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  • impor penas duras e injustas sobre utilizadores e consumidores.

  • dificultar o acesso a medicamentos e conhecimento essencial nos países pobres.

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  • estabelecer novos processos legislativos anti-democráticos que contornam os parlamentos.

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PESS RELEASE ANSOL: Ministério da Saúde devia utilizar mais Software Livre

Publicado em 10 de Janeiro, 2012, por Rui Seabra

Lisboa, 10 de Janeiro de 2012: A Associação a nacional para o recomenda ao Ministério da Saúde maior utilização de , e em particular dar mais atenção a projetos como Debian Med, como forma de evitar desperdiçar milhões de euros em licenciamento Microsoft.

“Os exemplos sucedem-se uns atrás dos outros, e a notícia recente de que o Ministério da Saúde deve milhões à Microsoft não chega como nenhuma surpresa face às dificuldades que têm em pagar medicamentos”, diz Rui Seabra, presidente da Direção da ANSOL, acrescentando ainda que “Se utilizarem Software Livre reduzem dramaticamente a despesa em licenciamento de software podendo deslocar esses recursos financeiros para aquilo que mais importa: a devida assistência média.”

Da página do projeto, Debian Med é um projeto da distribuição comunitária GNU/Linux orientado a dar apoio à contendo pacotes de software livre relacionados com a prática, investigação pré-clínica e ciências da vida, sobretudo na prática médica, imagiologia e bioinformática.

A utilização de Software Livre permite ainda substituir trivialmente a maioria dos postos de trabalho de funcionários hospitalares devido à facilidade de utilização das distribuições modernas de GNU/Linux, sobretudo em ambientes onde existem equipas informáticas para gerir os sistemas e prestar suporte e manutenção como é o caso normal em entidades coletivas.

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ANSOL contacto@ansol.org – http://ansol.org/contacto

Rui Seabra rms@ansol.org – Presidente da Direção, Tel. 93 32-55-619

SOBRE A ANSOL

A Associação Nacional para o Software Livre é uma associação portuguesa sem fins lucrativos que tem como fim a divulgação, promoção, desenvolvimento, investigação e estudo da Informática Livre e das suas
repercussões sociais, políticas, filosóficas, culturais, técnicas e científicas.

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Categoria: Software Livre | 2 comentários »
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Chumbem a Proposta de Lei da Cópia Privada!

Publicado em 3 de Janeiro, 2012, por Rui Seabra

ANSOL apela a Grupos Parlamentares o chumbo da Proposta de Lei para a Cópia Privada

Lisboa, 3 de Janeiro de 2012 – É discutida amanhã uma Proposta de Lei do Grupo Parlamentar do Partido Socialista no sentido de estender a taxação para a Cópia Privada e criar mais restrições no âmbito do Direito Autoral. A ANSOL, que trabalha nesta matéria há vários anos, inclusive a nível Europeu, sente-se, hoje, obrigada a apelar aos Deputados da Assembleia da República para que chumbem esta Proposta de Lei.

Ao contrário do que a Deputada Gabriela Canavilhas refere à comunicação social nem todas as associações representantes de autores foram ouvidas, em particular a Associação Nacional para o , apesar do compromisso público desta mesma Deputada, enquanto Ministra da Cultura, no passado mês de Maio em ouvir a nossa análise à Proposta de Lei“, diz o Presidente da Direção, Rui Seabra.

A ANSOL critica vários aspetos da apresentação desta PL, onde segundo a sua carta aos Grupos Parlamentares “esta Proposta de Lei foi elaborada tomando em consideração apenas um dos três tipos de partes interessadas nesta questão, segundo análise feita pela Comissão Europeia“. Acrescenta ainda “existir atualmente um calendário a nível Europeu, que se inicia já no início do ano com a negociação entre várias partes interessadas, e que tem como data informal de término durante o Verão de 2012, para debater exatamente este tema, com o objetivo de delinear uma diretiva e homogeneizar as medidas relativas à Cópia Privada no espaço Europeu“.

Segundo esta Associação, a Proposta de Lei apresentada pelo Partido Socialista não entra em consideração com as várias posições conhecidas, nem com todos os estudos e debates que existem sobre o assunto, nem tão pouco se faz acompanhar de um estudo e análise das repercussões da implementação de tal Proposta de Lei, acrescentando que “este tema não tem sido estudado e debatido junto da sociedade civil e em âmbito alargado“.

