus frutos vivemos todos nós.

Que descanse em glória.

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