Segundo Marcos Marado, Vice-Presidente da Direção da ANSOL, “a aprovação desta Proposta de Lei iria criar danos irremediáveis ao tecido cultural Português“. A ANSOL, que se tem mostrado ativa na discussão deste tema a nível Europeu, reagiu fortemente contra esta Proposta de Lei quando ela foi apresentada pela então Ministra da Cultura Gabriela Canavilhas nas instalações da Sociedade Portuguesa de Autores. Segundo o dirigente da ANSOL, “em todos os aspectos em que esta Proposta de Lei toca no Código dos Direitos de Autor e Direitos Conexos, muda as coisas para pior“, e dá exemplos: “pegando na tabela da Proposta de Lei e em preços atualmente praticados no mercado, vemos artigos a aumentar o seu preço em mais de 300%“,  explicando que este é um exemplo que explica o porquê dos fabricantes de hardware estarem a ser ouvidos sobre este mesmo tema a nível Europeu.

A proposta de lei contém ainda provisões que permitem às entidades coletoras cobrar taxas sobre obras licenciadas publicamente com licenças copyleft, coisa que antes estavam proibidas uma vez que isso contrariava os desejos dos autores das obras assim licenciadas.

Rui Seabra afirma que “esta proposta de lei que o PS propõe em nome da SPA e amigos: extorquir, [...] o dinheiro que não conseguem
atualmente

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Marcos Marado marcos.marado@ansol.org – Vice-Presidente da Direção, Tel.
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Categoria: ANSOL, Software Livre | 1 comentário »
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Reclamação contra concursos públicos ilegais

Publicado em 26 de Dezembro, 2011, por Rui Seabra

– Reclamação contra concursos públicos ilegais

Lisboa, 26 de Dezembro de 2011: A Associação a nacional para o reclamou ao Provedor de Justiça contra concursos públicos ilegais lançados pela Universidade de Coimbra e pelo Banco de Portugal envolvendo cerca de 3 milhões de Euros.

As leis [nacionais e Europeias] são claras na proibição e especificação de produtos mas as entidades públicas continuam a violar descaradamente o Artigo 49° do Código dos Contratos Públicos[1]“, diz Rui Seabra, presidente da Direção da ANSOL, “mas ao exigir determinados softwares beneficiam automaticamente as denominadas empresas monopolistas e excluem qualquer hipótese de concorrência economicamente mais racional feita com Software Livre.

Segundo os anúncios dos concursos, a Universidade de Coimbra, procura licenciar software Microsoft para a UC com preço base de 133 mil Euros[2], e o Banco de Portugal procura o mesmo mas com preço base de 2.9 milhões de Euros[3].

“Três milhões de Euros pode parecer uma migalha quando comparado com uma autoestrada, mas quando falamos deste género de software, que pode facilmente ser substituído por Software Livre que faz o mesmo mas de forma diferente, ambas as despesas são de uma exorbitância dificilmente justificável em tempos normais e inaceitáveis sob crise do financiamento público”, conclui Rui Seabra.

LINKS

  1. Código dos Contratos Públicos http://dre.pt/pdf1s/2008/01/02000/0075300852.pdf
  2. Concurso da Universidade de Coimbra http://dre.pt/sug/2s/cp/gettxt.asp?s=udr&iddip=405339645
  3. Concurso do Banco de Portugal http://dre.pt/sug/2s/cp/gettxt.asp?s=udr&iddip=405445203
  4. URL permanente do press release http://listas.ansol.org/pipermail/ansol-imprensa/2011-December/000090.html

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Categoria: ANSOL, Notícia | 5 comentários »
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Encontro Técnico Porto Linux de Dezembro

Publicado em 15 de Dezembro, 2011, por Rui Seabra

Será nas instalações da Xarevison e começa pelas 15h30.

Definidas e confirmadas para já as seguintes apresentações:

- Coisas que tenho estado a fazer com jQuery ,por Manuel Silva

– Apresentação da xarevision, o que fazem e o que fazem com Linux. Como migraram os serviços/produtos para Linux . – Eclipse Mylyn ( falta confirmar)

Mais informação: http://www.portolinux.org/doku.php?id=encontrostecnicos:dezembro11

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Categoria: Software Livre | Ainda sem comentários »
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Software e o seu peso nas Despesas Públicas

Publicado em 26 de Novembro, 2011, por marado

Nos últimos dias temos recebido algumas notícias que são, no mínimo, preocupantes.

Numa altura em que a conjuntura económica tem levado os decisores políticos em Portugal referirem a necessidade de haver contenção nas despesas, há três temas em particular que merecem ser aqui destacados:

Proposta do PCP que estima poupanças de 50 M€ chumbada

Como noticiado pela ANSOL no passado dia 22, “o Orçamento de Estado de 2012, aprovado na generalidade, prevê o gasto de 101.716.447€ em Software Informático, 48.347.469€ para Serviços e Fundos Autónomos, e 52.269.008€ para Serviços Integrados. A ANSOL defende a obrigatoriedade em usar , sempre que possível, como restrição para o uso deste valor, prevendo que tal medida faria reduzir substancialmente o valor efectivamento usado nestas rúbricas”. O PCP tinha apresentado no dia anterior uma “proposta de alteração nesse sentido, a qual a ANSOL subscreve.” Uma proposta semelhante já tinha sido apresentada aquando da discussão na especialidade do Orçamento de Estado de 2011, e rejeitada.

E um ano depois?

CDS-PP, PS, PSD mudaram o seu sentido de voto. Comentários a esta notícia têm dito, simplesmente que “já o governo anterior tinha recusado”. Curiosamente, “já o governo anterior tinha recusado” não significa o que parece (que tudo está na mesma) mas exactamente o oposto: No ano anterior a proposta teve o voto favorável do CDS-PP, a abstenção do PSD (7 meses depois de ter defendido esta mesma proposta, acompanhada de um estudo defendendo que as medidas “permitiriam uma poupança de 40 milhões de euros já em 2010″) e o voto contra do PS. Doze meses depois, o único que mudou de relevante para a proposta foram os valores e a conjuntura económica: Portugal está hoje ainda mais apertado de dinheiro que estava no ano passado. O que mudou, não-relevante para o conteúdo da proposta, foi quem é “governo” e quem é “oposição”. O resultado da votação em 2011? Voto contra do CDS-PP (que 12 meses antes achava a proposta uma boa ideia), voto contra do PSD (que 12 meses antes não tinha opinião sobre a matéria, mas 18 meses antes era favorável à mesma), e abstenção do PS (quem, 12 meses antes, era contra).

Não temos fontes oficiais quanto às razões para o voto de cada uma das bancadas parlamentares, mas segundo a Casa dos Bits, “os opositores a esta mudança argumentam que a alteração para o software livre obrigaria a uma transição difícil, quer ao nível das plataformas, quer mesmo dos utilizadores. Também é frequentemente apontado como argumento o facto do software livre imputar um conjunto de custos de utilização, nomeadamente ao nível do suporte, que as estimativas de migração não contemplam. Ou mesmo questões de segurança.”

Ficamos sem saber quem esgrimiu estes argumentos: se o CDS-PP, que ainda há doze meses não nenhum destes obstáculos, se o PSD, que no ano passado esgrimiu argumentos opostos. O que sabemos é que, ao contrário dos argumentos a favor desta proposta, os argumentos aqui apresentados (incluindo a afirmação de que as estimativas de migração não contemplam os custos de suporte, ou que existem questões de segurança relacionadas com o uso de Software Livre) carecem de justificação ou de qualquer tipo de estudos que os suportem.

Proposta do PS foi também chumbada

Aparece quase como uma nota de rodapé na comunicação social, mas o caso merece destaque. o PS apresentou também uma Proposta de Alteração ao Orçamento de Estado de 2012, também esta recusada (com os votos a favor do BE, CDU e PS, contra de CDS-PP e PSD). Esta proposta defende que os contratos de licenciamento de Software devem ser concentrados, com vista economia de escala, e que sempre que se opte por Software Proprietário a contratação deva ser explicitamente fundamentada. Se não se compreende o voto contra do CDS-PP, o voto do PSD é, além de incompreensível, caricato: não só eram exactamente estes dois pontos os utilizados pelo partido no ano passado como uma alternativa (caso a proposta referida no ponto anterior deste artigo não fosse aprovada) que deveria ser aprovada e que levaria, ainda em 2010, a “uma poupança de 40 milhões de euros”, como durante esta votação a posição do PSD ainda não era clara: de tal forma que, segundo o noticiado pela Agência Financeira, a proposta “acabou por ser chumbada, depois de o PSD ter inadvertidamente votado favoravelmente [...] pediram uma segunda votação, na qual a proposta foi chumbada”.

Ficamos, mais uma vez, sem saber quais os motivos para tão súbita mudança de opinião…

Universidade de Coimbra lança ilegal

Como muito bem notado num artigo de opinião, a Universidade de Coimbra lançou um concurso público para a aquisição de licenciamento de um “cabaz de software” da Microsoft. Relembramos que, segundo o artigo 49º do Código das Compras Pública, “É proibida a fixação de especificações técnicas que façam referência a um fabricante ou uma proveniência determinados, a um processo específico de fabrico, a marcas, patentes ou modelos e a uma dada origem ou produção, que tenha por efeito favorecer ou eliminar determinadas entidades ou determinados bens”. Comenta Paulo Vilela, o autor do artigo em questão, que este é “um caso típico – e ainda muito comum – da inércia existente numa zona de conforto. Todos nós sabemos que é mais fácil continuar o caminho em que estamos do que procurar novos rumos. É humano. Mas não estamos em tempos fáceis. Estamos em tempos em que temos de ponderar e repensar as nossas opções.”

A direcção da ANSOL já fez chegar as suas questões e preocupações ao Reitor da Universidade de Coimbra (Autor do Anúncio e Órgão de Recurso Administrativo para o referido concurso público), estando actualmente à espera de resposta.


Marcos Marado, autor deste artigo, é o Vice-Presidente da direcção da ANSOL.
Paulo Vilela, autor do artigo de opinião aqui referido, pertence aos Órgãos Sociais da ANSOL.

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Categoria: ANSOL, Crónica, Notícia, Software Livre | 1 comentário »
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Morreu John McCarthy, pai do LISP e da IA não conecionista

Publicado em 25 de Outubro, 2011, por aifesteves

Morreu John McCarthy , matemático, criador do LISP e da disciplina da inteligência artificial não conecionista.

Como alguém já referiu recentemente, estamos na altura em que atravessamos a mediana da expectativa de vida dos pioneiros da informática.

Infelizmente notícias como esta, irão se tornar mais comuns…
((Requiescat) in (pace))
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Morreu Dennis Ritchie, um dos criadores da linguagem C e do sistema operativo UNIX

Publicado em 13 de Outubro, 2011, por aifesteves

Se hoje podemos ver mais longe por estarmos nos ombros de gigantes, um dos gigantes foi Dennis Richie.

Morreu hoje em casa de doença prolongada. Dos seus frutos vivemos todos nós.

Que descanse em glória.

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Categoria: Software Livre | Ainda sem comentários »

Encontro técnico PortoLinux: NoSQL, CouchDB, node.js e Apache Camel

Publicado em 5 de Outubro, 2011, por Rui Seabra

O Nuno Dantas do e sócio da ANSOL alerta:

O realiza mais um encontro técnico, já no próximo Sábado dia 8 de Outubro a partir as 15 horas, com o seguinte programa:

  • NoSQL and CouchDB – João Cerdeira
  • node.js – Filipe Regadas
  • Apache Camel – Luís Santos

Será realizado nas instalações do grupo @work que ficam perto da estrada da Circunvalação, junto do stand da Mercedes/smart e em frente aos muros da escola prática de transmissões. O edifício está identificado com a sigla da @work.

Tal como todos os , este será de acesso livre e convidamos todos os interessados nestas áreas a comparecer.

Mais informação em: http://portolinux.org/doku.php?id=encontrostecnicos:out11

Se puderem apareçam, eu apareceria se pudesse estar pelos lados do Porto :)

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Categoria: Software Livre | Ainda sem comentários »
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ODF 1.2 aprovado a 100%

Publicado em 1 de Outubro, 2011, por Rui Seabra

Logotipo do ODFA atualização do Open Document Format (ODF) para 1.2 foi aprovada unanimemente pelos seus 76 membros (zero abstenções, zero votos contra) na OASIS, esperando-se que a atualização na ISO (via PAS) seja então concluída rapidamente, talvez ainda este ano.

Segundo Robert Weir (IBM) as principais novidades, entre outras, são:

Robert Weir salienta ainda vários projetos de que participaram neste processo de revisão, com destaque para o AbiWord, a Calligra Suite, o Gnumeric, o KOffice, o LibreOffice, o lpOD , o ODF Toolkit, o OpenOffice.org, e o WebODF.

o AbiWord,

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Consulta Pública Regulamento de Normas Abertas

Publicado em 30 de Setembro, 2011, por Rui Seabra

Recebemos o seguinte email da AMA a dar boas notícias. Com algum atraso mas finalmente chegou a consulta pública ao regulamento de , intitulado Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital.

Exmos. Senhores,

Na sequencia do pedido de colaboração que vos foi endereçado em Maio último, no âmbito da Lei n.º 36/2011 de 21 de Junho sobre a Adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado, vimos comunicar o lançamento da consulta pública sobre as normas a integrar no futuro Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital, a decorrer de 30 de Setembro de 2011 a 30 de Outubro de 2011, no seguinte endereço electrónico:

http://participacao.gov.pt/

Agradecemos uma vez mais o vosso contributo.

Os melhores cumprimentos

Rede Interministerial TIC

A analisar detalhadamente, não vá haver alguma pseudo-norma aberta que exclua em qualquer funcionalidade sua.

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